Elementar, caro Watson: é a inflação
Torcedores analisam melhor o desempenho de seus times do que analistas de mercado, que esquecem da inflação na interpretação da evolução de preços do grão
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Torcedores analisam melhor o desempenho de seus times do que analistas de mercado, que esquecem da inflação na interpretação da evolução de preços do grão
Para produtor, o sistema de bandeiras utilizado nas contas de luz, também pode ser aplicado no desperdício de água das áreas urbanas.
Ano após ano temos observado um fenômeno interessante: cafeicultores, agrônomos e lideranças da cafeicultura alertam sobre uma grande quebra na safra nacional. O problema é que a tal quebra nunca ocorre. Como tais previsões podem afetar as decisões do produtor de café, este artigo se propõe a discutir a questão. Por Luiz Gonzaga C. Junior e Eduardo Cesar Silva, com comentários dos leitores
"O debate cafeeiro tem que subir de nível". Dessa forma, respondeu o gerente geral da Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia (Federacafé), Luis Genaro Muñoz, a um relatório preliminar que foi publicado na página do Banco de la República na internet sobre a fraca colheita do grão.
A leitora do CaféPoint Samara Cuquetto Batista, de Nova Venécia/ES, enviou um comentário ao artigo "Qual a previsão para início da colheita do café?". Acesse e leia a carta na íntegra.
O leitor do CaféPoint Guilherme de Menezes Machado (Trader), de Belo Horizonte/MG, enviou um comentário ao artigo "<a href="http://www.cafepoint.com.br/?noticiaID=58934&actA=7&areaID=26&secaoID=47"><U>EUA culpam Amorim por impasse em Doha</U></A>". Acesse e leia a carta na íntegra.
As autoridades esquecem que o Brasil hoje, detém apenas 1/3 da produção mundial de café e não tem condições de fazer política cafeeira isolada do mundo. Esquece-se ainda, que não se sabe ao certo qual a quantidade de estoque que está em mãos dos países produtores. Diante deste fato, e nos guiando pelo passado apresentado neste artigo, temos que tomar muito cuidado com políticas intervencionistas do Estado.
Um dos maiores eventos do setor no Brasil e no mundo, a Semana Internacional do Café acontece, neste ano, de 16 a 18 de novembro, em Belo Horizonte (MG)
O mercado consumidor é cada vez mais exigente quanto às normas de produção, que tornam o café uma bebida de muita qualidade
Bruno Varella acredita que o agronegócio tem plenas condições de assumir a liderança na construção do Brasil do século XXI
País tem capacidade de armazenamento da colheita, que já tem até 70% do volume comercializado de forma antecipada em algumas cooperativas
Segunda edição do programa no YouTube contou com nomes renomados no mercado que compartilharam suas experiências e perspectivas no pós pandemia
Bruno Varella analisa como será o cenário pós-pandemia
Arábica recuou mais de 22% em janeiro, surto do coronavírus também afetou os valores
A história de êxito do agronegócio brasileiro é construída por milhares de empreendedores capazes de enxergar oportunidades em meio aos inúmeros gargalos encontrados no Brasil. Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
Em seu Balanço Semanal, o CNC informa a associação da Coopercitrus e a solicitação do aprofundamento de estudos e debates a respeito da interpretação e da aplicação dos dispositivos relativos ao trabalho escravo.
<i>Uma xícara de café gasta 140 litros de água!</i> - Richard Jakubaszko: esta é a manchete que foi publicada na mídia e na blogosfera. A mídia acrítica e a blogosfera repercutiram tudo, sem quaisquer questionamentos, demonstrando um ambiente completamente idiotizado. Sintetizo de forma resumida, o que foi relatado. Na sequência faço alguns comentários que me parecem relevantes sobre as causas da falta de sentido crítico da mídia.
Felizmente um juiz negou a suspensão do registro e da venda de ingredientes que compõem agroquímicos. Há dias, neste mesmo espaço, comentei sobre como as sociedades europeias e americana admiram e valorizam seus produtores rurais, subvencionando-os fortemente mesmo em situações de crise. No Brasil, as relações campo-cidade são, com frequência, marcadas por suspeitas e [...]
Espaço aberto, por Marco Antonio Jacob: "Podemos optar entre ser expertos ou espertos. O Brasil é rico demais, tão rico, que renegamos o maior aliado dos cafeicultores brasileiros, que são os consumidores brasileiros, o segundo maior mercado consumidor mundial."
Ao invés de obrigar os proprietários rurais a recompor o que falta para completar a sua área de reserva, o governo deveria comprar grandes áreas estrategicamente localizadas em diferentes regiões do país e estabelecer ali as nossas reservas transformando estas áreas em Parques Nacionais, cuidando de sua preservação e explorando o eco turismo.
Um documento de cientistas brasileiros mostra ponto a ponto como as mudanças propostas pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB) para o Código Florestal serão danosas à biodiversidade brasileira. O projeto pode ser votado em breve no Congresso. A conclusão é que as alterações sugeridas devem impactar a economia de diferentes formas: com a redução na produção agropastoril e o risco de afetar o abastecimento de água, o fornecimento de energia e o escoamento da produção (com o esperado assoreamento de rios e portos).
Há inúmeros assuntos mais importantes para ocupar nossa atenção do que a quantidade de café robusta usada pela indústria. A própria relação entre a indústria e os cafeicultores oferece pontos mais interessantes a serem discutidos, e que poderiam assegurar ganhos concretos a todos. Infelizmente, não será o embate entre os elos da cadeia ou o estabelecimento de um rótulo o que responderá aos anseios de milhões de cafeicultores nos dias atuais.
O CDPC, criado e presidido pelo governo, composto por grupos econômicos heterogêneos e interligados na obtenção do produto, mas totalmente distintos em interesses e objetivos, é irracional e ilógico. Não possui aspecto algum de eficácia ou desenvolvimento e, ao contrário, gera confusão na área produtiva, pois atividades distintas com interesses opostos se acham no direito de ditar as regras.
Procura-se gente capaz de revitalizar o liberalismo e garantir a manutenção de sua força e a relevância de sua mensagem. Após décadas parodiando os chamados "marxistas de galinheiro", chegou a hora de olhar para o nosso próprio terreiro. O mundo anda cheio dos "liberais de galinheiro", com sua interpretação incompleta e curto-prazista de um conjunto de ideias tão rico. Seguir a onda deste grupo não melhorará em nada nossa delicada situação.