Busca

Informe termo ou autor que deseja encontrar no CaféPoint.

3 resultados para "calorosos"

05/04/2011

ICONE: estudo avalia impactos do Código Florestal

Nesta segunda-feira, o ICONE (Instituto de Estudo do Comércio e Negociações Internacionais) divulgou uma cartilha sobre Código Florestal, intitulada "Agricultura, Conservação Ambiental e a reforma do Código Florestal". A visão do documento pauta-se pela necessidade de debater a reforma do Código Florestal com racionalidade. Para isso, o ICONE apresenta propostas e sugere soluções para que a ocupação e o uso da terra sejam feitos de forma a equilibrar conservação ambiental, produção agrícola e desenvolvimento econômico. O Instituto acredita que é possível e desejável o equilíbrio entre a sustentabilidade e a expansão da produção. Para tanto, é urgente que se adote um novo Código Florestal que crie incentivos para a regularização ambiental dos produtores e estabeleça formas de viabilizar a recomposição das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e a compensação das áreas de Reservas Legal (RL), bem como a proteção efetiva da vegetação nativa existente.

16/11/2010

Encafé: IN 16 preocupa agentes da cadeia de café

"Cafés de baixa qualidade tem atrapalhado o setor. Os preços do café torrado e moído não sobem", comentou o Presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Café (Abic), Almir José da Silva Filho, durante o 18º Encafé (Encontro Nconal das Indústrias de Café), realizado de 12 a 16 de novembro, em Natal/RN. O evento discutiu principalmente a Instrução Normativa 16, que determina um padrão mínimo de qualidade para café torrado e moído. Ewaldo Wachelke, do Café Casa Verde, acredita que o grande calcanhar de aquiles da IN 16 é a análise sensorial e a questão do técnico responsável por analisar a bebida.

14/12/2009

Marina Silva: a proposta brasileira é apenas um começo

Em seu primeiro compromisso público em Copenhague, a senadora Marina Silva (PV-AC) deixou claro que sua rota e sua visão em relação ao meio ambiente são bastante diferentes das colocadas até agora pelo governo Lula, cuja sucessão ela deve disputar. Para Marina Silva, a proposta brasileira "é apenas um começo". Ela avalia que a meta do país para corte das emissões - que varia de 36,1% a 38,9%, baseada em cerca de 50% na queda de desmatamento na Floresta Amazônica e no Cerrado -, além de recente, toma como base uma curva projetada, "um alvo móvel". E considera necessário um detalhamento dessas metas com, por exemplo, objetivos específicos para o setor energético.