UE doará US$ 1,8 milhão para plantações de café na República Dominicana
O objetivo da iniciativa é ajudar no combate à ferrugem e aos danos causados pelas mudanças climáticas.
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O objetivo da iniciativa é ajudar no combate à ferrugem e aos danos causados pelas mudanças climáticas.
Nunca se falou tanto sobre sustentabilidade, alimentação saudável, produção local. Os consumidores precisam ir ao supermercado e fazer suas escolhas. E é ali que, acredito, os agricultores mais estão perdendo. Por Bruno Varella Miranda.
O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), José Graziano da Silva, disse ontem (19) que erradicar a fome no mundo está mais complicado, devido a novos desafios resultantes de mudanças climáticas, desastres naturais, políticas comerciais e aumentos nos preços de alimentos.
A desaceleração da economia mundial vai derrubar os preços das commodities agrícolas em 2012, mas essa queda não será drástica no curto prazo, afirmou ontem (03) o brasileiro José Graziano da Silva, dois dias depois de assumir o cargo de diretor-geral da FAO, o braço da ONU para agricultura e alimentação.
Programa Reviving Origins da Nespresso visa restaurar a produção de café de alta qualidade em regiões ao redor do mundo que estão ameaçadas devido a conflitos políticos, dificuldades econômicas ou desastres ambientais
A confusão que a mídia tem noticiado sobre a reforma do Código Florestal e novas catástrofes, como a vivida na região serrana do Rio de Janeiro, é tendenciosa e superficial. É muito fácil dizer que a mudança do clima, a ocupação irregular de áreas de risco e a agricultura são responsáveis pelos deslizamentos, como ressaltado por várias reportagens nos últimos dias. No entanto, em vez de fomentar mudanças concretas e sérias em diferentes níveis governamentais e também na sociedade, casos como o de Santa Catarina (2008), Angra dos Reis (2010) e agora da região serrana geram uma infinidade de desculpas e um empurra-empurra abominável para definir quem é culpado. Será o Código Florestal?
Integrantes do Ministério Público Federal especializados em direito ambiental alertaram ontem (28) que, se o Congresso aprovar as mudanças propostas pelo deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) no Código Florestal, o meio ambiente poderá sofrer consequências drásticas, expondo ainda mais as populações que vivem em áreas vulneráveis a situações de risco, como os desastres naturais ocorridos neste ano.
O ano mal começou e tristes eventos nos obrigam a refletir acerca de um problema nacional bastante antigo. As chuvas torrenciais no Sudeste brasileiro, e as cenas de destruição vêm chamando a atenção de todos nos últimos dias. Em meio a uma sucessão de histórias dramáticas, é impossível não se perguntar: por que a impressão é a de que esse tipo de evento está acontecendo com frequência cada vez maior?
O mundo está consumindo seus grãos mais rápido do que os agricultores estão conseguindo produzir, drenando estoques e pressionando os preços para os mesmos níveis que alimentaram revoltas nos países pobres há três anos.
Em tempos em que aloprados defendem a tese de que a reforma do Código Florestal ampliará o risco de desastres em encostas, não é muito inteligente colocar na parede quem está do lado dos não aloprados. No entanto, a proliferação de argumentos sem conhecimento de causa sobre o setor agrícola, infelizmente, tem que ver com um comodismo de dentro do setor.
O México pretende plantar milhões de novos cafezais buscando alcançar seus vizinhos da América Latina após cair no ranking entre os principais exportadores de café do mundo. O México, que já esteve na sexta posição entre os maiores exportadores, caiu para o 12º lugar em 2004, quando o país sofreu uma crise no setor devido a uma combinação de desastres naturais e colapso global nos preços do café.
Os preços dos fertilizantes caíram 15% em janeiro de 2009, em relação a dezembro do ano passado, tendência que deve continuar e permitir maior volume de compra pelos produtores. A informação foi anunciada pelo presidente da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, Cristiano Walter Simon, em reunião nesta segunda-feira (16), em Brasília.
De tempos em tempos, catástrofes naturais ou graves acidentes motivam a reflexão da sociedade acerca de qual o seu papel a fim de evitar a destruição e o sofrimento das famílias. Partindo dos trágicos acontecimentos em Santa Maria, Bruno Miranda e Sylvia Saes perguntam: a solução para evitar desastres como o ocorrido no Rio Grande Sul é criar regras mais complexas?
Gustavo Paiva escreve sobre o alerta global em relação às mudanças do mapa do café diante do clima em transformação
Valor será destinado para compras e fornecimento de assistência. Empresa também pretende arrecadar a mesma quantia para apoiar o setor cafeeiro na região leste
Com a promessa de neutralizar as emissões de carbono até 2045, governo estadual da Califórnia aprovou um ambicioso plano de descarbonização da econonomia
Segundo especialista da Agrotools companhias conseguem proteger rentabilidade da carteira com maior conhecimento sobre o campo
Em seu artigo mensal, Bruno Varella destaca a digitalização da agroindústria, a praticidade e os cuidado com ataques hackers
A mudança completa a transformação da Climatempo que, nos últimos anos, expandiu seu foco para o consumidor final em vários segmentos, apostando na inovação e em tecnologia
Desde 26 de fevereiro o extremo norte da Noruega tem uma caixa forte subterrânea que guardará sementes de espécies vegetais do mundo todo. Capaz de suportar desastres naturais, o banco global de sementes mantém a idéia de preservação. A capacidade é de abrigar 4,5 milhões de espécies vegetais. A temperatura média de -20°C é ideal para conservação da maioria das sementes. Mas sementes de café apresentam comportamento intermediário entre ortodoxo e recalcitrante, o que significa que não toleram a secagem e podem perder a viabilidade ao serem congeladas. Por isso, a preservação do café para o futuro da humanidade é tema de pesquisa na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen), em Brasília (DF), na qual são desenvolvidos vários trabalhos para estabelecer um protocolo de conservação dos recursos genéticos de café em longo prazo.
Bruno Varella analisa elementos que criam estereótipos em nosso País
Bruno Varella acredita que o agronegócio tem plenas condições de assumir a liderança na construção do Brasil do século XXI
Nas últimas duas semanas, os gerentes de produção de café visitaram mais de 200 famílias que entregam grãos nas estações de lavagem de Shyira e Vunga, para reunir informações sobre como elas foram diretamente afetadas
Bruno Varella analisa como será o cenário pós-pandemia