Exportações de café brasileiro apresentam crescimento em outubro
O total de sacas embarcadas no período foi de 2.747.367, 13,2% a mais que em setembro deste ano.
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O total de sacas embarcadas no período foi de 2.747.367, 13,2% a mais que em setembro deste ano.
A reunião discutirá, entre outros temas, a implantação da Identificação Geográfica do café local.
Estimativa do USDA prevê queda de 2% em relação à safra 2016/2017.
Em visita à Santos-SP, Carlos Paulino, presidente da cooperativa, reiterou ao prefeito da cidade Paulo Alexandre Barbosa a necessidade emergencial de ampliação e melhorias para que o Porto de Santos consiga se adequar à nova realidade de exportações do Brasil.
Na última Quinta-feira (30/01) aconteceu o Webinar Liderança Motivacional. Além daqueles que se inscreveram no Webinar, os alunos do Curso Online "Liderança para alta performance" também puderam acompanhar o seminário online e sessão de perguntas.
A média de produção de café do Estado é de 22 sacos de café beneficiados por ha. A expectativa com o café mecanizado é de 40 sacos de café por ha, o que traria uma rentabilidade excelente mantendo o produtor de café na atividade, levando em conta que 90% da área ocupada com cafeeiros no estado localiza-se em áreas com relevo propício à mecanização nas diversas fases da cultura.
No entanto, o Centro do Comércio do Café de MG - CCCMG alerta que este aumento em volume não representou retorno em receita ao produtor e que a melhora do setor vai depender do tamanho da crise financeira global, assim como da recuperação das exportações brasileiras. Estas, em 2012, deverão fechar com 4 ou 5 milhões de sacas a menos do que o ano passado. Confira
O novo presidente da Junta Nacional de Café (JNC) do Peru, Anner Román, disse que o setor cafeeiro nacional atravessa um de seus momentos mais difíceis, já que a produção de café registrou uma queda de 30% com relação a 2011, quando foram produzidas 5,52 milhões de sacas de 60 quilos, ao que se soma uma queda do preço internacional desse produto.
A ideia é que a ferramenta capte quais problemas o produtor pode enfrentar no cafezal e consiga reduzir os custos na aplicação de defensivos
O governo Dilma Rousseff precisa encontrar um arranjo de política econômica que permita ao mesmo tempo ajustar o ritmo de crescimento da demanda - hoje "um pouco excitada" - e enfrentar a questão do câmbio valorizado, que desarticula cadeias produtivas inteiras, diz o professor Luiz Gonzaga Belluzzo, da Unicamp e da Facamp. Para ele, é necessário, de fato, controlar as despesas correntes e elevar o superávit primário, para que se consiga executar uma política fiscal anticíclica, "exatamente para não exigir depois do Banco Central uma ação mais enérgica".
Alta pode não durar até o próximo ano uma vez que países importadores estão recompondo agora seus estoques.
Previsões mais confiáveis de geada são feitas com até sete dias de antecedência. Neste período, não há previsão de frio intenso em Franca.
O leitor do CaféPoint Creuzo Takahashi, engenheiro agrônomo e diretor -presidente da Copermonte enviou um comentário em relação ao artigo "Até onde vai o preço da saca de café?", dizendo que somente haverá uma estabilização nos preços se o consumo diminuir, equilibrando a oferta e demanda, então a questão é: Até onde vai o preço do café que o consumidor está disposto a pagar?
A Baggio Coffees aposta nos cafés aromatizados para aumentar entre 5% e 8% o seu faturamento total, no próximo ano. Além disso, o grupo está em processo de ampliação da torrefação e espera, até o fim de 2010, crescer mais de 50%. Segundo Liana Baggio Ometto, diretora comercial, a empresa fará, em breve, uma adaptação para Baggio Café.
Os preços do café arábica encerraram essa quarta-feira (05) em queda na bolsa de Nova York. O primeiro vencimento, maio/10, teve queda de 15 pontos, fechando a 137,25 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 288,56, com leve valorização de 0,09%, segundo o indicador Cepea/Esalq. O mercado segue com poucos negócios.
Fernando de Souza Barros, Diretor Executivo de Assuntos Econômicos da SINCAL, comenta sobre o que vêm acontecendo em relação a entrega de café das cooperativas para Conab. Ele recomenda para quem ainda tem café em cooperativas, que vejam a possibilidade de ainda entregá-lo na CONAB, tirando o produto de circulação.
Os cafeicultores da região da Zona da Mata mineira estão se unindo para organizar a produção e fazer com que a atividade ganhe competitividade e consiga ser mais valorizada no mercado. Uma das principais iniciativas para a execução do projeto foi a criação do Conselho das Entidades do Café das Matas de Minas. O grupo reúne representantes da cafeicultura de 63 municípios, que produzem o grão em pelo menos 500 hectares.
Conheça o papel deste profissional e a sua importância para a melhoria contínua da qualidade dos grãos brasileiros
O professor de Engenharia de Irrigação e Recursos Hídricos, do Departamento de Engenharia de Sistemas Biológicos da Universidade de Nebraska - Lincoln, nos EUA, Derrel L. Martin, esteve no Brasil durante a Fenicafé para falar do uso da irrigação em casos de escassez hídrica, como o caso de Nebraska. Derrel confessa que não conhece muito como funciona a irrigação no Brasil, mas que motivaria o país a investir em levantamentos de nível de água, para que se consiga monitorar o nível das águas subterrâneas e assim manipular a alocação das águas.
A cafeicultura brasileira, com sua história de mais de um século de engajamento político, já provou em diversas ocasiões ser capaz de liderar movimentos voltados a defender seus interesses. Na atualidade, espera-se que esse setor consiga, de uma vez por todas, estabelecer um planejamento de longo prazo, realmente preocupado com seu maior patrimônio, qual seja: a reputação do café brasileiro.
Em entrevista ao CaféPoint, Candido Ribeiro da Silva, consultor em café e instrutor de curso de Classificação e Degustação do Sindicafé/SP, comenta que o produtor não pode só produzir café e ficar esperando que o mercado melhore ou não. Classificar o café na fazenda permite que o produtor conheça melhor o produto a ser comercializado e consiga melhores preços por ele.
Painel faz parte do Fórum de Agricultura Sustentável e apresenta cenário preocupante que prevê perda de até 95% de área de produção de café nos próximos anos
Iniciada por cafeicultores nativos e por outros que migraram de estados como São Paulo e Paraná, atividade cresceu e se fortaleceu ao longo das últimas décadas
Anthony Andrade, Head de Consultoria do Rabobank Brasil, explica o passo a passo e atenções nessa etapa