Desafios e perspectivas para o café em Rondônia
Redução de área e uso de tecnologias e aumento da produtividade Por Calixto Rosa Neto, da Embrapa Rondônia.
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Redução de área e uso de tecnologias e aumento da produtividade Por Calixto Rosa Neto, da Embrapa Rondônia.
Número é reflexo do comparativo dos dois primeiros meses de 2015 em relação ao mesmo período em 2014, diz relatório do Cecafé.
Segundo relatório do CeCafé a receita com exportações do grão cresceram 53,3% no último mês.
Por Eduardo Cesar Silva e Luiz Gonzaga de Castro Junior, da Ufa e Bureau de Inteligência Competitiva do Café.
Com crescimento de 67,9%, produto soma US$ 681 milhões em exportações. Entre janeiro e dezembro de 2014, o montante alcançado pelo agronegócio brasileiro foi de US$ 96,75 bilhões.
O valor de US$ 8,1 bilhões é o segundo maior registrado pelo setor. Destacam-se os resultados obtidos com o café, que somou US$ 4,1 bilhões.
Segundo o subsecretário do Agronegócio, Antônio Carlos Xavier da Gama, o aumento foi de 29,2% em relação ao registrado no mesmo período de 2013.
Valor dos repasses em seis meses atingiu R$ 314,2 milhões. Para a Seapa - Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os números mostram o interesse crescente dos produtores mineiros em investir nas boas práticas agrícolas recomendadas para o desenvolvimento de uma agricultura sustentável.
Valor total de julho a setembro é 24,5% maior que o registrado no mesmo período em 2011. Já os agricultores familiares do estado totalizaram R$ 320,6 milhões em aplicações de crédito, um aumento de 2% em relação ao volume de recursos repassados nos 3 primeiros meses da safra anterior. Café mantém a liderança entre os produtos beneficiados por aplicações de crédito, com 27,6% do total contratado.
As exportações do agronegócio brasileiro atingiram a cifra recorde de US$ 90,3 bilhões nos últimos 12 meses (outubro/2010 a setembro/2011). O valor representa uma expansão de 24,8% em relação aos US$ 72,3 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. As importações cresceram 33,6% e alcançaram o montante de US$ 16,6 bilhões no intervalo. A diferença resultou num superávit da balança comercial do setor de US$ 73,6 bilhões.
A cafeicultura mineira teve mais um ano de resultados positivos, principalmente com as vendas externas, e o setor procura se fortalecer para exportar mais e atender ao mercado interno com produtos de qualidade.
A estatal Petrobras vai construir duas fábricas de fertilizantes nitrogenados à base de gás natural. Juntas, terão capacidade de produção de 5,8 milhões de toneladas/ano de ureia, composto orgânico rico em nitrogênio usado na fabricação de fertilizantes, obtido por meio do gás natural. A cifra corresponde a 90% do consumo do país em 2014 e 2015, quando as duas unidades devem entrar em operação. Hoje, as importações são o equivalente a 50%.
Minas Gerais registrou exportações da ordem de US$ 24,44 bilhões em 2008, cifra que ultrapassa em mais de US$ 4 bilhões a meta prevista de US$ 20,16 bilhões para o ano. Os dados foram divulgados no final da tarde desta segunda-feira (5), pela Central Exportaminas, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), que atua em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Segundo relatório da Secretaria de Produção e Agroenergia, do Ministério da Agricultura, com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a receita cambial com exportação de café verde apresentou elevação de 79,08% nos primeiros cinco meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2010. A receita com torrado e moído apresentou elevação de 3,28% e com café solúvel apresentou elevação de 17,41%.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, afirmou nesta terça-feira (17), em Brasília, que a carga tributária que incide sobre os alimentos no Brasil é muito alta. "A carga tributária dos alimentos é de 19%. Não se tributa alimentos; se desonera para que a população possa pagar mais barato pela comida", afirmou ao participar do seminário "Reforma Tributária: essencial para o desenvolvimento sustentável do Brasil".
Como já vinha sendo informado através das previsões de tempo, as regiões produtoras de café do Brasil receberiam chuvas na segunda quinzena de setembro (16 a 30/10). Com isso, as cotações do arábica no mercado interno acumularam quedas. O Indicador Cepea/Esalq registrou baixa acumulada de R$ 14,26/saca, sendo cotado a R$ 318,8/saca na última quarta-feira (30). Problemas futuro com o clima no Brasil e nos demais países produtores colaboram para que os preços voltem a subir e para que o mercado fique firme novamente.
A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), divulgou ontem (01) os dados da balança comercial brasileira do mês de maio. A exportação de café em maio apresentou queda de 5,5% em termos de volume, pois em abril passado foram embarcadas 2,199 milhões de sacas. A receita cambial foi 7,16% menor, considerando faturamento de US$ 346,6 milhões em abril.
Sustentados pelo crescimento do crédito, da renda e do emprego, os brasileiros, no total, devem gastar neste ano R$ 2,2 trilhões. Os números fazem parte do estudo Índice de Potencial de Consumo (IPC) Target. De acordo com o estudo, as 27 capitais devem responder por 34,5% do consumo neste ano, frente a 32% em 2009. As famílias das classes B1 e B2, juntas, terão 46,5% do consumo do País, ante 42,4% em 2009.
A dobradinha cana de açúcar-café vai garantir o crescimento da renda agrícola neste ano e a volta da receita do campo ao nível pré-crise. Entre grãos, algodão, café, cana e laranja, os produtores devem embolsar R$ 175,5 bilhões em 2010 com a venda da safra, nas contas da RC Consultores.
Os agricultores de Minas Gerais já podem recorrer à linha de crédito de R$ 6,5 bilhões, definida pelo Banco do Brasil para cobrir o custeio, investimento e comercialização da safra 2009/10. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (7), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, durante assinatura de acordo de cooperação técnica entre o Governo de Minas e o banco.
A entrega de fertilizantes ao consumidor final no período de janeiro a março de 2009 foi de 4,1 milhões de toneladas. O resultado é 23% inferior ao apresentado nos três primeiros meses de 2008. De acordo com o presidente da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, Cristiano Walter Simon, que se reuniu com o setor nesta segunda-feira (11), em Brasília, o período é de final de safra e preparo de abastecimento para a safra de inverno.
As exportações do agronegócio de Minas mostram os efeitos da crise financeira internacional. Os resultados foram negativos para a maioria dos produtos, conforme dados divulgados pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O café, produto chefe das exportações do agronegócio mineiro, teve uma retração de quase 3,0%, com movimento de US$ 218,3 milhões, contra US$ 224,7 milhões registrados no mesmo período de 2008.
O Valor Bruto da Produção (VBP) de café, em Minas Gerais, deve alcançar em 2014 a soma de R$ 9,2 bilhões, cifra 13,6% superior à registrada no ano passado, segundo levantamento realizado em março pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Já para o Brasil, a previsão é de aumento de 10,5% no VBP do café, alcançando R$ 15,8 bilhões.
O consumo de café na Costa Rica caiu 15,3% na safra 2007/08, para 274.543 sacas de 60 kg, conforme informou o Instituto de Café da Costa Rica (Icafé). Desde o seu máximo de 366.237 sacas na safra 2004/05, o consumo no país centro-americano tem caído anualmente, disse o Instituto. Os torrefadores de café culpam as deficientes campanhas de promoção dos grãos e a inflação no país.