Os chineses começarão a beber mais café do que chá?
Em grandes cidades, como Pequim, as cafeterias parecem estar em todas as grandes esquinas.
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Em grandes cidades, como Pequim, as cafeterias parecem estar em todas as grandes esquinas.
A demanda por commodities na China pode estar em declínio, mas em um país de consumidores de chá, o café - mesmo uma xícara cara - é um ponto brilhante raro.
Para trocar informações e experiências quanto ao fomento, registro e controle de indicações geográficas (IG), profissionais que atuam com registro de IG no Brasil se encontram com representes chineses nesta terça-feira, 25/06, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A China é conhecida por sua política pública de reconhecimento e garantia da origem de produtos por meio do registro de IG.
As grandes empresas da indústria de café querem que os chineses bebam mais o produto e estão investindo dinheiro nisso. As empresas estão desesperadamente tentando criar uma cultura de café na China. O café no país mais populoso do mundo ainda é uma "tendência", não um "hábito", disse o diretor executivo da Shanghai Timo Coffee Co., Xi Ci.
Especialistas do Brasil e da China reuniram-se nesta semana, na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), para discutir as possibilidades de aproximação entre os dois países, o que pode resultar num acordo de cooperação bilateral para ampliação do comércio e atração de investimentos. O tema foi discutido com integrantes da delegação do Ministério de Finanças e Comércio da China e da Corporação Internacional de Engenharia Consultiva da China.
Depois da mineração de ferro, indústria próspera no estado de Minas Gerais, o agronegócio, em especial o bom desempenho das lavouras de café do Sul e do açúcar no Triângulo, entraram na mira dos investidores chineses. A extração mineral e a produção de alimentos passaram a concentrar as consultas de empresas de capital chinês à Câmara de Comércio Brasil-China, que aumentaram 50% no último ano, informa Daniel Manucci, diretor regional da instituição em Minas.
A Agrifirma, grupo brasileiro que trabalha na aquisição e desenvolvimento de terras agrícolas, está esperando para se tornar a primeira empresa nacional a ser listada na bolsa de Hong Kong. "Há uma escassez de terras cultiváveis na própria China. Eventualmente, a China terá de ir ao exterior para originar seus produtos agrícolas", disse Adrian Fu.
Especialista afirma que as gerações jovens na China não pertencem ao chá; elas são abertas e buscam formas diferentes de vida.
Segundo informações da Xinhua, agência de notícias oficial do governo da República Popular da China, seis unidades associadas à uma federação chinesa irão à Argentina para cultivar grãos.
Companhia anunciou durante evento seus planos de abertura de outras 1.400 lojas no país nos próximos três anos.
Segundo a firma de pesquisa Canadean, o café deverá registrar uma taxa anual composta de crescimento de 15,4% entre 2014 e 2019.
As estatísticas mostram que a indústria do café tem crescido a uma taxa média anual de 15% na última década.
Volume, contudo, não deve ser suficiente para absorver a produção global e influenciar preços.
Dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação indicam que a produção em 2013/2014 alcançou 1,9 milhão de sacas e se duplica a cada cinco anos.
A rede The Coffee Bean & Tea Leaf (CBTL) assinou um acordo com a rede varejista da Coreia do Sul, E-Land, para abrir novas lojas.
Com painéis em inglês, os produtores de café brasileiros esperam iniciar ou estender a rede de relacionamentos com torrefadoras estrangeiras no FestCafé, que acontece em Belo Horizonte (MG). Entre o publico alvo estão importadores dos Estados Unidos, Tailândia, Rússia, Alemanha, Japão e Áustria. Mas são os chineses que concentram a euforia da maior parte das cooperativas. "A China vem ocidentalizando suas maneiras e é cliente potencial para o futuro", acredita o superintendente do Conselho das Associações dos Cafeicultores do Cerrado (Caccer), José Augusto Rizental.
Segundo o jornal oficial chinês Shanghai Daily, os chineses deverão consumir entre 60 mil e 70 mil toneladas de café (<i>1 a 1,17 milhão de sacas</i>), em 2007, num aumento de 40% no consumo da bebida.
Objetivo é intensificar comércio e atrair investimentos chineses para infraestrutura brasileira. "Essa é uma oportunidade para o Brasil, que tem condições de produzir mais de forma sustentável para abastecer esse mercado com lácteos, carnes e produtos agropecuários de maior valor agregado", afirma a senadora Kátia Abreu e presidente da CNA, que lidera comitiva da entidade no país asiático. Confira
O crescimento de 9% ao ano da economia chinesa é a oportunidade que uma missão empresarial mineira busca para ampliar os negócios. O grupo estará no país oriental até dia 3 de novembro. Nove empresas e cooperativas integram a missão. Entre as produtoras de café estão a Cooperativa Regional dos Cafeicultores de São Sebastião do Paraíso (Cooparaíso) e a Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocaccer).
O diretor-presidente da Embrapa, Silvio Crestana aponta a busca de maior visibilidade para o café brasileiro como importante para valorizar a cafeicultura do país. Para tal, elenca o incentivo a campanhas, dias de campo para transferência de tecnologia e a busca por novos mercados - como a China.
Na pequena cidade de Fushan, na província de Hainan, no sul da China, este número chega a 200 xícaras por ano.
Importadores chineses de produtos agropecuários integrarão a missão de técnicos da Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena (AQSIQ) da China, que visitará o Brasil até o primeiro semestre de 2013, provavelmente em fevereiro. "Meu sonho é que cada chinês tome uma xícara de café", diz presidente da CNA - Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil.
De janeiro a maio de 2019, foram destinadas 88.179 sacas de café ao gigante chinês. Segundo o Cecafé os jovens chineses têm consumido mais o café
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, reuniu-se, nesta terça-feira (19/02), em Brasília, com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Mendes Ribeiro, para discutir questões relacionadas à sanidade agropecuária, à tipificação de carcaças, ao Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2013/2014, além da criação do "Ano do Leite" e de projetos que envolvam a promoção comercial no exterior.