A Geografia do Café mostra como a cafeicultura mudou em quatro décadas
Veja a publicação que o IBGE acaba de lançar e que inaugura a série Dinâmica Territorial da Produção Agropecuária.
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Veja a publicação que o IBGE acaba de lançar e que inaugura a série Dinâmica Territorial da Produção Agropecuária.
É preciso defender a preservação. O desmatamento zero. A biodiversidade. E isso está garantido no relatório apresentado pela Comissão Especial do Código Florestal. Mas não se pode aceitar que pessoas que não conhecem a realidade da vida no campo, a luta da produção, por mais bem intencionadas que possam ser, estabeleçam, de modo voluntarista, limites que oneram um setor produtivo que já enfrenta dificuldades para continuar a garantir alimento ao povo brasileiro.
Painéis sobre clima, capital verde e melhoramento do café mostram que a transformação da cafeicultura brasileira passa por inovação, dados e sustentabilidade
Preocupação em relação ao futuro relacionamento do Reino Unido com a Europa continua frustrando planejamento e investimento
Coriolano faz um balanço sobre a globalização e as exportações
De 15 a 20 de maio, em comemoração ao Dia Internacional de Museus, as atividades serão voltadas a exposições e bate-papo sobre comunicação em organizações
A utilização do mais comum dos inseticidas clorados e congêneres, após duas décadas de esforço visando seu banimento, consubstancia-se em relevante dilema atual. Por Celso Luís Rodrigues Vegro e Francisco Alberto Pino.
Nesse contexto de instabilidades a adoção de estratégias medidas preventivas são crucialmente importantes. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo e pesquisador científico do Instituto de Economia Agrícola.
Espaço Aberto: Importante tendência ideológica anda se esforçando para dominar o ambientalismo brasileiro. Sua mais recente tacada se materializou com o lançamento, pelo governo federal, do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo). Verdadeiro anticapitalismo no campo. Por Xico Graziano
Visionário, líder, amante da natureza e pragmático por excelência. Estas são algumas qualidades incorporadas por Marcos Croce para comandar sua "fazenda ecológica" de cafés brasileiros legitimamente especiais. O CaféPoint entrevistou o produtor de Mococa-SP, após palestra rica em conteúdo realizada em São Paulo, para transmitir aos leitores uma verdadeira experiência de sucesso na cafeicultura.
Quando os modelos habituais de negócio tornam-se saturados, sair dos trilhos urge como a rota necessária àqueles que não abandonam a coragem de seguir em frente, abrindo mão de certezas potencialmente ultrapassadas. Importância do tema é abordada neste artigo com exemplos retirados do mercado cafeeiro. Quem sai ganhando com tudo isso é o próprio mercado, em toda sua cadeia. Por Celso Luís R. Vegro
Incorporando técnicas do universo da alta costura, a Barneys Nova York apresentou Miss Illy: um ícone da cultura do café desenvolvida especialmente para a vitrine de final de ano da conceituada loja de departamentos. A visão do diretor criativo da Barneys, Simon Doonan, foi traduzida a partir de embalagens da illycaffè recicladas e reinventadas para compor a 'nova diva mundial', como foi carinhosamente chamada.
É preciso implementar decisões que desmontem as condenáveis características do emprego dos recursos do FUNCAFÉ e recheá-las de iniciativas que apostem naquilo em que a cafeicultura do futuro irá necessariamente se converter: sistemas produtivos sócio-ambientalmente responsáveis e energeticamente mais eficientes. Combinadas ambas as características, os ganhos de gestão e as vantagens comerciais fazem o serviço complementar de conferir a rentabilidade desejada ao empreendimento.
Combinado às sensações prazerosas ao ser consumido e a seu efeito estimulante, aliadas ainda ao ritual específico da preparação (quando há um barista capacitado para esse fim), o café propicia momentos de sociabilidade e de pausa durante a jornada de trabalho. E, particularmente no caso dos moradores dos grandes centros urbanos, traz alívio frente aos penosos deslocamentos em âmbito de suas cidades.
O Governo da Etiópia lançou no começo desta semana uma nova marca de café que deverá dar impulso econômico ao país. Apesar de a Etiópia ser historicamente o berço do café e o maior exportador do grão da África, o país não promove seu produto. Com a nova medida, considerada um marco para a nação, espera-se que os cafeicultores obtenham maior retorno financeiro, a curto e longo prazos.
Considerando a longa série de preços mensais recebidos pelos produtores paulistas de milho e café arábica (de 1954 a 2007), pode-se construir uma paridade de preços entre ambos produtos. Caso esteja correta a hipótese de convergência para o equilíbrio nas paridades entre as mercadorias<sup>5</sup>, o café poderá aguardar cotações acima dos R$ 300,00/sc no curto prazo e acima dos R$ 350,00/sc nos médio e longo prazos. Essa previsão está bastante harmônica com aquilo que os cafeicultores vêem continuamente afirmando, qual seja, a baixa rentabilidade alcançada com o produto comparativamente as outras opções de uso da terra. Os indícios de estagnação na evolução da área cultivada com café no Brasil ratifica o argumento dos produtores, pois a decisão de investimento na ampliação das lavoura está condicionada as taxas de retorno compatíveis com as remunerações alternativas disponíveis no mercado financeiro.
Na segunda-feira acontece no Rio de Janeiro o fórum "Estimulando Demanda: Café com Qualidade", graças a uma parceria do Instituto Cultural da Sociedade Nacional de Agricultura com a empresa italiana <i>illy</i>caffè, com apoio do Mapa.
Notícia publicada no site Faep (Federação da Agricultura do Paraná) informou que o Projeto de Lei 6820/06, do deputado Xico Graziano, que define novos parâmetros de produtividade do imóvel rural para a reforma agrária foi analisado, anteontem, pela Comissão Nacional de Assuntos Fundiários da CNA.