Mudanças climáticas não devem afetar produção de café no Brasil, diz estudo
Ao contrário, milhões de pessoas em todo mundo, ligados ou não ao café, seriam prejudicados.
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Ao contrário, milhões de pessoas em todo mundo, ligados ou não ao café, seriam prejudicados.
O aumento das vendas, principalmente para Europa e Rússia, deverá pesar sobre os preços do robusta em Londres.
Luiz Carlos Fazuoli, pesquisador do Centro de Café do IAC - Instituto Agronômico de Campinas, concedeu entrevista ao CaféPoint durante a Fenicafé em Araguari, Minas Gerais. "O importante é produzir café, mas produzir com qualidade e respeitando o meio ambiente." Confira a entrevista na íntegra!
Se agosto foi muito positivo no mercado internacional do café, setembro foi o oposto total. A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures), balizadora da commoditie no mundo para o arábica, devolveu todos os ganhos de agosto e caiu aos patamares mais baixos em oito meses, ou desde o final de janeiro.
Os preços do café arábica encerraram a sexta-feira (03) em alta nos mercados futuros e físico. O fortalecimento da expectativa de que a oferta global de café será mais limitada neste ano levou as cotações da commoditie ao maior patamar em 13 anos ontem (07) na bolsa de Nova York. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica encerrou a sexta-feira (03) cotada a R$ 334,24, atingindo nova máxima, com valorização de 0,04%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Os preços do café arábica encerraram essa quinta-feira (06) em queda nos mercados futuro e físico. Em Nova York, todos os vencimentos tiveram queda de 410 pontos. A forte alta do dólar, em razão do interesse de compra pela moeda norte americana motivou as quedas no mercado internacional nesta quinta-feira (06), juntamente com a redução de negócios no mercado de commoditie.
Luiz Cláudio Caffagni, Gerente de Serviços em Commodities da BM&FBovespa - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, concedeu entrevista ao CaféPoint para esclarecer como funcionam as operações de café no mercado futuro. "A função primordial do mercado futuro é possibilitar o planejamento antecipado dos agentes do mercado." Acesse e ouça a entrevista.
Os preços do café começaram a semana em alta, seguindo a onda de valorizações da commoditie. A expectativa de um fortalecimento da economia mundial provocou uma onda de compras especulativas e levou os preços do café para o patamar mais alto dos últimos dois meses na bolsa de Nova York. O mercado interno foi sustentado pelas valorizações do café na Bolsa de Nova York.
Quando o assunto é café, não há como deixar de pensar nas imensas plantações brasileiras e sua magnífica e histórica produção. De fato, o Brasil lidera o volume de colheita e de exportações, mas na hora de faturar com a commoditie, os alemães é quem dão as cartas. Mesmo sem contar com um pé sequer de café em seus 357 mil km<sup>2</sup> de extensão, a Alemanha é o país que mais ganha dinheiro com exportações do produto.
Rodrigo Correa da Newedge (palestrante), Celso Vegro do IEA (moderador) e Octávio Pires, da Louis Dreyfus Commodities Brasil (debatedor) estiveram presentes no evento "Perspectivas para o Agribusiness em 2011 e 2012", realizado pela BM&FBovespa e o MAPA, para falar sobre as perspectivas do mercado de café. Rodrigo que acredita que o mercado já se ajustou.
Em entrevista ao CaféPoint, durante a 23ª Feira da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA, na sigla em inglês) realizada entre os dias 29 de abril e 1º de maio, em Houston (EUA), Marcos Alves, analista e gerente de projetos do Sebrae/MG no Cerrado Mineiro fala sobre os trabalhos da entidade para o desenvolvimento da atividade cafeeira. Confira a entrevista na íntegra.
Mesmo com cenário de oferta escassa e demanda aquecida, as cotações do café registram consecutivas quedas desde o final de abril. O indicador Cepea/Esalq do arábica foi cotado a R$ 543,08/saca no último dia útil do mês (29), com valorização de R$ 34,27/saca (6,74%) no mês. De abril para cá, o mercado se inverteu e as cotações já acumulam fortes quedas por influência da saída de investidores em commodities que passaram a investir em dólar, do efeito negativo no crescimento econômico na comunidade europeia, e de vendas especulativas.
