Guatemala deve definir entre vender mais ou manter a qualidade do café
País deve rever sua política de produção diante dos baixos preços internacionais do grão.
52 resultados para "convem"
País deve rever sua política de produção diante dos baixos preços internacionais do grão.
Convém observar que o comportamento dos fatores subjacentes à atual firmeza dos preços do café determinará a persistência ou não dessa firmeza, apesar da possibilidade de correções no mercado. Os principais determinantes são problemas climáticos; custos de produção mais altos, que podem limitar as possibilidades de aumento de produção em alguns países; e o consumo mundial. A combinação desses três fatores deve manter os preços relativamente altos no curto e médio prazos. Além disso, o esvaziamento dos estoques nos países produtores significa que, se houver deslocamentos significativos da oferta em virtude de problemas climáticos nos países produtores, o mercado ficará sujeito a choques de preços de grande intensidade.
Os preços continuaram a subir, e a média mensal do preço indicativo composto da OIC alcançou 153,41 centavos de dólar dos EUA por libra-peso em julho, contra 142,20 em junho. Convém notar que os preços do café, dos Arábicas em particular, atingiram um pico de 13 anos em julho. A despeito do aumento de produção observado em diversos países, essa alta de preços indica certa medida de incerteza ligada a problemas de disponibilidade no curto prazo. Uma correção dos preços poderá ocorrer à medida que o café da nova safra de 2010/11 se tornar disponível.
Notícias publicadas no CaféPoint mostram que o Governo Federal estuda permitir o <i>drawback</i>, atendendo a um pedido da indústria de café solúvel. E que a resistência do segmento produtor é enorme, o que influenciou decisão recente da Câmara de Comércio Exterior (Camex), no sentido de postergar um direcionamento nesse sentido. Embora seja improvável uma mudança em tal orientação no curto prazo, seguem as demandas da indústria, os temores dos produtores e a incerteza para toda a cafeicultura nacional.
Se o governo artificialmente mantivesse os preços do café em torno dos R$ 300/sc, quem produz a R$ 240 plantaria mais e ganharia muito mais que aquele que tem seus custos em torno dos R$ 300/sc. Assim, com o preço da saca a R$ 300, seria gerado um excesso de produção por parte de quem produz com menores custos, e cada vez ficará mais difícil segurar os preços artificiais nesses patamares. Não nos esqueçamos da lei da oferta e da demanda, que regula os preços no mercado de commodities.
O Brasil já irriga 233.000 hectares de todo o seu parque cafeeiro, o que representa quase 10% da cafeicultura nacional. O que chama a atenção é que esta fatia irrigada responde por 25% da produção nacional, mostrando a grande competitividade da cafeicultura irrigada nacional. Os cafezais irrigados estão mais concentrados nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia e, em menor proporção, em Goiás, Mato Grosso, Rondônia e São Paulo.
Antes de avaliar o impacto do relatório Bitter Coffee e da nova legislação estadunidense, convém destacar que ambos refletem uma tendência que vai muito além da agricultura. Por Eduardo Cesar Silva, Luiz Gonzaga de Castro Junior e Angélica da Silva Azevedo.
ESG se refere ao conjunto de práticas ambientais, sociais e de governança de uma empresa. Bruno Varella analisa como os empresários têm adotado essa questão
Há alguns anos, uma chamada para um programa de televisão voltado ao produtor rural lançou o seguinte bordão: "O Agro é tech, o Agro é pop, o Agro é tudo"
Bruno Varella escreve sobre o desmatamento ilegal no Brasil nas propriedades rurais e as políticas de preservação do meio ambiente
Receita bruta das lavouras de café da Região Sudeste corresponde a 86,5%, Nordeste a 6,4%, Norte a 5%, Sul a 1,2% e Centro-Oeste a 0,9% do total estimado
Vendas de café ao exterior da América do Sul corresponderam a 40%, Ásia & Oceania a 36%, México & América Central a 13%, e África a 11%
Pela primeira vez, romperam a barreira dos 5 milhões de sacas exportadas em um único mês, com 5,03 milhões vendidas
Bruno Varella pontua os caminhos da industrialização, o papel da agricultura no Brasil e o futuro do modelo econômico brasileiro
Publicação é gratuita. Cafeicultura na região das Matas de Minas é predominantemente de base familiar
O termo "descomoditização" virou quase um sinônimo de êxito. Na agricultura, passou a ser um atalho para a discussão de oportunidades e desafios
Prof. José Donizeti comenta sobre efeitos das geadas no xilema e floema dos cafezais, que afetam as raízes e, consequentemente, toda a parte superior da planta
Bruno Varella explica o que é o encurtamento das cadeias de suprimento que vem sendo debatido nos últimos tempos por gestores e pesquisadores
Bruno Varella em sua análise mensal aponta as ações do Presidente da República em relação à Petrobrás
Bruno Varella fala sobre os possíveis efeitos do coronavírus sobre a economia brasileira e mundial
Bruno Varella comenta as ações do presidente Jair Bolsonaro nos últimos tempos que podem levar a uma grande desestabilidade do governo
Mudança de governo e a preocupação em como será o painel do agronegócio é debatido por Coriolano Xavier
Em várias partes do mundo, grupos de interesse lutam por influenciar as regras sobre o uso do produto.
A somatória de todas as incertezas relacionadas determina, no mercado de commodities, prevalência de viés baixista. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, Eng. Agr., M.S., Pesquisador Científico do IEA; e Paulo Sérgio Caldeira Franco, Analista de Sistemas, agente de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do IEA .