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19/07/2011

Ações coletivas e o café: o futuro da ABIC

A troca de comando na Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) e a saída de duas importantes empresas da associação nos convida à reflexão. Personagem central em diversos acontecimentos observados nas últimas décadas, a ABIC entra em uma fase de reacomodação dentro da dinâmica do setor. Se compararmos a realidade atual com aquela encontrada no início da década de 1990, por exemplo, veremos que o Brasil - e o mundo - mudaram muito. Como se adequar, então, aos novos tempos?

14/05/2010

ARG: governo sinaliza flexibilização de barreiras

Diante das pressões cada vez maiores do Brasil e da União Europeia, a Argentina deu sinais de que pode flexibilizar a implantação de barreiras contra alimentos importados. As restrições devem entrar em vigência no dia 1º de junho. Em encontro com grandes importadores, o secretário de Comércio Interior e autor da medida, Guillermo Moreno, afirmou aos empresários que analisará "caso a caso" a aplicação de barreiras contra a entrada de produtos estrangeiros com similares nacionais.

20/08/2007

Haverá chuvas para a região da alta mogiana nos próximos 50 dias?

Entre os dias 24 e 28 de julho choveu algo em torno dos 70mm, sendo que a média é de 15mm, desde então não foram registradas chuvas. A má notícia é que pelos próximos 30 dias não há previsão de chuvas na região. Ainda não é possível confirmar se irá chover após este período. Os modelos de previsão do tempo que cobrem períodos maiores mostram-se ruins no prognóstico neste momento. Ou seja, não é possível confiar neles.

Mercosul: a vidraça da vez
16/07/2013

Mercosul: a vidraça da vez

Quem nunca criticou o Mercosul? Bruno Miranda se arrisca a fazer o contrário, ou seja: defender a necessidade de que o Brasil valorize a história e o relacionamento com os seus vizinhos. Mais especificamente, o autor argumenta que i) uma boa relação com os sócios na América do Sul não exclui necessariamente a possibilidade de acordos com outros países; ii) muitas vezes, a conveniência de tais tratados bilaterais é exagerada, não considerando possíveis percalços ou a resistência de setores protecionistas.