Operação Café Frio: empresas do ES estão em esquema de sonegação
Fraudes na ala cafeeira gerou um rombo de R$100 milhões aos cofres do governo do estado.
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Fraudes na ala cafeeira gerou um rombo de R$100 milhões aos cofres do governo do estado.
Segundo o presidente do órgão, práticas comerciais e fiscais ilegais precisam ser combatidas.
Durante as investigações foram identificadas fraudes que podem ultrapassar R$ 260 milhões.
Maior cooperativa capixaba se reúne nesta sexta-feira para debater a eleição dos componentes do Conselho Fiscal e o Plano de atividades para exercício de 2015.
O governo pode publicar nas próximas semanas uma Medida Provisória (MP) alterando o regime tributário da cadeia do café. A mudança, que está na pauta do Ministério da Fazenda há mais de um ano, divide opiniões e provocou um verdadeiro racha no setor. A proposta com mais força neste momento suspende a cobrança do PIS/Cofins sobre as vendas de café verde e estabelece créditos presumidos tanto para a exportação quanto para a indústria torrefadora.
Um esquema de obtenção de vantagens ilegais no pagamento de impostos no setor cafeeiro levou a Receita Federal, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal a deflagar a Operação Broca. As ações se concentram em empresas especializadas na exportação e na torrefação de café. Segundo a Receita, a fraude resultou num prejuízo aos cofres públicos estimado em R$ 280 milhões.
Em meio ao mais violento colapso financeiro global que, a cada dia dilapida mais um bocadinho o tesouro público brasileiro, as lideranças dos cafeicultores não se dão por satisfeitos com a substancial majoração dos preços mínimos. A cafeicultura carece ser abatida por uma tsunami de destruição criadora, visando desmantelar as colunas do atraso, concedendo luz para o refulgir das formidáveis inovações e das práticas gerenciais modernas que a criatividade humana é capaz de imaginar e pôr a funcionar.
O passo estirado que tanto distingue o perfil heterogêneo da sociedade brasileira é o fenômeno que mais contribui na manutenção de seu estado de subdesenvolvimento. A dimensão da política decisória ganha contornos que, se por um lado são inescapáveis, por outro, podem se converter em fatores que perpetuam o consenso conservador refratário a mudanças substanciais.
A partir de janeiro, o setor do café passa a contar com um novo regime tributário. Toda a cadeia passa a ter o recolhimento de PIS/Cofins suspenso, que passará a recair sobre o último elo, que, em troca, terá direito a um crédito presumido equivalente a 80% do valor da compra.
Quando a americana Bunge decidiu vender os ativos de mineração de sua divisão de fertilizantes no Brasil para a Vale, no início do ano, uma das muitas perguntas que animaram os bastidores da surpreendente transação dizia respeito ao futuro do executivo Mário Alves Barbosa Neto, arquiteto da transformação da multinacional na líder do segmento no país. O presidente da Bunge Fertilizantes e da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), que esteve à frente das negociações com a Vale, foi o escolhido pela mineradora para presidir a Fosfertil.
Auditoria operacional realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostra uma estrutura sucateada, falta de gestão e controle sobre os ativos armazenados e diferenças "graves" nos volumes contabilizados pela matriz da estatal e suas superintendências regionais nos Estados.
A declaração do ITR (Imposto sobre Propriedade Territorial Rural) não costuma ser alvo de maiores preocupações dos proprietários e possuidores de imóveis rurais. O resultado dessa falta de atenção foi uma série de autuações nos últimos anos, a maior parte delas mediante autos de infração eletrônicos, patrocinada pela Receita Federal do Brasil. E as cobranças tendem a aumentar.
A nova Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que fixa as regras para a elaboração do orçamento do governo federal de 2014, inclui duas emendas da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, impedindo que o Executivo retenha em seus cofres os recursos destinados à pesquisa, à transferência de tecnologia para o setor agropecuário, e a ações de controle sanitário animal e vegetal.
Ministérios, Conselho Nacional do Café e entidades promoverão assinaturas no documento que terá efeito na colheita da safra atual
Sete das instituições apontadas durante as investigações são responsáveis pela creditação indevida de ICMS no Paraná com o valor aproximado em R$ 52 milhões
Silas ressalta que as pesquisas e inovações tecnológicas permitiram, nas últimas três décadas, que mais que triplicasse as safras de café
Dona de 33% do mercado internacional de fertilizantes - e de outra grande fatia do agronegócio mundial -, a Bunge está com os estoques em alta e os cofres em baixa. A gigante do setor informou que o lucro do terceiro trimestre declinou 33% em virtude da queda na demanda por rações, fertilizantes e serviços para armazenamento e transporte de safra.
Atual ministro do MAPA deixará cargo em dezembro, com missão de dever cumprido com Plano Agro+
Os cafeicultores da Colômbia afirmaram no último domingo (03/03) que as ajudas anunciadas na véspera pelo Governo do presidente Juan Manuel Santos são insuficientes e não concordaram em parar a greve, que já dura 8 dias.
Perdas com novo esquema podem ultrapassar R$ 100 milhões; expediente rememora Operação Broca.
O Porto de Santos registrou um volume recorde em suas exportações de café no ano passado. A receita resultante desses embarques também atingiu uma marca histórica.
Aqueles que nesse espaço me acompanham, sabem que este escriba não é dado aos exageros, a não ser os da retórica argumentativa e de suas consequências. A escolha desse título atrai leitores mais curiosos que, ao se deparar com as chatices da economia agrícola, logo partem para outro assunto menos pantanoso, quer pela imprecisão intrínseca ao método de análise empregado nessa ciência, quer pela sua incapacidade de imaginar um futuro plausível para os fenômenos que, por pressuposto, busca elucidar. Portanto, meu leitor ou minha leitora, vá com calma e não exagere.
O MST foi criado em 1984, em pleno processo de redemocratização do País, por iniciativa de sindicatos de trabalhadores rurais, organizações sociais voltadas para os problemas do campo e, especialmente, a Comissão Pastoral da Terra. Mas o sectarismo ideológico acabou transformando os assentamentos rurais que o MST controla em todo o País, todos fortemente dependentes de financiamento governamental, numa tentativa anacrônica de preservar uma estrutura de produção de subsistência.
Odiado pelos latifundiários de direita e considerado tímido pelo proletariado de esquerda, esse tributo, em que pese seu caráter extrafiscal, não atende a nenhum interesse político de forma eficiente. Se o seu município extrapolou o que lhe foi delegado, confundindo fiscalizar com estabelecer pauta de valores, é hora de se valer do Judiciário na defesa dos direitos. Afinal, é difícil acreditar que, na realidade, um imposto "patinho feio" virasse cisne, mas é muito permitir que ele se torne mais estranho do que é.