USDA divulga projeção de crescimento da safra mundial de café 2024/2025
Projeção levou fundos e especuladores a lucrarem, derrubando as cotações em Nova Iorque e Londres e diminuindo os ganhos dos contratos na semana
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Projeção levou fundos e especuladores a lucrarem, derrubando as cotações em Nova Iorque e Londres e diminuindo os ganhos dos contratos na semana
Geada seguida de altas temperaturas vão derrubando, pouco a pouco, o potencial da próxima safra brasileira 2025/2026
As floradas, a fase do chumbão e, por fim, a granação. Veja como a safra 2017 está se desenvolvendo na área de atuação da maior cooperativa do país.
Agentes de mercado teriam afirmado que não há fundamentos de queda no mercado, uma vez que, a oferta é bastante limitada no Brasil para atender os mercados interno e externo. Mas outros apontariam o fato de boa parte do café da safra 2006/07 ainda estar nas mãos dos produtores como explicação para o recuo dos preços.
Previsões meteorológicas indicam que sudeste deverá enfrentar um volume de chuvas insuficiente em setembro, diz Escritório Carvalhaes.
A expectativa de uma reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional (CMN) nesta semana para analisar votos agrícolas acabou não se confirmando. Produtores aguardavam a aprovação dos votos relativos a medidas de apoio ao campo que fazem parte do Plano de Safra Agrícola e Pecuário 2013/14, anunciado na semana passada pela presidente Dilma Rousseff.
O Cecafé - Conselho dos Exportadores de Café do Brasil estima que as exportações deste mês de novembro e dezembro próximo devem repetir o bom desempenho do ano passado e fecharem com um total próximo de 6,1 milhões de sacas.
O fortalecimento do dólar frente ao real, a crise financeira na zona do euro e os interesses de curto prazo dos operadores no mercado futuro de café, continuaram derrubando as cotações dos contratos de café nas bolsas de futuro. No mercado físico brasileiro, com os ganhos do dólar frente ao real, os preços praticamente não cederam.
A insegurança econômica no mundo diante do impasse político nos EUA em torno da elevação do teto da dívida americana continuou pesando sobre as cotações dos produtos agrícolas em todas as bolsas de futuro. Muitos investidores saíram de ativos considerados mais arriscados, derrubando as cotações de matérias primas e produtos agrícolas.
As cotações do arábica nas bolsas de mercados futuros terminaram a sexta-feira (01) em queda, sendo a terceira queda consecutiva na semana. O mercado físico seguiu em movimento contrário e registrou leve alta. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 320,30, com valorização de R$ 1,49, segundo o indicador Cepea/Esalq. No acumulado da semana a desvalorização foi de R$ 2,14/saca.
O consumo quase recorde de café em 2009 no Brasil não salvou empregos nas lavouras, mantendo uma sequência elevada de corte de postos de trabalho de anos anteriores. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no ano passado foram eliminados 5.550 empregos do mercado de trabalho formal, na diferença entre admissões e demissões feitas no período, em empresas dedicadas ao cultivo de café.
Os mercados de futuro do café fecharam em forte baixa, na segunda-feira passada (27/04), acompanhando a queda generalizada dos demais mercados e dos principais índices de commodities. Na ICE Futures US, em Nova Iorque, principal termômetro dos negócios de café, o contrato mais negociado, com vencimento em julho próximo, encerrou o pregão a 114,90 cents/lb, caindo 410 pontos (3,4%).
Alta do petróleo e volatilidade cambial elevam despesas no campo enquanto incertezas sobre a safra 2026/27 e estoques baixos pressionam as cotações em Nova York e Londres
Divulgação do primeiro levantamento e chuvas nas regiões produtoras de café derrubaram as cotações nas bolsas de NY e Londres
Com clima favorável à colheita e cenário global instável, fundos e especuladores mantêm pressão sobre as cotações do café; previsão de frio intenso preocupa produtores no Sudeste
Por conta dos altos preços dos fertilizantes, é preciso redobrar os cuidados em sua utilização para que haja um melhor aproveitamento e uma possível economia
A ocorrência de pouca chuva e temperatura mais elevada nos últimos meses estimularam a antecipação da colheita
Marcelo Fraga reforça sua análise sobre a necessidade da união da cadeia para o abastecimento de café
Segundo agrometeorologista, tanto os modelos nacionais como os internacionais indicam que a massa de ar frio deve entrar no Brasil na próxima terça-feira (27)
Geada foi bem maior do que previsto e atingiu Cerrado Mineiro, Sul de Minas e Mogiana. Especialista diz que ainda é cedo para falar sobre quebra de safra
O mercado futuro do café arábica segue operando com valorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US)
Pesquisadores da Embrapa e da EPAMIG destacam que o inverno de 2021 poderá ser mais seco que o do ano passado
Meteorologista aponta que após a chuva de granizo a tendência é de queda nas temperaturas, chuvas para a região, mas sem granizo
A Somar Meterologia afirmou que uma frente fria no início da próxima semana pode ameaçar as lavouras de café nas regiões produtoras de café do Brasil