Chefe da Olam Coffee pede fundo de estabilização dos preços do café
Vivek Verma, chefe da divisão global de café da Olam International, gigante do agronegócio, discursou em apoio à criação de um fundo global de estabilização de preços para o café
422 resultados para "chefe"
Vivek Verma, chefe da divisão global de café da Olam International, gigante do agronegócio, discursou em apoio à criação de um fundo global de estabilização de preços para o café
"Se existe uma produção de café que ainda pode melhorar em sustentabilidade, é a do conilon", pontuou Evaristo Eduardo de Miranda durante o Brazil & Sustainable Coffee Conference.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou em 17/09/2010, os resultados da balança comercial brasileira com dados consolidados até agosto de 2010. Até agosto de 2010, as transações envolvendo café verde somaram US$2,84 bilhões representando 2,25% do total da pauta de exportações brasileiras. O que mais surpreende foi constatar que o café se situou acima da indústria automobilística que faturou apenas US$2,80 bilhões e participação relativa de 2,25% no total das exportações.
Para chefe adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Rondônia, evolução da cafeicultura do estado resulta do processo de renovação das lavouras
Webinar contará com as informações do Chefe de Serviço do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Inmet, Francisco de Assis Diniz
O brasileiro José Dauster Sette, que estava na secretaria da Associação Brasileira dos Exportadores de Café (Abecafé), foi confirmado pela Organização Internacional do Café (OIC) como o novo chefe de Operações da instituição. A indicação foi feita pelo Conselho Deliberativo de Política Cafeeira (CDPC) e pelo Ministério da Agricultura. Até então o cargo era ocupado por um argentino.
"Estamos completamente parados. As exportações paradas, não há nenhum movimento de café para os portos ou internamente", afirmou Roberto Velez, chefe da FNC
Preocupado com os impactos que o aquecimento global pode trazer à cafeicultura brasileira, o CNC (Conselho Nacional do Café) organizará palestra com o chefe geral da Embrapa Informática Agropecuária, Eduardo Delgado Assad, e com o coordenador de Projetos de Meteorologia da Unicamp, prof. dr. Hilton Silveira Pinto, no dia 14 de outubro, às 10h, no auditório da Minasul, em Varginha/MG.
A OIC foi representada por seu Chefe de Operações, José Sette, e seu Economista-Chefe, Denis Seudieu, na 5ª Conferência e Exposição de Cafés Finos Africanos. No discurso programático, em nome do Diretor-Executivo, Sette pôs em relevo os principais elementos do Acordo de 2007 e apresentou uma visão geral dos projetos de desenvolvimento cafeeiro da OIC e do mercado mundial de café. Mais de 500 delegados do setor privado, agências governamentais, instituições de pesquisa e organizações financeiras internacionais e de desenvolvimento compareceram ao evento.
Depois de plantar 18 milhões de pés de café, o empresário paulista João Faria da Silva se tornou o maior produtor do grão no mundo e quer também ser um dos maiores exportadores. Chefe da terceira geração de uma família de cafeicultores, ele administra sete fazendas, localizadas nas principais regiões de café do país, como sul de Minas, cerrado mineiro, mogiana paulista e oeste baiano, e produz 180 mil sacas do grão anualmente.
O chefe do Gabinete de Estatística e Planejamento do Ministério da Agricultura de Angola, Joaquim Duarte informou que seu país precisa da cooperação do Brasil, sobretudo na pesquisa agrícola. Segundo o secretário da Agricultura de Minas Gerais, Gilman Viana Rodrigues, o Estado é receptivo a propostas de intercâmbio de conhecimento e pode apresentar a experiência de sua produção, que é bastante diversificada. Ele destacou que "o conhecimento científico e tecnológico dá suporte ao bom desempenho da produção agrícola e pecuária do Estado, como o café, leite, carne e florestas, presentes em quase toda Minas Gerais".
