Frutos e grãos de café triângulo - quase desconhecidos da ciência
Estudos mostram que a espécie é mais frequente na parte média da planta de café.
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Estudos mostram que a espécie é mais frequente na parte média da planta de café.
As diferenças na produção são devidas, no geral, ao cultivo das plantas a pleno sol.
Essa questão, chamada logística, virou um pesadelo para os agricultores nacionais, especialmente os mais apartados do litoral brasileiro. Na roça, o produtor rural domina a tecnologia, sabe cultivar, obtém resultado, dorme em paz, rezando apenas pela chuva no tempo certo. Na hora de vender o fruto de seu trabalho, todavia, ele se amargura.
No país das jabuticabas, ninguém presta atenção nas carambolas. Eis um caso perverso da burra unanimidade. A jabuticaba (árvore e fruto), cantadíssima em verso e prosa, alcançou notoriedade pelo exotismo, singularidade e exclusividade das terras tupiniquins. A carambola, embora reúna todas as características para ser ainda mais esquisita (fruto ovóide que em seção transversal tem formato de estrela), permanece relegada. Curiosamente, o contrário dessa evidência acontece quando consideramos o sentido figurado de "carambola": tramóia, trapaça, trambique... Nisso o Brasil é imbatível, pois somos, verdadeiramente, o país das interruptas carambolas públicas e privadas.
Especialistas analisam o tempo seco e as consequências nesta época do ano para o cafezal
Um estudo da Etiópia mostra que outro fungo parece ter capacidade de suprimir os surtos de ferrugem no cafezal
O que quero contar é o que aconteceu quando certa vez tentaram mudar o "sistema" para implantar um novo. Fazia tempo que as coisas não iam lá muito bem. O processo preocupava muito a todos, porque se o "sistema" falhava, as perdas ocasionadas eram muito grandes. Portanto, o "sistema" simplesmente não podia falhar. Mas, curiosamente, quanto mais crescia a escala do processo, tanto mais apareciam falhas e tanto maiores eram as perdas causadas. Em razão das inúmeras deficiências, aumentavam as queixas. Já era um clamor geral a necessidade de reformar profundamente o "sistema". Congressos, seminários, conferências passaram a ser realizados anualmente para buscar uma solução. Mas parece que não acertavam o melhoramento do mecanismo. Assim, no ano seguinte repetiam-se os congressos, seminários, conferências. As causas do fracasso do "sistema", segundo os especialistas, eram atribuídas a fatores difíceis de determinar - na verdade, o "sistema" era muito complexo.
Rodrigo Costa acredita em uma recuperação para os preços do café arábica em dezembro
Rodrigo Costa analisa semanalmente o mercado do café e aponta um aumento na semana passada de 6,75% nos valores dos grãos
O resultado é dado a partir do consumo por pessoa ao ano.
"Os "interesses da economia" no interior da União Europeia são complexos. Diante de preferências conflitantes, grupos bem organizados costumam levar vantagem e impor sua visão de mundo". Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
A autoridade alfandegária do governo dos EUA obteve do Presidente a sanção da lei que estabelece regras bastante restritas para a importação de bens cujo processo produtivo contemple denúncias de trabalho escravo/forçado e/ou infantil. O café brasileiro não foi rotulado. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, Eng. Agr., M.S., Pesquisador Científico do IEA.
Com o avanço agronômico, lavouras em segunda metade da fase de formação (18 a 30 meses após o plantio) exibem catações em quantidades que, por vezes, superam a média de lavouras em fase de produção. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, pesquisador do IEA e Eduardo Heron dos Santos, diretor técnico do Cecafé.
Lesões e outros tipos de problemas que venham a ocorrer nas folhas, acabam reduzindo a área foliar e atrapalham o processo de fotossíntese. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Em dezembro de 2013, os contratos de café arábica negociados na Bolsa de Nova York, exibiram significativa alta. As curvas futuras das médias das segunda, terceira e quarta semanas mantiveram-se acima da média da primeira semana, indicando que o mercado vem buscando a cada tempo patamar mais elevado para as cotações (Figura 3). Na posição setembro de 2014, por exemplo, na primeira semana se negociou a US$¢114,91/lbp saltando na quarta semana do mês para US$¢121,88/lbp, ou seja, 6,07% de majoração no transcurso do mês para a mencionada posição.
