Investidores continuam na defensiva a espera de fatos novos
Já o setor produtivo continua focado nos trabalhos de colheita deixando as questões mercadológicas relegadas a segundo plano, comenta analista.
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Já o setor produtivo continua focado nos trabalhos de colheita deixando as questões mercadológicas relegadas a segundo plano, comenta analista.
Mercados globais tem dia tranquilo. No café, "tanto Nova Iorque quanto Londres operaram dentro de um viés construtivo consolidando o atual espaço de trabalho", aponta analista
De acordo com Marcus Magalhães, a quinta-feira foi lenta e marcada por curtas oscilações nos terminais internacionais.
Agora, a espera de fatos novos, nem a ponta vendedores nem a compradora assumem postura no mercado.
Marcus Magalhães faz sua análise em Compasso de espera.
Nos mercados, investidores continuaram na defensiva aguardando possibilidade do BC americano só elevar as taxas de juros em 2016, aponta consultor.
Investidores de uma forma em geral continuam na defensiva a espera de fatos novos.
Bolsas de NY e Londres continuam a operar dentro de um curto canal indicando claramente, postura defensiva, afirma consultor.
"Além da ansiedade cambial, temos a expectativa da chuva por chegar às regiões produtoras de café no Brasil", analisa Marcus Magalhães.
No mercado interno, os preços do café vem se mantendo sustentados, independente se conilon ou arábica, analisa consultor.
No café, rolagens de posições entre os vencimentos futuros deram a tônica aos trabalhos.
"Continuo de opinião que o café é um dos bons ativos para 2016", afirma Marcus Magalhães, da Maros Corretora.
Já no Brasil, a perplexidade foi geral frente às recentes notícias políticas, aponta o analista Marcus Magalhães.
Apesar de comportamento conservador, campo positivo prevaleceu durante as operações, aponta consultor.
Ao que parece, esta tônica mercadológica deverá prevalecer, comenta consultor Marcus Magalhães.
Ritmo é de final de ano, mas a volatilidade ainda poderá ocorrer em 2014, afirma consultor
Marcus Magalhães analisa mercado cafeeiro, que começou positivo, nesta semana.
Marcus Magalhães, analisa o dia 02 de julho no mercado cafeeiro. Segundo ele, os produtores seguem firmes ante os movimentos especulativos.
A colheita da safra nova de café do Brasil (2012/13) ainda está no seu começo, mas o ritmo de negociações dos grãos está bem abaixo do normal para o período. Levantamento de SAFRAS & Mercado aponta que os produtores brasileiros comprometeram até agora, de forma antecipada ou física do produto, apenas 9% da safra esperada, quando a média para o período está em torno dos 20%.
Se agosto foi muito positivo no mercado internacional do café, setembro foi o oposto total. A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures), balizadora da commoditie no mundo para o arábica, devolveu todos os ganhos de agosto e caiu aos patamares mais baixos em oito meses, ou desde o final de janeiro.
Mercado de café encerrou a semana em campo negativo tanto no mercado físico como nos futuros. A Bolsa de NY registrou a quarta queda consecutiva para o café arábica. O balanço entre oferta e demanda sugere que os preços do café ainda podem subir no curto prazo. Os estoques mundiais da commodity, especialmente de grãos de boa qualidade, são apertados.
Em entrevista ao Estadão no mês passado, um conhecido cientista político afirmou que, entre outros setores, "o capitalismo agrário foi para dentro do governo", ou seja, não faz oposição ao governo Lula. Melhor dito: não tem agenda própria. É uma afirmação que a mim incita discussão e merece análise mais detalhada, não somente do seu significado, mas também das suas implicações, caso ela esteja correta. Afinal, o "capitalismo agrário" brasileiro dança apenas a música do governo?
Segundo o consultor Marcus Magalhães, Investidores continuaram na defensiva a espera de fatos novos.
A aceleração dos embarques, estratégia comercial defensiva, no ambiente dos supercomputadores em ininterrupto processamento de seus algoritmos, traduziu-se como disponibilidade de oferta, pressionando as cotações. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo e pesquisador científico do Instituto de Economia Agrícola.