Funcafé começa a ter recursos liberados para safra 2015
No primeiro lote, foram disponibilizados R$ 566,3 milhões, distribuídos entre Bancoob, BNP Paribas Brasil e Banco Ribeirão Preto.
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No primeiro lote, foram disponibilizados R$ 566,3 milhões, distribuídos entre Bancoob, BNP Paribas Brasil e Banco Ribeirão Preto.
Recursos, repassados nesta sexta (21/8), serão investidos na política de apoio ao setor cafeeiro
Mapa assina contratos com 23 instituições financeiras, que ficarão responsáveis pelas operações.
Fundo de Sustentabilidade Sindicalizado Vinculado a Sustentabilidade foi renovado pela Sucafina e BNP Paribas
Dentre os 27 agentes financeiros que operam as linhas de crédito do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), apenas os Bancos Cooperativo do Brasil (Bancoob) e BPN Brasil assinaram contratos com o governo e estão aptos a iniciar o repasse dos recursos. A liberação do crédito está atrasada em 2013, pois mais da metade da safra está colhida.
Com o avanço da colheita de café, o governo vai autorizando instituições financeiras a implementar linhas de crédito para financiar o setor. O Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (19/5) traz novos contratos firmados entre o Departamento do Café, da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, e alguns bancos, nos quais são disponibilizados recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para custear a cadeia produtiva.
Nos últimos sete anos, 64 milhões de brasileiros ascenderam de faixa de renda. Segundo a pesquisa "O Observador Brasil 2012", de 2005 até 2011, enquanto diminuiu a parcela da população mais pobre (de 51% para 24%), cresceu o universo dos mais ricos (de 15% para 22%) e, também, da classe média (de 34% para 54%), que passou a ser maioria no país.
A safra mundial de café 2009/10 deverá registrar excedente de 14,66 milhões de sacas de 60 quilos, de acordo com estimativa do BNP Paribas Fortis Bank. O volume é ligeiramente menor que o estimado pelo banco em julho, de 14,86 milhões de sacas.
A renda dos consumidores brasileiros cresceu na passagem de 2007 a 2008. Segundo a pesquisa Observador Brasil, divulgada ontem (01) pela financeira francesa Cetelem - controlada pelo BNP Paribas - e o pelo Instituto Ipsos, a renda familiar média do brasileiro em geral cresceu 11% em 2008, ao passar de R$ 1.047 para R$ 1.162 no ano passado. O perfil de consumo do brasileiro também mudou. Produtos antes considerados supérfluos, como iogurtes e salgadinhos, hoje não saem do carrinho de compras, mesmo em momentos de crise.
Mesmo em um ano marcado pela crise global, a classe C conseguiu ampliar sua participação, em 2009, para 49% da população brasileira, ante 45% no ano anterior, chegando a 92,85 milhões de pessoas no país. As classes A/B cresceram de 15% para 16% do total, enquanto as D/E encolheram (de 40% para 35%).
Depois de acumular quatro meses de resultados negativos, de outubro do ano passado a janeiro deste ano, o fluxo de capital estrangeiro ao Brasil voltou a ficar positivo em fevereiro, disse o Banco Central. O volume de recursos que entrou no país no mês superou as remessas feitas no período em US$ 841 milhões.
Liberações são acompanhadas pelo CNC. Cafeicultores podem acessar recursos através dos agentes com os quais mantém relacionamento financeiro
Instituições receberam recursos para linhas de Comercialização, Custeio, FAC, Capital de Giro e Recuperação de Cafezais
O Departamento do Café da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) assinou contratos com 26 agentes financeiros para repasses de recursos de R$ 3,16 bilhões autorizados do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) na safra 2013.
A classe C é a que mais tem potencial de consumo segundo levantamento realizado pela consultoria Target. Com renda média mensal familiar de R$ 1.062, a classe C, que já é a maioria da população brasileira, somou R$ 365 bilhões em 2007. "Nenhuma classe social isoladamente tem maior potencial de consumo do que a classe C", afirmou o diretor da consultoria, Marcos Pazzini.