Contratos futuros do café acumulam cinco sessões consecutivas de queda
Fundamentos positivos de mercado foram sobrepostos pelos riscos sanitários, com o avanço da pandemia, e econômicos no Brasil
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Fundamentos positivos de mercado foram sobrepostos pelos riscos sanitários, com o avanço da pandemia, e econômicos no Brasil
Na bolsa de NY o café encerrou a semana cotado a US$c135,30/lb, com 155 pontos de alta frente ao dia anterior. Mesmo com a valorização do final do pregão de sexta, a semana acumulou queda de 170 pontos. Por Natália Sampaio Fernandes
As cotações do café arábica nos mercados futuros e físico encerraram a sexta-feira (24) com valorizações em relação à quarta-feira (22). Mesmo com a alta, nota-se que as cotações do arábica acumulam quedas no mês de junho. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 501,97, com valorização de R$ 3,85 segundo o indicador Cepea/Esalq. Segundo Edson Koshiba, da Pleno Corretora, o mercado interno segue travado com as consecutivas baixas em NY. Produtores vendendo estritamente o necessário, somente para pagar suas despesas com a colheita.
Os contratos futuros de café arábica na Bolsa de NY (ICE Futures US) seguem firmes na tendência altista. O mercado, no entanto, pede uma correção, com indicadores gráficos já um pouco sobrecomprados. No momento os futuros do grão em NY apresentam uma condição de firmeza técnica, mas a oferta do grão no mercado internacional não é suficiente para segurar as cotações futuras.
Após quatro dias consecutivos de alta e registro da máxima para as cotações em 34 anos na Bolsa de Nova York, as cotações recuaram fortemente nesta quarta-feira (04). Já era esperado que após fortes altas o mercado se ajustaria. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 540,31, com forte desvalorização de R$ 14,88 segundo o indicador Cepea/Esalq.
Cenário deficitário se desenha após duas safras consecutivas registrarem frustração no Brasil, aponta CNC.
Para safra 2016 o colegiado sugeriu verba de R$ 4,632 bilhões, volume que implica elevação de 12%, ou R$ 496 milhões, ante orçamento de 2015.
O clima voltou a favorecer as lavouras de café robusta no Espírito Santo, aumentando as expectativas quanto a uma boa produção na próxima temporada.
Crescimento é favorecido pelas condições climáticas e pela renovação nas plantações de café.
A organização espera receber cerca de 3 mil cafeicultores, com expectativa de movimentar R$ 24 milhões em negócios.
Segundo os dados do último levantamento da Conab, os estoques privados do país sofreram uma queda de 5,58% na comparação com 2014.
Comitê Diretor de Planejamento Estratégico do Agronegócio Café (CDPE/Café) aprovou mesmos valores de 2014 para as demais linhas de financiamento do Funcafé.
Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais se reuniu com produtores de café e representantes de sindicatos rurais para discutir cenário de quebra.
Com um Banco Central (BC) mais agressivo nas compras, o dólar saiu de três quedas seguidas, registrando alta de 0,38%, ontem, chegando a R$ 2,094. O BC adquiriu US$ 500 milhões no mercado de câmbio, o dobro do valor comprado em dias "normais".
O café, responsável por quase 48,24% do segmento básico da agricultura mineira, acumula uma das maiores quedas na receita em relação a 2011.
Depois de consecutivas quedas nos últimos pregões, contratos futuros do grão operaram com alta nesta tarde
Mercado de café arábica encerrou esta terça-feira (05) em alta nos mercados físicos e futuros. Na bolsa de Nova York o vencimento julho/11 teve valorização de 550 pontos, fechando a 268,95 centavos de dólar por libra-peso. Os estoques de café ainda permanecem muito baixos e não há expectativa de que a oferta mundial para 2011 e 2012 cresça significativamente. Portanto, os fundamentos de oferta e demanda devem elevar ou manter as cotações no curto e médio prazo.
As cotações do arábica encerraram a sexta-feira (27) em queda após dois dias de consecutivas altas. A desvalorização foi influenciada por notícias de que o mercado deve seguir firme e com tendência de alta, daí agentes trabalharam o dia (27) com realizando lucros. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 530,68, com desvalorização de R$ 3,16 segundo o indicador Cepea/Esalq. Na semana o indicador acumulou alta de R$ 6,78/saca.
As cotações do arábica encerraram a segunda-feira (23) em alta após consecutivas quedas na semana anterior. O movimento do café, segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires, foge um pouco da tendência das "soft" commodities ao fechar em alta, o que é um sinal de força técnica no mercado. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 523,90, com valorização de R$ 6,53 segundo o indicador Cepea/Esalq.
Após quedas consecutivas, as cotações do café encerram a quarta-feira (30) em alta, apoiadas nos fundamentos altistas de oferta bastante restrita, sem possibilidade de suprimento da demanda mundial pelo produto. Na bolsa de Nova York o vencimento maio/11 teve valorização de 335 pontos, fechando a 264,80 centavos de dólar por libra-peso. O leitor do CaféPoint José Luis, de Santo Antonio do Jardim/SP, comentou que na sua região a safra já começou e o primeiro lote (50 sacas) de café arábica, tipo 6, bebida dura para melhor, com 25% de verde, está sendo negociado a R$ 475,00/saca.
Após consecutivas altas, o mercado cafeeiro encerra a terça-feira (22) com desvalorizações. O merado foi controlado pela volatilidade das commodities e firmeza do dólar. Na bolsa de Nova York o vencimento maio/11 teve desvalorização de 355 pontos, fechando a 273,45 centavos de dólar por libra-peso. Os fundamentos do mercado cafeeiro continuam inalterados, com oferta mundial restrita, demanda aquecida. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 519,97, com forte desvalorização de R$ 10,32 segundo o indicador Cepea/Esalq.
Seguindo a tendência de queda que vem desde o final do feriado de Carnaval, as cotações do café encerram mais um dia em baixa nesta segunda-feira (14). Na bolsa de Nova York o vencimento maio/11 teve desvalorização de 110 pontos, fechando a 273,30 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 530,31, com desvalorização de R$ 1,79 segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a valorização acumulada é de R$ 8,85/saca.
O cenário do mercado de café não tem se alterado muito desde o início do ano. A oferta mundial ainda continua restrita, principais países produtores têm enfrentado alguns problemas com clima que devem impedir o aumento de produção para 2011 e demanda continua aquecida. O indicador Cepea/Esalq do arábica foi cotado a R$ 523,80/saca na segunda-feira (28), com valorização de R$ 62,89/saca (+13,64%) no mês de fevereiro. Na BM&Fbovespa, o vencimento maio/11 registrou alta de US$ 24,25/saca (+7,33%) no mês, sendo cotado a US$ 355,00/saca.
Após quatro dias de consecutivas altas, com as cotações em Nova York atingindo o maior nível em 34 anos as cotações encerraram a quarta-feira (23) em queda diante realização de lucros. Na bolsa de Nova York o vencimento maio/11 teve desvalorização de 490 pontos, fechando a 269,45 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 516,51, com desvalorização de R$ 2,85, segundo o indicador Cepea/Esalq. O mercado segue firme mas acompanhou a queda na bolsa de Nova York. Negócios ainda seguem em ritmo lento.