Carlos Brando é o novo presidente do conselho mundial da GCP
Brando está posicionado para fortalecer as relações entre a GCP e os órgãos doadores internacionais
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Brando está posicionado para fortalecer as relações entre a GCP e os órgãos doadores internacionais
Segundo ele, o consumo do café solúvel aumenta cada vez mais e o conilon é a base deste produto
Aconteceu na última terça-feira (31) o 4º Fórum & Coffee Dinner, promovido pelo Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). O objetivo principal do fórum foi apresentar e discutir os desafios da cadeia para nova década. Carlos Henrique Brando, consultor da P&A Marketing, mionistrou palestra para falar sobre o consumo de café nos países produtores.
O Brasil vive um momento diferente do que se percebe no restante do mundo. "O consumo no país tende a aumentar consideravelmente nos próximos anos. Mas, ao contrário do que se percebe no mercado global, o brasileiro tende a ampliar seu consumo da modalidade arábica. No restante do mundo, principalmente nos mercados emergentes, como Rússia, China e Coreia, o aumento se dará principalmente de café solúvel, que leva em sua composição basicamente café robusta
"A preocupação crescente com o meio-ambiente no último quarto do século XX levou ao questionamento do uso e contaminação da água no processamento úmido de café. As reações tecnológicas às preocupações ambientais vieram de diferentes maneiras." Confira novo artigo de Carlos H. J. Brando
Carlos Brando escreve sobre a relação de produção entre café e vinho nas fazendas brasileiras
Carlos Henrique Jorge Brando, sócio da P & A Marketing Internacional, empresa de consultoria e marketing na área de agronegócio, apontou a competitividade, sustentabilidade e marketing como os três principais desafios para a cadeia produtiva do café em 2010. Acesse e confira!
Carlos Brando faz uma reflexão sobre a tendência dos cafés fermentados mundo afora e como eles devem ou não ser julgados em concursos de qualidade
Carlos Brando destaca mudanças e quebra de paradigmas no universo do café
Busca pelo aperfeiçoamento dos canéforas, com o Curso de Processamento 2 Robusta e o 1º Encontro Brasileiro de Degustadores de Café na região de Rondônia
Carlos Brando analisa a produção anual dos países que cultivam café e quais são as tendências de crescimento ou diminuição nos próximos anos
Carlos Brando questiona se países produtores podem aproveitar os fatores negativos no Brasil para aumentar a eficiência e oferecer cafés de melhor qualidade
Carlos Brando questiona se países produtores podem usar a oportunidade de preços altos para promover mudanças estruturais que aumentarão a competitividade
Carlos Brando explica sobre o processo de exportação dos cafés brasileiros, explorando os diferentes tipos de balança para pesagem dos grãos
Análise de consumo e contaminação da água no processamento do café cereja descascado e úmido em comparação com o café natural
Pela primeira vez em 20 anos, o cereja descascado do Brasil chegou a 10 milhões de sacas e tornou-se a segunda maior fonte de café processado por via úmida
Alta produtividade e alta porcentagem do preço de exportação FOB recebida pelos produtores são fatores comuns ao Brasil e ao Vietnã
Para acessar um mercado específico, é esperado que micro lotes tenham um perfil sensorial similar que possibilita que atraiam segmentos específicos de clientes
O Vietnã é o maior produtor de robusta do mundo, a Indonésia vem em terceiro lugar e a Índia é um conhecido produtor de robusta lavado
A necessidade de alcançar uma renda digna, próspera e sustentável traz à tona a responsabilidade compartilhada em toda a cadeia de abastecimento do café
Participação do café Robusta na produção mundial passou de 25% em 1980 para cerca de 35% em 2005, excedeu 42% em 2020 e está caminhando para 45% ou mais
Grande aumento nos preços dos fertilizantes provocado pela guerra entre a Rússia e a Ucrânia causará altas no custo de produção do café
Após 26 anos, João Staut deixa a P&A para dedicar mais tempo à exportadora de cafés especiais QualicafeX e à agência de publicidade GSB2
As geadas afetam as plantações de café em diferentes níveis de intensidade e estão associadas a graus de perdas em 2022 e nos anos seguintes