Espaço Aberto: O Brasil, economia dependente do agronegócio, que determina o superávit de seu balanço de pagamento e que alavanca toda a riqueza das cidades, foi tomado pelo desespero. O verdadeiro fim do mundo vinha agora, porque os produtores rurais, os cerca de 1,3 bilhão existentes, estavam indignados e decidiram numa manifestação parar e não fazer nada, por pelo menos seis meses. Por José Luiz Tejon Megido
Carlos Melles é Presidente da Cooparaiso há 25 anos, Deputado Federal (licenciado), exercendo o quinto mandato consecutivo. É presidente de honra do Conselho Nacional do Café (CNC) e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) idealizou em 1996 o Conselho Deliberativo da Política Cafeeira (CDPC). Melles exibe no presente texto o contexto dramático da cafeicultura e aborda soluções propostas.
Com a recente queda das cotações do café, representantes do setor se reúnem com o governo federal para buscar alternativas de proteção aos produtores. Segundo o Conselho Nacional do Café - CNC, projetos trabalhados por este grupo junto ao governo federal têm evoluído a favor da cadeia produtiva. Confira
Quando os modelos habituais de negócio tornam-se saturados, sair dos trilhos urge como a rota necessária àqueles que não abandonam a coragem de seguir em frente, abrindo mão de certezas potencialmente ultrapassadas. Importância do tema é abordada neste artigo com exemplos retirados do mercado cafeeiro. Quem sai ganhando com tudo isso é o próprio mercado, em toda sua cadeia. Por Celso Luís R. Vegro
As flutuações do preço de café, ao lado dos acontecimentos fortuitos no processo de produção, são os principais riscos que a atividade cafeeira comporta.
O brasileiro não abre mão do feijão com arroz e tem carne no prato, mas combina o trivial com alimentação de alto índice calórico e baixo teor nutritivo - e abusa do sal e do açúcar. É o que mostra a Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em domicílios visitados na última Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2008-2009).
Resgatando e adaptando o termo cunhado por Edmar Bacha, nos anos 1970, do país fictício Belíndia, lanço a ideia de Brasíndia, contrafactual do agro brasileiro com produtividade e estrutura produtiva da Índia. O agro em Brasíndia tem rendimento por hectare indiano. Nesse país, assumindo o mesmo volume produzido atualmente no Brasil, as principais lavouras (grãos, frutas, vegetais, cana-de-açúcar e mandioca) ocupariam 108 milhões de hectares, em vez dos 61 milhões hoje ocupados. Na Índia, essas mesmas lavouras ocupam cerca de 120 milhões de hectares.
Uma mesa de degustação com 12 amostras de alguns dos cafés mais valorizados do mundo. Esta inusitada experiência foi oferecida pelo professor da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Flávio Meira Borém, na sexta-feira (03), nas instalações do Polo de Tecnologia em Qualidade do Café. A ideia foi apresentar aos participantes a oportunidade de experimentarem cafés de diferentes origens do mundo: Kênia, Etiópia, Indonésia, Guatemala, Costa Rica, El Salvador, Colômbia e Brasil. Dentre as amostras altamente valorizadas no mercado internacional, Kopi Luwak, o café mais caro do mundo, que chega a ser vendido a 1000 dólares o quilo.
Este é o Ano Internacional da Biodiversidade, e em outubro ocorrerá a 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica, a COP 10, em Nagoya, no Japão. O objetivo da convenção é preservar a biodiversidade, o uso sustentável de seus componentes e fomentar a repartição dos benefícios oriundos da utilização dos recursos genéticos. Em paralelo ocorrerá a MOP5, reunião do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança. A relação entre biodiversidade e biotecnologia é o foco deste protocolo, já que é importante assegurar que o desenvolvimento da biotecnologia não traga danos à biodiversidade.