Iniciamos ano-safra com estoques de passagem praticamente zerados, diz Carvalhaes
Somando consumo, exportação, a exportadora aponta um desaparecimento de 12,36 milhões de sacas de abril a junho.
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Somando consumo, exportação, a exportadora aponta um desaparecimento de 12,36 milhões de sacas de abril a junho.
Para safra 2016 o colegiado sugeriu verba de R$ 4,632 bilhões, volume que implica elevação de 12%, ou R$ 496 milhões, ante orçamento de 2015.
A importância do trabalho de Vinícius Andrade, da UFLA, intitulado "Covariância residual e suas consequências no melhoramento do cafeeiro arábica" se deve ao fato de que para se obter ganhos em produtividade é necessário que as progênies selecionadas sejam realmente superiores geneticamente.
Sem reajuste há três anos, a revisão do preço mínimo do café é defendida pelos produtores como uma forma de garantir renda. A aprovação do reajuste do preço mínimo pelo CMN, prometida para a semana passada, não se confirmou, aumentando a frustração do setor. O Ministério da Agricultura afirma que o reajuste sairá no final de abril, acompanhado de outras medidas, que ajudem no escoamento da produção.
Ano após ano temos observado um fenômeno interessante: cafeicultores, agrônomos e lideranças da cafeicultura alertam sobre uma grande quebra na safra nacional. O problema é que a tal quebra nunca ocorre. Como tais previsões podem afetar as decisões do produtor de café, este artigo se propõe a discutir a questão. Por Luiz Gonzaga C. Junior e Eduardo Cesar Silva, com comentários dos leitores
A meta de crescimento de 5% para a economia em 2012, defendida pela presidente Dilma Rousseff, pode ficar só no discurso. Já há previsões da área econômica do próprio governo, que não são divulgadas publicamente, que indicam expansão ao redor de 3,5%, segundo apurou o jornal O Estado de São Paulo.
O Brasil domina os negócios de produtos manufaturados entre países do Mercosul, mas tem seu mercado invadido por produtos agrícolas dos parceiros do bloco, colocando em risco a produção brasileira. Para reverter esse quadro, a revisão das regras comerciais do bloco foi defendida por representantes das cadeiras produtivas de carne, leite, trigo e vinho, em debate nesta quinta-feira (4) na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado.
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi criticou ontem (7) a posição defendida pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, de intervir nos preços das commodities por meio da criação de estoques reguladores. Rossi lembrou que a pressão gerada pela valorização das commodities agrícolas é uma realidade, mas que se deve a uma série de fatores e nenhum deles é "culpa do Brasil".
As eleições para um candidato à direção-geral da FAO, o braço das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, estão previstas para 2011. O Brasil deveria aproveitar sua posição de destaque no tabuleiro agrícola global e apresentar um candidato. A posição foi defendida por ex-ministros da Agricultura do país durante evento de lançamento do World Agricultural Forum (WAF), ontem (13) em São Paulo.
Se o Brasil e os principais produtores mundiais de café não se fortalecerem, o Acordo Internacional do Café vai favorecer apenas os países consumidores. Esta posição defendida pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, foi tema de reunião na última terça-feira (17), com o diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC), Nestor Osório.
A instalação de uma nova Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o repasse de recursos para o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foi defendida nesta quarta-feira (02) pela presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu. A proposta foi feita em pronunciamento no Plenário do Senado para comentar denúncia feita por reportagem da Revista Veja. A matéria firma que as manifestações do MST são financiadas principalmente por recursos públicos e de organizações internacionais, sem a devida prestação de contas.
Dissertação de mestrado defendida na Universidade Federal de Lavras (Ufla) contribui para abandonar a idéia de que o cafeeiro não responde à aplicação de altas doses de fósforo (P) no solo em sua fase de produção, sobretudo, em solos de baixa fertilidade. As conclusões de Thiago Henrique Pereira Reis reafirmam a visão de uma nova corrente que busca repensar o sistema produtivo do cafeeiro, visando torná-lo mais eficiente, competitivo e sustentável.
O café já foi vilão e mocinho para a saúde humana. Apesar dessas contradições, além do prazer proporcionado pela degustação de bebidas com características sensoriais diversificadas, o café vem se revelando um alimento funcional capaz de incrementar a qualidade de vida e a prevenir doenças.
Nova Resolução CMN 3966 institui linha extraordinária de crédito com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) destinada à composição de dívidas de produtores rurais decorrentes de financiamentos à produção de café.
O aumento dos preços de produtos agrícolas e a volatilidade das commodities no mercado internacional motivaram ministros da Agricultura de seis países da América do Sul a esboçar uma estratégia comum para enfrentar o tema. A iniciativa da França de controlar os preços das commodities levou o Conselho Agropecuário do Sul (CAS), composto pelos ministros de Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai, a manifestar descontentamento com a proposta.
O Deputado federal Silas Brasileiro alerta e diz que o setor tem que estar atento a mudança do preço mínimo do café prevista para o próximo mês de abril. No caso do café, o preço mínimo atual não cobre os custos de produção. "Queremos dar início a uma ampla discussão com o Governo para tentarmos o convencimento da fixação dos preços mínimos em níveis condizentes com os custos."
O governo está prestes a anunciar uma série de medidas de apoio à cafeicultura, incluindo uma nova linha de crédito de R$ 100 milhões com recursos do Funcafé para as cooperativas reestruturarem dívidas; outra linha de mais R$ 100 milhões para permitir renegociação de operações com Cédulas do Produto Rural (CPRs) e a aquisição de sete milhões de sacas de café.
Ações do setor devem desencadear em aprovação do pleito da produção para que os mais de 8 milhões de postos de trabalho gerados pela atividade não corram risco.
O governo estuda um novo programa de contratos de opção pública para café. A idéia é apoiar a comercialização de 3 milhões de sacas de 60 quilos, com preço de exercício de R$ 320/saca. O anúncio foi feito pelo ministro interino da Agricultura, Silas Brasileiro. Ele estimou que o governo pode gastar R$ 1 bilhão com o programa de opções, recursos que terão origem no caixa do Tesouro Nacional.
A suspensão do pagamento das parcelas de crédito rural da cafeicultura por um período de 90 dias tem sido defendida pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG) para remediar a crise de endividamento dos produtores de café.
A formulação de políticas anticíclicas para o café foi defendida pelo presidente da FAEMG, Roberto Simões, durante discurso na abertura da Semana Internacional do Café, na manhã de segunda-feira (9). Ele destacou que há lentidão na formulação e execução de políticas voltadas à cadeia. "A agricultura, por outro lado, tem tempos e prazos determinados, que precisam ser observados para que as medidas tenham eficácia.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) vota, esta semana, o preço mínimo de garantia para o café. A proposta defendida por cafeicultores é que o valor da saca de 60 Kg do arábica saia dos atuais R$ 261,69 para R$ 340 a R$ 360, que equivaleria ao custo de produção médio do café arábica no país, avaliado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Iniciativa visa atender às regulamentações europeias, com destaque para a Lei da EUDR (Due Diligence Europeu), que exige maior transparência na cultura do café
Pesquisas realizadas na Epamig revelam que plantas multifuncionais favorecem o desenvolvimento dos microrganismos benéficos