Busca

Informe termo ou autor que deseja encontrar no CaféPoint.

346 resultados para "cartas"

13/02/2008

Hafers diz que quer regras, não intervenções

A época dos estoques foram feitos para a lavoura. Não diria que o governo não liga para a lavoura. Faz parte de um queixume que não contribui. Temos que mostrar problemas mas também apontar soluções. Passou a época de controle de preços. Precisamos sim de políticas contra cíclicas para evitar altas e baixas que não servem nem ao produtor nem ao consumidor. Quero regras, não intervenções. O preço vai subir, e duzentos dólares me parece modesto em dois ou três anos. Essa explosão não nos serve, pois vão plantar muito e virá tudo como dantes no quartel de Abrantes. No entretempo, aproveitemos.

01/03/2011

Há momento melhor que agora?

Foi com grande satisfação que lemos todas as cartas enviadas nas últimas duas semanas. É essa a função da coluna, e de portais como o CaféPoint: estimular o debate. Acreditamos que a troca de percepções entre indivíduos com experiências de vida distintas é um excelente caminho para entendermos melhor qualquer problema complexo. Bem, vamos ao que interessa. Indo direto ao ponto, controle de preços não é solução. Não defendemos essa política por um motivo simples: qualquer cotação estabelecida seria arbitrária.

09/02/2010

Alemanha fatura mais com exportações do que o Brasil

Quando o assunto é café, não há como deixar de pensar nas imensas plantações brasileiras e sua magnífica e histórica produção. De fato, o Brasil lidera o volume de colheita e de exportações, mas na hora de faturar com a commoditie, os alemães é quem dão as cartas. Mesmo sem contar com um pé sequer de café em seus 357 mil km<sup>2</sup> de extensão, a Alemanha é o país que mais ganha dinheiro com exportações do produto.

04/04/2008

Leitor comenta: certificações trazem sobrepreço

No atual momento de mercado, as certificações e os selos de sustentabilidade são sinônimos de sobre-preço, como muito bem observado em seu texto e algumas cartas. Porém, é comum ainda lermos outros lamentando os baixos preços da commodity. Paradoxalmente, temos agora chance real de construir diferencial de valor agregado e respondemos com atitude conservadora de quem tem medo do novo. A organização de grupos de produtores é fundamental para se levar ao campo o que vemos e vivemos nas grandes cidades: assistência médica e odontológica, escola, computadores para filhos de colaboradores e treinamentos especializados, entre outros. E já existem muitos produtores fazendo. Talvez sejam os citados em seu texto como os que frequentemente já declaram os benefícios de quem se incluiu no novo modelo.

17/09/2007

Estimativas de safra deveriam ser mais realistas

O CaféPoint possui um sistema de comunicação interativo, onde o leitor pode enviar cartas comentando, criticando, elogiando ou até mesmo ressaltando qualquer notícia ou artigo publicado no site. Isso possibilita uma participação ativa dos usuários, trazendo a opinião dos mais variados segmentos do setor e a realidade das diversas regiões envolvidas direta ou indiretamente na cafeicultura. Leia aqui alguns dos comentários da semana.

Entre a cruz e a espada
27/09/2013

Entre a cruz e a espada

Imaginem uma eleição em que o único resultado possível é o consenso absoluto. Estranho, não? Mesmo em países em que a democracia não é um valor prioritário, seria difícil encontrar um ditador que se sentisse confortável ao anunciar a vitória com 100% dos votos - embora, acreditem, isso ocorre na Coreia do Norte, por exemplo. A razão é simples: em qualquer grupo de pessoas, matizes existem. Sejam interesses ou ideologia, é normal haver certa discordância.

A lógica do 'Estado bombeiro' e a cafeicultura
06/08/2013

A lógica do 'Estado bombeiro' e a cafeicultura

Colunista Bruno Miranda discute a recorrência do uso da palavra 'governo' nas queixas dos agentes ligados à cafeicultura em relação à atual situação. Conforme o texto aponta, de fato os tempos são difíceis; é preciso discutir, porém, qual é o melhor papel para o Estado diante do atual contexto. A ideia de que o poder público está presente para apagar incêndios econômicos é problemática, sendo necessário maior envolvimento da iniciativa privada no oferecimento de alternativas de longo prazo para o setor.