Mudança climática ameaça produção de café, diz CEO da Illy
Andrea Illy explicou que embora a mudança climática deva impactar a produção, o consumo ainda está crescendo.
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Andrea Illy explicou que embora a mudança climática deva impactar a produção, o consumo ainda está crescendo.
"Os dados de exportação da OIC apontam para grandes envios e provável esvaziamento dos estoques por parte dos produtores para aproveitar os melhores preços", aponta a analista.
O maior exportador de café da África, cuja maior parte da produção nacional é de café robusta, tem perspectiva de produção de 4,2 milhões de sacas em 2016.
Produtores no cinturão do café da região de Central Highland estão sendo afetados pelo amplo impacto da pior seca em três décadas.
Dados apontam alta de até 12% na produção total de café neste ano. Número é puxado pela produção de arábica em MG e SP.
Queda foi atribuída aos efeitos negativos da ferrugem em algumas novas áreas de cultivo no sul do Peru.
A consultoria Euromonitor estima ainda que esse mercado deva crescer 5% ao ano na até 2016. País representa também a liderança mundial em consumo de cafés solúveis, mas o crescimento do mercado russo deverá ser impulsionado pela venda de café em grãos. E com o fim do imposto sobre a importação de café verde há alguns anos, indústria se desenvolve mais rapidamente, mas qualidade priorizada é baixa.
Principais mercados são Alemanha, Estados Unidos e Bélgica.
A receita com as exportações de café brasileiras até o penúltimo mês da safra 2011/2012 foi 10,7% maior em relação ao mesmo período da safra anterior, chegando a US$ 7,422 bi. As informações são do Balanço das Exportações divulgadas na semana passada pelo CeCafé.
O presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Francisco Sérgio de Assis concorda que a safra nacional deva ficar em torno das 43,5 milhões de sacas estimadas pela Conab. Para o cafeicultor Wilson José de Oliveira, que produz café em Patrocínio, no cerrado mineiro, entretanto, a safra brasileira não terá como atingir também a previsão da Conab, de 43,5 milhões de sacas.
A previsão para este ano é de uma situação bem diferente da registrada em 2009, quando ao longo de todo o segundo semestre choveu de forma intensa. A simulação americana chamada CFS, indica que a primeira grande chuva deva acontecer entre 15 e 20 de setembro.
Além da certificação, a criação de marcas próprias é uma das soluções para a cafeicultura nacional. Porém, não acredito que deva ser uma atitude individual, mas cooperada. Imagine se os milhares de cafeicultores criassem sua marca... seria impossível devido ao fato de muitos não terem condição de investir. Porém, se as cooperativas criassem estas marcas, criariam-se melhores condições para sua comercialização, interna e externa.
O tempo começa a mudar em Patrocínio, uma frente fria avança pelo Sudeste e consegue organizar a umidade da Amazônia. A previsão é de chuva, porém fica o alerta para a tendência de chuva isolada e com baixo acumulado.
A corrida positiva dos preços do café deve ter realmente acabado, já que um de seus principais impulsos, a oferta apertada, deve abrir espaço para um fator baixista no mercado pela primeira vez em seis anos, de acordo com a consultora Judith Ganes-Chase, presidente da J. Ganes Consulting. Ela espera que os preços recuem de seus níveis atuais durante as próximas duas temporadas, enquanto o mercado se movimenta para um equilíbrio entre oferta e demanda em 2011/12 e, depois, para um "superávit massivo" de oferta em 2012/13.
As exportações de café do Brasil na nova temporada (julho de 2011 a junho de 2012) provavelmente terão uma queda em volume em relação ao recorde de 34 milhões de sacas projetado para o período atual, por conta de uma colheita menor que está se iniciando, avaliou nesta terça-feira o presidente do Conselho Deliberativo do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
As exportações brasileiras de café em 2011 devem cair em volume, mas crescer em receita, segundo o diretor do Departamento de Café do Ministério da Agricultura, Robério Silva. Pelos seus cálculos, apesar de a safra ser de ciclo curto neste ano, as vendas devem chegar a 30 milhões de sacas, com receita de US$ 7 bilhões. Em 2010, a comercialização foi de 33,5 milhões de sacas, com resultado financeiro de US$ 5,8 bilhões.
No início do ano de 2010 o CaféPoint colocou em pauta a enquete: "3D da cafeicultura: quais os 3 desafios para 2010?", visando promover a interação entre os envolvidos na cadeia do café e propor novas ações para o desenvolvimento da cadeia. A competitividade está entre um dos desafios. Confira o que foi feito e que rumo a cafeicultura está tomando em prol de maior competitividade.
O Vietnã, maior exportador de café robusta do mundo, pode voltar a estocar café na tentativa de impulsionar os preços internacionais do grão, segundo uma autoridade da indústria e traders vietnamitas. A medida pode ter impacto maior do que uma intervenção de menor escala feita no começo deste ano, que elevou os preços do tipo robusta em 14% em questão de dias. "Se o governo conseguir estocar mais café desta vez, os preços podem subir ainda mais", disse um trader do Vietnã.
Os preços do café arábica encerraram essa sexta-feira (20) com significativas altas nos mercados futuros e físico. Os preços continuam subindo em linha com a situação de oferta apertada de arábica de maior qualidade. Em Nova York, o primeiro vencimento, setembro/10, teve alta de 420 pontos, fechando a 181,50 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 328,10, com valorização de 2,54%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Os preços do café arábica encerraram essa segunda-feira (05) em queda na BM&FBovespa e Liffe. A bolsa de Nova York não operou nesta segunda-feira em função de feriado de Dia da Independência dos Estados Unidos. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 303,37, com leve valorização de 0,02%, segundo o indicador Cepea/Esalq. O mercado interno ficou praticamente estável em função do feriado em NY e a estabilidade do dólar.
Após registrar nesta semana o preço mais alto em dois anos, o café negociado na Bolsa de Nova York fechou ontem (17) com desvalorização. O contrato com vencimento em setembro cedeu 1,13% e terminou a 157,80 centavos de dólar por libra-peso. Foi a primeira queda depois de sete sessões com ganhos. Segundo analistas, o comportamento dos preços do café a partir de agora depende muito da atuação dos fundos.
Volta e meia, notícias sobre o desrespeito à legislação trabalhista no interior brasileiro são disponibilizadas na imprensa. Em geral baseadas na exposição de um caso, contribuem para a criação da imagem - nos centros urbanos do Brasil e no exterior -, de que a agricultura brasileira engatinha na concessão de direitos básicos aos trabalhadores. Quando usado como uma generalização, nada mais injusto. Já como indicador de que ainda há muito a ser feito, tais denúncias são válidas.
Quais são os 3 desafios para a cafeicultura em 2010? Essa é a pergunta que o CaféPoint está fazendo para você, leitor, e para especialistas do setor como o caso de Sylvia Saes, que colocou como principal desafio: encontrar novos caminhos para a sustentabilidade da cafeicultura. Confira o conteúdo completo.
A cesta básica ficou mais barata em 16 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. É o maior número de cidades com deflação no preço dos produtos básicos desde o Plano Real. Com a queda nos preços dos alimentos e os seguidos reajustes no salário mínimo, a fatia do rendimento-base comprometida com a compra dos alimentos essenciais é uma das menores da história.