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61 resultados para "bmf"

03/01/2011

BM&F: commodities agrícolas tiveram forte valorização

A conjunção entre fatores climáticos, aquecimento do mercado interno e crescimento da demanda internacional por alimentos criou um cenário bastante favorável para a forte valorização dos preços domésticos ao longo do ano. Soma-se a esses fatores a desvalorização do dólar no âmbito internacional, fato que deixa as commodities agrícolas mais atraentes para os fundos e criam um cenário de maior volatilidade. Os principais destaques ficam por conta da soja e do café, que tiveram uma trajetória ascendente ininterrupta ao longo de todo o segundo semestre de 2010.

13/01/2010

Café: preços futuros recuam nas bolsas de NY e BM&F

Os preços do café recuaram e fecharam esta terça-feira (12) em queda, nas bolsas de Nova York (ICE) e na BM&FBovespa. Segundo analistas consultados pela Dow Jones Newswires, o sentimento no mercado é de que os preços do café tiveram uma valorização muito rápida nos primeiros pregões do ano, o que estaria fazendo com que fundos ajustassem suas posições. No mercado doméstico, a saca de 60 quilos do café arábica fechou em alta de 0,51%.

24/08/2009

BM&F: aperfeiçoamento do contrato de café arábica

Lançado em 1978, o contrato de café arábica é um dos mais negociados na BM&F-BOVESPA. O contrato foi aperfeiçoado em maio de 2009 com o objetivo de conciliar o produto negociado ao que é predominantemente exportado. A principal mudança concentra-se no tipo especificado, que passou de 6 para 4/5. Com essa modificação, o risco de preço dos exportadores brasileiros será minimizado pela melhor visibilidade da arbitragem internacional.

03/04/2008

Unidas, Bovespa e BM&F, são a terceira maior bolsa

A Bovespa e a BM&F anunciaram, em entrevista coletiva à imprensa realizada em 26 de março, que os respectivos Conselhos de Administração das companhias aprovaram o processo de integração entre as duas. A Nova Bolsa, seu nome provisório, já nasce como a terceira maior do mundo em valor de mercado - em 25 de março, o valor de ambas as bolsas somado era de cerca de R$31 bilhões. O diretor geral da BM&F Edemir Pinto explicou que a integração das duas Bolsas será um "farol" para os ativos do agronegócio brasileiro. "O Brasil é grande produtor e exportador de várias commodities, e a cultura dos derivativos voltada para o agronegócio está se consolidando."

18/02/2008

BM&F bate recorde no volume financeiro, em café

O mercado futuro do café arábica bateu um novo recorde no volume financeiro acumulado, na BM&F. Em janeiro de 2008 esse valor chegou a US$ 1,018 bilhão, alta de 33,87% comparado ao último recorde de US$ 760,386 milhões, em 2006. Os contratos futuros de café negociados na bolsa apresentaram significativa alta em jan/08 comparados a dez/07, 57,42%, passando de 38.205 para 60.144, respectivamente. Em relação a jan/07 (45.489 contratos), o acréscimo é de 32,22%, segundo dados da BM&F.

25/01/2008

BM&F distribuirá seus produtos em mais de 80 países

Em 2007, os mercados futuros agropecuários da BM&F superaram os números registrados no ano anterior. Foram 2,2 milhões de contratos ante 1,3 milhão durante 2006. O volume é recorde histórico da BM&F. O café registrou 808,2 mil contratos, 44% acima do ano passado (561,4 mil). Além disso, a BM&F e o CME Group - controlador da Chicago Mercantile Exchange - anunciaram os termos definitivos do contrato firmado por ambos em 23 de outubro do ano passado. Entre outros itens, o contrato prevê o chamado roteamento de ordens, pelo qual a BM&F poderá distribuir seus produtos pela rede de negócios da CME, que atinge mais de 80 países, e a CME poderá usar para o mesmo fim o sistema de negociação da BM&F. Isso irá acelerar a inserção da BM&F no mercado internacional e propiciar aumento da participação dos investidores estrangeiros em seus mercados, resultando em maior competitividade e lucratividade.

06/12/2007

BM&F: fatores fundamentais direcionam o mercado de café

De acordo com Nestor Osorio, diretor da Organização Internacional do Café (OIC), o dinamismo do consumo mundial de café está sendo fator importante na sustentação dos preços. O volume desse consumo, segundo estima a OIC, passou de 117,99 milhões de sacas em 2005 para 120,39 milhões em 2006, crescendo 2,03%. Se as atuais taxas se mantiverem, o consumo mundial poderá exceder 122 milhões de sacas em 2007 e, em 2008, ultrapassar 125 milhões.