"Dados divulgados pelo Cecafé são preocupantes", diz Eduardo Carvalhaes
O volume das exportações de café pelo Brasil caíram 24,2% em setembro, para 2,04 milhões de sacas.
57 resultados para "esperavam"
O volume das exportações de café pelo Brasil caíram 24,2% em setembro, para 2,04 milhões de sacas.
Exportadores depositam suas esperanças na safra do próximo ano, que ainda deve ser baixa.
Contudo, a qualidade do grão foi afetada pelo fenômeno do El Niño, o que, por sua vez, traduziu-se em uma redução das exportações de café especial em maio.
"No caso do café o sentimento de que as cotações estão excessivamente esticadas tanto em Nova Iorque quanto em Londres dá o tom", analisa o consultor
O aumento da produção de café foi sustentado nos últimos quatro anos, um período em que cresceu em 83%, segundo a Federação Nacional de Cafeicultores.
Preços baixos e condições dos cafezais abaixo das expectativas desanimam os produtores de Minas Gerais. Medidas anunciadas pelo Governo não funcionaram haja vista que os volumes de grãos estocados são baixos. Expectativa é que os preços melhorem em 2013 com a safra fraca de café." Confira estas e outras afirmações do Superintendente Comercial da Cooxupé, em entrevista em vídeo, realizada nesta última segunda-feira (17/12).
Os prêmios para o café robusta da Indonésia subiram nesta semana para o nível mais alto desde maio, com a escassez de oferta antes da nova safra começando a afetar os exportadores. Café da Sumatra tipo 4, até 80 de defeitos, foram cotados com ágio de até US$170,00, ante US$100,00 da semana anterior. Já no Vietnã, os preços passaram a registrar descontos para os contratos futuros.
O USDA - Departamento de Agricultura dos Estados Unidos informou em seu relatório que, além da melhora do clima (um mau início da estação de monções, de junho a setembro, deu lugar a condições mais úmidas), o aumento da produção foi estimulado pelas melhores práticas agrícolas, que impulsionaram a produtividade.
Uma escassez de barcos contêineres tem adiado o envio de mais de 12.000 toneladas de café do principal porto de exportação da Indonésia e mais problemas deverão ocorrer à medida que a colheita ganha ímpeto, disseram os negociantes na segunda-feira. A Indonésia é o segundo maior produtor de café robusta do mundo depois do Vietnã.
O fenômeno climático La Niña, responsável por uma forte seca neste ano na América do Sul e no sudoeste dos Estados Unidos, pode durar mais do que o previsto, talvez até maio, alertou na quinta-feira o Centro de Previsão Climática dos EUA.
A companhia norte-americana de alimentos Sara Lee informou lucro de US$ 111 milhões (US$ 0,19 por ação) em seu quarto trimestre fiscal, encerrado em 2 de julho. O valor é 41% menor que os US$ 187 milhões (US$ 0,28 por ação) apurados no mesmo período do exercício anterior. O lucro ajustado de operações contínuas aumentou para US$ 0,20 por ação, de US$ 0,07 por ação no mesmo período anterior.
As floradas das lavouras que darão frutos agora em 2011 aconteceram no segundo semestre de 2010 e se mostraram bastante uniformes. Porém, parece que o pegamento dos "chumbinhos" não está agradando os produtores que esperavam ter uma boa colheita. Rafael da Cunha, cafeicultor de Divinolândia/SP conta que na sua região a situação é de muitas flores e pouco "chumbinho".
Enquanto o governo brasileiro avalia impor limites à compra de terras por estrangeiros, multiplicam-se as aquisições fechadas em outros idiomas nas principais regiões agrícolas do país. Ainda que na maior parte dos casos a discrição seja vital para o acerto e players estabelecidos no mercado afirmem que esperavam um número de transações maior do que o noticiado, o fato é que o movimento está em curso e ainda deverá ganhar mais força.
Os cafeicultores receberam, no mês passado, uma notícia que esperavam por mais de dez anos: a inclusão do Brasil como origem de entrega de café na Bolsa de Nova York, referência internacional de preços do produto. A decisão altera o perfil do país, que agora pode ser visto no mercado internacional como um fornecedor de café de qualidade e não somente de quantidade.
O aumento no peso colombiano com relação ao dólar dos Estados Unidos nesse ano está pressionando a receita dos exportadores de café e destruindo as esperanças dos produtores que esperavam lucrar com um aumento nos preços da commodity. O aumento nos custos de produção devido aos altos preços dos fertilizantes também tem afetado as receitas dos produtores e exportadores.
No início de junho, o mercado cafeeiro apresentou maior liquidez devido à valorização dos futuros de arábica. Em casos isolados, exportadoras chegaram a negociar em até R$ 280,00 a saca de 60 kg de café de melhor qualidade. No entanto, no decorrer do mês, o cenário baixista limitou a fluidez das comercializações. O fraco desempenho do mercado surpreendeu o setor, uma vez que agentes esperavam que as cotações se elevassem.
A empresa de alimentos embalados Sara Lee cortou sua perspectiva de lucro para o ano nesta quinta-feira (05) e disse que está considerando a possibilidade de venda do seu negócio de padarias no exterior e de massas refrigeradas na América do Norte.
O aumento do consumo de café no México contribuiu para a queda de 20% nas exportações do produto durante os primeiros seis meses da temporada, de acordo com o ministro da agricultura, Francisco Mayorga. "O mercado doméstico está crescendo, portanto retivemos parte de nossa produção", disse à imprensa.
A Starbucks informou que os seus cafés ganharam popularidade pelo mundo, o que ajudou nas vendas e no aumento de 44% no lucro líquido do primeiro trimestre fiscal, que terminou no dia 02 de janeiro. A empresa divulgou balanço nesta quarta-feira (26).
O Governo do México aprovou um orçamento de 790 milhões de pesos (US$ 63,63 milhões) para o setor de café durante 2011, 27% a mais que nesse ano, à medida que busca aumentar a produção e o consumo, disse a Associação de Produção de Café do México (Amecafé).
Os preços do café arábica encerraram essa quarta-feira (08) em alta nos mercados futuros e físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve forte alta de 805 pontos, fechando a 193,10 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 334,43, com valorização de 0,30%, segundo o indicador Cepea/Esalq. O cenário do mercado de café permanece o mesmo: oferta de cafés de qualidade reduzida, estoques mundiais baixos e condições climáticas adversas atingindo os maiores países produtores, podendo afetar a próxima safra. Tais fatores tem feito com que o mercado acumule altas consecutivas.
O Banco Central (BC) anunciou no início da noite de ontem (18), a manutenção do juro básico da economia, a Selic, em 8,75% ao ano. O comunicado distribuído após a decisão, porém, indica que a taxa deve subir em abril. Três dos oito votos que decidem o rumo da Selic optaram pelo aumento de 0,50 ponto porcentual, o que levaria o juro para 9,25%.
As áreas produtoras de café do Brasil estão recebendo boas chuvas, o que fornece às árvores umidade no momento importante de floração para a safra do ano que vem, disseram agrônomos e produtores de café. As chuvas durante praticamente todo o ano prejudicaram parcialmente a safra 2009, provocando a fermentação dos grãos colhidos mais tardiamente.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) frustrou ontem (30) a expectativa dos representantes do setor rural por uma resolução definitiva sobre os critérios de classificação de risco em operações de crédito rural renegociadas. Na tentativa de esclarecer os bancos, o CMN aprovou uma nova norma sobre o tema, mas o texto apenas "faculta" às instituições financeiras a reclassificação do risco de crédito, para um nível menor, de contratos rurais renegociados ou prorrogados.