Pinhalense lança colheitadeiras para produção de conilon
Para a empresa, as máquinas são totalmente adaptadas às necessidades do cafeicultor, equipadas com maior tecnologia e grande robustez
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Para a empresa, as máquinas são totalmente adaptadas às necessidades do cafeicultor, equipadas com maior tecnologia e grande robustez
De acordo com o superintendente em Relacionamento com o Cliente da cooperativa, Paulo Sérgio Elias, a Cooparaiso vai financiar o custo da colheita para pagamento somente em setembro. "Nessa época o produtor está descapitalizado, ele já investiu no preparo da lavoura. Isso vai ajudar que nossos cooperados façam uma colheita mais tranquilos", diz.
A atual dinâmica de mercado não permite que cafeicultores ignorem os mais recentes avanços tecnológicos no manejo da lavoura cafeeira. A busca do cafeicultor moderno é pela produção de cafés de qualidade com os menores custos possíveis.
Conselho Monetário Nacional aprovou reajuste de R$ 40 mil para R$ 320 mil do limite de financiamento para aquisição de equipamentos de preparo, secagem e beneficiamento do grãos.
A delegação, composta por nove membros da Tanzânia, do Quênia e de Uganda - produtores, pesquisadores, gestores de fundos e diretores de multinacionais -, esteve aqui durante nove dias. Por Maria Fernanda Brando, da TravelBox.
Realizado na Bahia, edição de 2015 traz palestras, minicursos e dinâmica de campo.
Os empréstimos foram realizados no período de julho de 2014 a fevereiro deste ano e somam R$ 103,2 bilhões.
Pulverizadores autopropelidos, montados ou de arrasto, com tanques acima de 2 mil litros e barras de 18 metros ou mais, foram incluídos entre os novos itens financiáveis pelo Programa.
Lançada pela Schaeffler, produção traz vídeos curtos que abordam produtos e explicam o funcionamento de equipamentos como plantadeiras e colheitadeiras
O Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota), que já foi a principal linha de financiamento para aquisição de equipamentos agrícolas, será reativado, garantiu o ministro da Agricultura, Neri Geller.
Artigo apresenta um panorama sobre a mecanização no agronegócio brasileiro, envolvendo a situação atual, os benefícios esperados e as condições necessárias para a expansão dessa tecnologia. Por Antonio Carlos Lima Nogueira
Lei que amplia prazos para renegociação de dívidas rurais e aprovação de R$ 900 milhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) são destaques
Voltados às cooperativas de produção e às indústrias de torrefação e solúvel, os financiamentos para capital de giro terão taxa de juros de 7,5% ao ano e entrarão em vigor a partir de 1º de julho de 2014
Agricultura de Precisão também está entre os próximos assuntos a serem trabalhados na instituição.
Estande na feira será ponto de encontro do setor cafeeiro e contará com degustação de cafés
Maior evento do agronegócio café no Brasil será realizado de 4 a 6 de junho, na cidade de Três Pontas, Minas Gerais. A entrada é gratuita.
A Femagri 2013, feira organizada pela Cooxupé, será realizada entre os dias 13 e 15 de março, das 8h às 18, sendo a abertura oficial às 10h desta quarta-feira (13/03). Em sua 12ª edição, o evento cresce 40% em relação a 2012 e aguarda um público de 20 mil pessoas. Produtor de café cooperado que negociar na feira poderá pagar os investimentos em maquinário nas safras de 2014 e 2015 em café.
Em 2012, o Banco fechou sua carteira com R$ 108 bilhões emprestados ao setor rural e agroindustrial, resultado 21% superior a 2011.
A Companhia sueca Husqvarna vê boas perspectivas para o agronegócio brasileiro nos próximos anos. A empresa está apostando nas vendas para o segmento do café.
A derriçadeira costal foi projetada para cafezais em relevos montanhosos de difícil acesso a colheitadeiras convencionais
Colheitadeiras são em lona e equipadas com tecnologia
As colheitadeiras P1000 e P1000 TR (tracionada), da Pinhalense, foram destaques na Expocafé
Mão de obra é o principal responsável pelo custo de produção na atividade cafeeira. Conforme publicado em artigo no início do mês, a mão de obra, além de escassa, está perdendo qualidade. Qual a saída para isso? Acredita-se que a saída para a escassez de mão-de-obra é: mecanização, se é que é possível devido à topografia, restando para a cafeicultura de montanha se tornar apenas familiar, ou trabalhar como parceiro ou meeiro ou mesmo mudar de atividade. Qual sua opinião sobre isso? Acesse e participe.
Escrevi no início de junho passado que os preços do café subiriam quando os números atuais e futuros da safra brasileira viessem à tona. Preços mais elevados seriam certamente a única forma de seduzir o maior produtor de Arábica do mundo a aumentar sua produção para suprir a lacuna que se tornava evidente dia após dia. Os desafios são enormes, as ferramentas estão disponíveis e os excelentes preços de café criam as condições para sua utilização. A questão é se os lucros presentes e futuros, até que os preços caiam novamente, serão suficientes para compensar a descapitalização e, também, se e como o setor cafeeiro e o governo irão em conjunto planejar e implementar políticas para apoiar os cafeicultores e possibilitar a próxima "virada".