Trump, a COP 16 e a virtude da ignorância
Nas últimas semanas, seria de se esperar que o produtor brasileiro estivesse atento ao desfecho da conferência internacional na Colômbia e às eleições dos EUA
72 resultados para "desfecho"
Nas últimas semanas, seria de se esperar que o produtor brasileiro estivesse atento ao desfecho da conferência internacional na Colômbia e às eleições dos EUA
Primeiramente, o atual debate ilustra a forma errática com que a equipe de Michel Temer lida com questões polêmicas. Nada novo em um país viciado em ações focadas no curto prazo. Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e Doutor em Economia Aplicada pela Universidade de Missouri - Columbia.
A forma como um alimento é produzido pode afetar sua saúde ou o futuro de comunidades inteiras.
Empresas estão percebendo o potencial do nicho, oferecendo alimentos orgânicos em suas gôndolas.
A história de êxito do agronegócio brasileiro é construída por milhares de empreendedores capazes de enxergar oportunidades em meio aos inúmeros gargalos encontrados no Brasil. Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
Com a progressiva conscientização dos consumidores, um fenômeno interessante tem ocorrido nos Estados Unidos: a proliferação de negócios dedicados a vender "comida saudável". Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
Impossível falar de outro assunto. O resultado do referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia (UE) dará muito o que falar. Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
Depois de seis anos em estado de espera, as negociações agrícolas da Rodada de Doha podem ser fechadas ainda este ano. O diretor do Icone, Marcos Jank, é ainda mais específico e acredita que o desfecho se dará entre maio - após as eleições francesas - e o final do segundo semestre, quando a Farm Bill será votada pelo Congresso dos EUA.
No momento em que ler este texto, você, leitor(a), provavelmente já terá recebido uma série de notícias sobre o desfecho das eleições na Grécia. O motivo: o seu resultado poderia ter definido o futuro do país na Zona do Euro. Muito do que foi escrito nas últimas semanas aponta, uma eventual vitória do partido de "extrema esquerda", o Syriza, o que representaria um desastre para o país e, quem sabe, para a Europa. Assim, é como se o futuro do capitalismo ocidental no curto prazo dependesse da decisão de um Estado com cerca de 11 milhões de habitantes.
O desfecho das eleições presidenciais no Brasil nos convida à reflexão. Por Bruno Varella Miranda.
Em um momento em que tanto se fala sobre os problemas das obras para a Copa do Mundo, Bruno Miranda discute um velho desafio para o Brasil: a falta de infraestrutura adequada em diversos setores da economia.
A polêmica parece interminável. Mais uma vez, o impasse venceu e a questão do Código Florestal segue sem solução. Se já não bastassem os desacordos de ordem técnica, os arranjos políticos também contribuem para dificultá-la. Talvez esse seja o melhor desfecho no momento: um tema tão delicado, afinal, merece mais debate.
A retração nas vendas por parte dos cafeicultores no final de 2008 derrubou as exportações da commodity em janeiro. Apesar de ser considerada sazonal e, portanto, prevista pelo setor, a queda de 29% no volume em relação a dezembro é considerada atípica. A menor atuação dos produtores pode ser creditada à espera do desfecho renegociação das dívidas do setor. Com a prorrogação dos vencimentos, os cafeicultores poderiam adiar as negociações e vender com o mercado mais favorável.
As cotações do café arábica encerraram a quarta-feira (02) praticamente estáveis no mercado internacional. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 522,19, com valorização de R$ 0,73, segundo o indicador Cepea/Esalq. O volume de vendas de arábica ainda é limitado pela baixa oferta da variedade. Colaboradores do Cepea comentam que, até a entrada dos grãos da nova safra, o mercado brasileiro deve permanecer calmo.
Texto popular na Internet, a carta do Zé Agricultor para o Luis da Cidade expressa o sentimento de muitos brasileiros. Escrita com humor, explora os contrastes entre as zonas urbanas e rurais, tendo em vista o progressivo endurecimento das regras trabalhistas e ambientais. A conclusão que apresenta é a de que as restrições crescentes impostas aos agricultores não encontram um paralelo nos grandes centros; em consequência, essa penalização levaria, no médio prazo, ao abandono da atividade agrícola por um número crescente de indivíduos.
O que era para ter sido o último artigo da série acabou fornecendo material suficiente para a continuação da polêmica. Que o <i>drawback</i> é um dos temas mais explosivos relacionados à cafeicultura, isso já sabíamos. Conforme não é novidade para ninguém, consideramos que há razões para acreditarmos que o <i>drawback</i> beneficiaria o país como um todo. Os motivos se amparam sobretudo em argumentos qualitativos, cuja repetição seria enfadonha. Não cabe a nós, entretanto, dar a palavra final sobre o tema. Na verdade, ninguém deveria ter essa prerrogativa, especialmente na ausência de um debate sólido, capaz de contrapor vantagens e desvantagens da decisão.
A coluna dessa quinzena se insere naquela categoria de casos que, por sua complexidade, envolve a própria estrutura do Estado brasileiro. Mais do que a situação em um determinado segmento do mercado, o conteúdo aqui apresentado demonstra o quanto as regras do jogo influenciam não apenas os resultados econômicos colhidos pelo conjunto da sociedade, como também a forma como estes são divididos. O caso dessa coluna envolve o PIS/Cofins.
O governo dos Estados Unidos e as maiores associações industriais do país acusam o chanceler Celso Amorim de estar "condenando a Rodada Doha ao fracasso" e diz que Brasil, China e Índia precisam fazer as mesmas concessões que os países ricos fizeram nos anos 90 nas negociações comerciais. Para o Itamaraty, porém, é o governo americano que está em uma situação de isolamento cada vez maior na Rodada Doha.
Ao mesmo tempo em que perdemos fatias importantes do mercado de café na Europa por conta de barreiras comerciais, não deixa de ser surpreendente observar que países com menor tradição no setor estão ocupando nosso lugar. Tudo por causa da política! Além de um mercado internacional capaz de fornecer matéria-prima para tais planos, as preferências tarifárias jogam um papel crescente na distribuição dos ganhos colhidos por cada ator.
Saída de Pedro Antônio Arraes Pereira do cargo, segundo colunista de O Estado de São Paulo, foi o desfecho de uma longa e silenciosa crise, cujo enredo interno vai além das críticas e diagnósticos divulgadas em artigos, alertando para a falta de rumo da empresa.
Fechamento do Estreito de Ormuz após ataque envolvendo EUA, Israel e Irã afeta transporte global de commodities e impulsiona preços nas bolsas
A disparidade na distribuição do valor do café expõe um sistema global desigual, em que os países produtores seguem pagando o preço da riqueza alheia
No primeiro artigo desse mês da seção Conjuntura de Mercado, Sylvia Saes e Bruno Varella fazem uma análise sobre o desfecho para a questão do Código Florestal. "A pergunta que não quer calar é a seguinte: o que esperar desse Código? Quem sai mais feliz ao final das discussões?"
Bruno Varella escreve sobre o desmatamento ilegal no Brasil nas propriedades rurais e as políticas de preservação do meio ambiente