As exportações de café do Panamá geraram um movimento econômico de US$ 15,1 milhões no período de 2006-07, US$ 9 milhões a mais que no período anterior. O chefe nacional do programa de café do Ministério de Desenvolvimento Agropecuário (MIDA) do Panamá, Raúl Ortiz, disse que o aumento se deve à boa safra, o que permitiu um crescimento de 5,4% na produção. Esta situação permitiu uma colheita de 206,073 mil sacas de 60 quilos superando em mais de 18,4 mil sacas a safra anterior.
O café etíope foi exportado para 48 países, sendo que, Alemanha, Japão, Arábia Saudita, Bélgica, Estados Unidos, Itália, França e Sudão estiveram entre os principais destinos. O número de países para os quais a Etiópia exportou café aumentou em 12 com relação ao ano anterior.
A marca Café 35, que está para completar 93 anos, deverá entrar no mercado novamente. Segundo os sócios, que fizeram investimento de R$ 400 mil no novo negócio, o café já foi testado em pequenos estabelecimentos com excelente aceitação.
O prazo para entregar o Imposto Territorial Rural (ITR) vence, amanhã, dia 29/9.
Notícia do Diário de Maringá informou que um temporal de granizo em Maringá (PR) e região no sábado, prejudicou diversas plantações, incluindo as de café.
Despacho do ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, publicado na edição desta sexta-feira no Diário Oficial da União (DOU), determina o afastamento temporário de Pedro Arraes Pereira do cargo de presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e exoneração de Francisco Basílio Freitas de Souza do cargo de chefe da Secretaria de Relações Internacionais da Embrapa.
Atendendo às expectativas do mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve ontem, por unanimidade, a taxa básica de juros (Selic) em 13,75% ao ano. A medida, se não atendeu ao desejo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva - que gostaria que o juro caísse -, ao menos contemplou a ala desenvolvimentista do governo, que rejeitava nova alta.
"Assim como o Brasil se beneficiou do aumento nas taxas de crescimento globais e dos mercados de crédito nos últimos anos, a recente inversão da tendência de crescimento e crédito paradoxalmente poderá se revelar benéfica", escreve o jornal Financial Times (FT) desta quinta-feira. Esses seriam alguns dos sintomas da "sorte" brasileira. Porém, ao mesmo tempo, o país estaria acumulando problemas. "Com o aumento da inflação nos últimos meses, mantê-la sob controle ficou aos cuidados do Banco Central. O papel da política fiscal, que continua sendo altamente expansionista, tem sido ignorado".
Ontem, o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) perdeu 4,5%, terceira maior queda de 2008 e o dólar subiu 2,07%, para R$ 1,772, valor mais alto desde 30 de janeiro deste ano. Entre 20 de maio, quando atingiu a pontuação máxima, e ontem, o Ibovespa caiu 34%. A moeda americana avançou mais de 13% ante a brasileira desde a menor cotação dos últimos anos, no dia 31 de julho deste ano (R$ 1,562).
O banco suíço UBS encerrou recomendação em investimentos em reais e passou a uma posição que definiu como "neutra". O fortalecimento do dólar nos mercados globais e a deterioração da conta corrente do país tornam a moeda brasileira mais vulnerável, segundo Paulo Tenani, analista-chefe do UBS Wealth Management.
A rede de cafeterias Starbucks anunciou na quinta-feira passada sua estratégia para atrair clientes, combater a crescente concorrência e se prevenir da desaceleração da economia americana, que segundo seu executivo-chefe, Howard Schultz, começou a afetar seu negócio. Durante a reunião, o fundador da maior rede de cafeterias do mundo - atualmente com cerca de 16 mil estabelecimentos - tentou tranqüilizar os acionistas com a apresentação de diversas iniciativas, como a redução de preços, a oferta de novos produtos e até a introdução das máquinas suíças Mastrena, mais efetivas e menores.
Ontem a queda do dólar foi de 0,15%, chegando a R$ 2,034 com o fluxo positivo e as operações de arbitragem. Foi o menor fechamento desde 6 de março de 2001, influenciado também pela alta taxa de juros.
Sem precisar um prazo para que isto aconteça, economistas acreditam na possibilidade de que, nos próximos meses, talvez, semanas o dólar caia abaixo dos R$ 2,00.