Luiz Fernando Andrade Leite é produtor de café no Paraná e presidente da Associação de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná. Em entrevista ao CaféPoint, durante a Ficafé 2010, Luiz falou sobre o modelo da cafeicultura do Paraná, Como a Ficafé colabora para o mercdo e sobre os desafios da atividade cafeeira. Acesse e confira!
As cotações do café arábica encerraram em baixa pelo segundo dia consecutivo, puxadas por realizações de lucros. Na bolsa de Nova York o vencimento março/11 teve forte desvalorização de 605 pontos, fechando a 231,25 centavos de dólar por libra-peso. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 430,32, com desvalorização de R$ 5,81, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, a variação já acumula alta de R$ 17,24/saca.
Em entrevista ao CaféPoint, Alexandre Nahum, analista de café na Gradual Investimentos falou sobre a atual situação do mercado de café, detalhes sobre compras especulativas e as tendências de preços para os próximos meses. Acesse e confira!
Após registrar nesta semana o preço mais alto em dois anos, o café negociado na Bolsa de Nova York fechou ontem (17) com desvalorização. O contrato com vencimento em setembro cedeu 1,13% e terminou a 157,80 centavos de dólar por libra-peso. Foi a primeira queda depois de sete sessões com ganhos. Segundo analistas, o comportamento dos preços do café a partir de agora depende muito da atuação dos fundos.
Os preços do café arábica encerraram essa terça-feira (01) em alta nos mercados futuros e físico. Os preços do café em Nova York registraram a maior alta em quatro semanas. Problemas climáticos na América Central influenciaram a comercialização do café. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 296,79, com valorização de 0,53%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
Sylvia Saes, professora do Departamento de Administração da USP, pesquisadora do PENSA e colaboradora do CaféPoint, esteve presente no Seminário Internacional de Café de Santos, nos dias 18 e 19 de maio, participando do painel sobre produção brasileira da safra 2010/11. Sylvia concedeu entrevista ao CaféPoint e falou sobre a atual situação dos cafeicultores e do setor e sua opinião sobre o Drawback. Acesse e confira!
Interrompendo uma sequência de cinco dias de alta, os preços do café arábica encerraram essa terça-feira (27) em queda na bolsa de Nova York. A BM&FBovespa e mercado físico também registraram queda. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 282,20, com desvalorização de 0,35%, segundo o indicador Cepea/Esalq.
O Ministério da Agricultura do Vietnã está buscando aprovação do Governo para permitir que os exportadores estoquem 200 mil toneladas de café, ou um quinto da atual colheita de 2009/2010, em um esforço para sustentar os preços, disseram comerciantes.
Pesquisa da professora Maria Sylvia Macchione Saes analisou diferentes experiências realizadas no sistema agroindustrial de café no Brasil com o objetivo de discutir como o produtor de pequena escala cria estratégias factíveis e sustentáveis que possibilitam a reversão da queda de sua renda com a atividade agrícola. O resultado foi o livro "Estratégias de diferenciação e apropriação da quase-renda na agricultura: a produção de pequena escala".
Se não dá para mexer nos elevados custos de produção, o cafeicultor de montanha tem que investir em qualidade para aumentar os preços, e até mesmo justificar um custo tão elevado de produção. Certificação da propriedade pode ser uma caminho se o produtor também conseguir vender sua bica corrida diretamente ao consumidor final. Associar-se é outra opção, continuar produzindo caro e vendendo barato é que não dá.
Impactado por um mês de outubro de seca nas regiões produtoras, o próximo ciclo de alta do café, entre julho de 2012 e junho de 2013, pode ser menor do que o anterior, mas o preço dessa commoditie, que se mantém aquecido por diversos fatores, deve garantir o crescimento da rentabilidade do setor.
Os preços futuros do café registraram na quinta-feira a maior elevação em mais de uma semana em Nova York. A a commoditie acompanhou o bom desempenho de outros ativos após sinais de que Europa pode tomar medidas mais agressivas contra a crise.