Dólar e especulações pesaram sobre preços do café em maio
Futuros do café apresentam significativas perdas em maio diante do fortalecimento do dólar e da multiplicidade de estimativas de safra.
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Futuros do café apresentam significativas perdas em maio diante do fortalecimento do dólar e da multiplicidade de estimativas de safra.
A recomendação é que os cafeicultores trabalhem cientes da realidade dos custos de produção
"Além da ansiedade cambial, temos a expectativa da chuva por chegar às regiões produtoras de café no Brasil", analisa Marcus Magalhães.
Sem o referencial de Nova Iorque, o terminal londrino não conseguiu manter a pegada no mercado e o negócio café parou junto, informou Marcus Magalhães.
"A ansiedade dos envolvidos continua a testar limites e isso deixa a expectativa de entrada da safra produtiva com a percepção errada", comenta Marcus Magalhães.
Mercado do grão seguiu tendência de mercados globais de tranquilidade e oscilações sadias, segundo consultor.
Os negócios do café acompanharam o movimento, em um dia mais lento, aponta o consultor Marcus Magalhães.
É importante que o cafeicultor entenda alguns movimentos que interferem diretamente em suas negociações, como a relação do câmbio e do preço nas bolsas de valores. Por Ana Carolina Alves Gomes - analista de agronegócios do Sistema FAEMG.
"Mas fica a pergunta no ar: Será que a queda do dólar tem sustentação?", questiona consultor.
A semana no mercado cafeeiro começou de forma lenta, analisa consultor.
Segundo o consultor Marcus Magalhães, Investidores continuaram na defensiva a espera de fatos novos.
CNC comenta números da Conab, do IBGE e da Procafé para a safra 2015 apontam uma oferta apertada e a diminuição dos estoques do Brasil.
Enquanto Nova Iorque sofre baixa, terminal de Londres tem forte alta.
Embarques da safra 2014/2015 de café arábica não tem a mesma expressão do conilon, aponta consultor.
De acordo com o consultor Marcus Magalhães não devem surgir maiores movimentos nos próximos dias.
Terminais internacionais seguem com oscilações.
Preços na Bolsa de NY se recuperam.
Mercado fecha em campo negativo.
Quinta-feira de baixa no mercado.
Os prejuízos assustam os cafeicultores mineiros, responsáveis por cerca de 50% da produção nacional. Para o diretor da FAEMG e presidente da Comissão Estadual do Café de Minas Gerais, Breno Mesquita, a falta de ação do governo foi preponderante para esse atual cenário. Ele também avalia quais medidas devem ser tomadas no intuito de salvar o produtor. Confira a entrevista.
O anúncio do preço mínimo do café foi cancelado. O novo valor seria divulgado na tarde desta quinta-feira, pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, às 15h. A pasta não divulgou a nova data para o anúncio.
Para o presidente do CNC, deputado Silas Brasileiro, não é hora de ampliar a área plantada; mas secretário de Agricultura do Estado de Minas, Elmiro Nascimento quer a ampliar a representação do agronegócio mineiro no país.
Segundo Relatório do Conselho Nacional do Café - CNC, semana foi marcada por reuniões para definir programas que gerem sustentabilidade e mais qualidade ao café brasileiro. Questões ao redor da cafeicultura de montanha, renovação de cafezais e do defensivo Endossulfan são debatidas. No mercado, especuladores tentam derrubar as cotações e produtores mostram maior prudência na comercialização.