Derriçadeira manual como opção para colheita
Produtor que optar por esse maquinário, além de economizar em mão de obra, contribuirá para a qualidade do café
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Produtor que optar por esse maquinário, além de economizar em mão de obra, contribuirá para a qualidade do café
Estudante da Ufla, o alemão avalia eficiência de protótipos de derriçadeira manual.
A máquina derriçadeira possibilitou a criação de turmas profissionais de colhedores motorizados. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Lesões e outros tipos de problemas que venham a ocorrer nas folhas, acabam reduzindo a área foliar e atrapalham o processo de fotossíntese. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
A derriçadeira costal foi projetada para cafezais em relevos montanhosos de difícil acesso a colheitadeiras convencionais
O avanço da mecanização da colheita na cafeicultura brasileira tem sido aspecto de maior destaque no rol de tecnologias e inovações que são aplicadas aos sistemas de produção. Fatores como o encarecimento do emprego de mão de obra braçal nas lavouras, refletindo a política pública de recuperar o poder de compra do salário mínimo, induzem os cafeicultores à busca de alternativas para baratear as etapas do manejo em que é intensa a alocação de mão de obra, especialmente, na colheita.
A publicação da Universidade illy do Café discute temas na produção tratados por produtores da cafeicultura brasileira. "Essa publicação apresenta uma discussão aprofundada de problemas frequentes que afligem os cafeicultores", comenta o Professor Doutor Samuel Giordano, do PENSA/FIA.
Cafeicultores do sul de Minas encontraram um jeito de fazer com que a colheita do café seja mais produtiva e harmoniosa. O segredo é colocar para trabalhar juntos, na mesma lavoura, irmãos e, principalmente, casais. O uso das derriçadeiras ou maquininhas, como são conhecidas, incentivou a ida das mulheres para a colheita do café. Sem elas os maridos precisavam de ajudantes para recolher os grãos.
Com a elevação do custo e a carência de mão de obra para a colheita do café, o uso da derriçadeira motorizada de operação manual cresceu muito nas áreas de cafeicultura de montanha.
Incrustado na Serra da Mantiqueira, o Vale da Grama tem sido destaque nos concursos de cafés especiais desde 1999 e, no final do ano passado, foi reconhecido como a mais nova indicação geográfica cafeeira do estado paulista
Sítio da Torre, em Carmo de Minas, é conduzido pela quarta geração da família Coli
Observação em campo mostram que podem ser usados dois sistemas, alternativos, para condução de lavouras de café na região de montanha
As lavouras no Brasil têm aumentado o índice de mecanização, fator importante para reduzir custos de produção do café e para tornar a atividade competitiva
Segundo o técnico de campo, principais manejos trabalhados na propriedade foram podas, replantio, calagem, adubação de solo e controle de pragas e doenças
Aproximando-se o período de colheita, é importante destacar que a colheita seletiva pode ser muito facilitada e mais econômica quando realizada mecanicamente
Pesquisa Cafeeira da Safra 2020/2021 contou com a resposta de produtores de todo o Brasil e a diminuição da mão de obra na colheita em grandes propriedades
Evento conta com palestras, workshops, torra, mercado e é uma parceria da Emater e do Iapar
Matiello explica como utilizar e as opções no campo
"Não houve consulta e nem comunicação por parte dos superiores aos pesquisadores. Estão passando por cima da Constituição que no seu artigo 272", afirma presidente da Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo.
Nos espaçamentos atualmente indicados para cafeeiros arábica, a condução das plantas é feita com uma só haste e, neste sistema, a ramagem lateral, que sai, de cima a baixo, do tronco da planta, é muito importante para compor uma copa cilíndrica, que forma a área produtiva.
Volta e meia aparece uma nova moda no uso de práticas culturais na lavoura cafeeira. Agora, trata-se da retirada da saia, eliminando ramos laterais na parte baixa das plantas, que vem sendo indicada por alguns consultores, especialmente na zona de cafeicultura de montanha.
A Embrapa Café, coordenadora do Consórcio Pesquisa Café, incrementou parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais - Emater-MG para transferência de tecnologias. O objetivo é atender às demandas de produtores e do mercado e promover o desenvolvimento qualificado da atividade cafeeira no Estado por meio da adoção de boas práticas agrícolas e de gestão previstas na Produção Integrada do Café e no Programa Certifica Minas Café.
A cafeicultura de montanha é responsável por um volume de produção anual de cerca de 13-15 mi de sacas de café no Brasil, sendo a principal fonte de empregos no setor agrícola daquelas regiões. Mas, apesar dos grandes avanços já obtidos, as perspectivas não são boas, diante do fato da mão de obra estar se tornado cada vez mais cara, escassa e de baixa produtividade. Por José Braz Matiello
Estudo do Educampo Café Sul de Minas / Sebrae-MG, em análises de propriedades em municípios onde a atividade cafeeira de montanha representa alta relevância econômica, comprova os altos índices do custo de mão de obra e sugere ferramentas de gestão apropriadas ao difícil contexto atual deste tipo de atividade. "Temos que priorizar a busca incessante das ferramentas de gestão". Por Rodrigo J. Muniz