Emater-MG cria projeto que troca lixo coletado por insumos agrícolas, aves e produtos de limpeza
Chamado de "Reciclar: Menos Lixo, Mais Segurança Alimentar", projeto acaba de conquistar o décimo prêmio ambiental
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Chamado de "Reciclar: Menos Lixo, Mais Segurança Alimentar", projeto acaba de conquistar o décimo prêmio ambiental
Unidade de Café da cooperativa paranaense está em funcionamento desde 1962, mas se mantém sob direção da Cocari.
Relatório da Emater-MG aponta que lama atingiu 195 propriedades rurais e mais de 1.200 hectares.
Ministra se reuniu com representantes da cadeia cafeeira e o investimento em marketing foi uma das reivindicações do setor de cafés especiais.
A Caixa realizou um projeto piloto na área de crédito rural na última safra em 150 agências. No momento, são 400 agências, e até 1° de julho serão 600 unidades. O Plano Safra 2013/2014 foi lançado na última terça-feira pelo governo federal, com previsão de alocação de 136 bilhões de reais. Segundo o Plano Safra, os bancos são obrigados a direcionar 34 por cento dos depósitos à vista para o crédito rural.
A Abic, que reúne torrefadoras e processadoras de café, informou aos supermercados que não terá condição de reduzir os preços de seus produtos em 9,25%, conforme foi anunciado na última sexta-feira (08/03) pelo governo, por causa da desoneração do PIS/Cofins de oito produtos da cesta básica, entre eles o café torrado e moído. Motivo alegado é que o setor já tem um regime de tributação especial.
A matéria orgânica do solo é considerada uma peça fundamental para a manutenção da capacidade produtiva dos solos em qualquer ecossistema terrestre. Do ponto de vista físico, melhora a estrutura do solo, reduz a plasticidade e a coesão, aumenta a capacidade de retenção de água e a aeração, permitindo maior penetração e distribuição das raízes. Atua diretamente sobre a fertilidade do solo por constituir a principal fonte de nutrientes essenciais às plantas, como também indiretamente, aumentando a capacidade de retenção dos mesmos.
Em 2009, a agroindústria brasileira recuou 4,9%, resultado foi inferior ao de 2008 (1,7%), mas ficou acima da indústria geral (-7,4%). A retração da agroindústria em 2009 deve-se à crise econômica mundial e à seca na Região Sul, acarretando redução da safra de 2009 e dos investimentos em máquinas e equipamentos agrícolas, em adubos e fertilizantes e em defensivos agropecuários.
A agricultura familiar tem forte peso na cesta básica dos brasileiros, segundo revela o Censo Agropecuário do IBGE. Dos 5,2 milhões de estabelecimentos agropecuários do País, 4,4 milhões, ou 84%, eram desse tipo. Esse tipo de exploração da terra foi responsável por 87% da produção nacional de mandioca, 70% de feijão, 46% do milho, 38% do café, 34% do arroz, 21% do trigo e, na pecuária, 58% do leite, 59% do plantel de suínos, 50% das aves e 30% dos bovinos.
O crescimento da agropecuária brasileira, no período de 1975 a 2008, foi impulsionado principalmente pela produtividade. As inovações tecnológicas decorrentes da pesquisa foram o principal fator, que contribuiu para esse resultado do setor primário e colocou o País em posição de destaque diante dos seus competidores internacionais na produção de alimentos. As informações constam do estudo elaborado pela Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A eficiência relativa dos nutrientes de Nitrogênio alcança a 78%, do Fósforo a 50% e do Potássio a 92%, dos resíduos devidamente tratados. Tomando por base a equivalência de exportação de nutrientes pela produção das culturas de grãos e também do café, os resíduos orgânicos permitem substituir parcial e mesmo totalmente os nutrientes provenientes de adubos químicos.
Muito tem sido discutido sobre as limitações que a crise financeira internacional impôs sobre a disponibilidade de crédito. Um dos tipos de crédito diretamente atingidos por ela é o dos financiamentos às exportações que dependem de recursos captados no exterior. Uma menor disponibilidade de crédito às exportações contribui para a redução dos montantes exportados. Do lado do mercado físico, o que se observa é que as exportações vêm caindo nos últimos meses seguindo trajetória muito semelhante à da redução no crédito. Observando esse comportamento, a pergunta que fica é: é a menor disponibilidade de crédito para exportações que está levando a uma redução nos volumes exportados ou é a menor demanda internacional que leva a uma queda no volume exportado e, consequentemente, a uma menor demanda por crédito?
A alimentação deu uma trégua inesperada em São Paulo no mês de setembro, mas a tendência é que os preços deste grupo voltem a crescer em outubro e se mantenham em patamar elevado nos meses seguintes, mas sem uma alta explosiva.
A aceleração dos preços dos produtos agropecuários, no segundo semestre de 2010, influenciou o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio em 2010, que fechou o ano com crescimento de 5,47%. O desempenho do setor foi positivo em todos os meses do ano, em especial entre julho e novembro. Em dezembro, o PIB do agronegócio cresceu 0,26%.
"Não se pode mais conceber um cafeicultor que capina o mato com enxada ou aplica inseticida com máquina costal. O rendimento da operação é baixo, assim como a eficiência e a qualidade, além de requerer muita mão-de-obra, o que é cada vez mais difícil de achar", afirma Antonio Lavanholi, tradicional cafeicultor de Cianorte.
O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio mineiro deve fechar o ano de 2010 com um crescimento de 5%. É o que indica o mais novo relatório do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de São Paulo (USP). A metodologia adotada pelo Cepea leva em consideração toda a cadeia produtiva do agronegócio: setor básico, insumos, distribuição e agroindústria, tanto da agricultura quanto da pecuária.
A experiência na produção de café e cacau e a política brasileira direcionada pelo Plano Agrícola e Pecuário, levando em conta o desenvolvimento sustentável, foi apresentada, nesta quinta-feira (8), à delegação do governo de Camarões (África). Participaram do encontro representantes da Secretaria de Política Agrícola (SPA) e Secretaria de Produção e Agroenegria (Spae) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Funcionários de embaixadas do Brasil na Europa participam, nestas quarta (31) e quinta-feiras (1º), do Programa de Imersão no Agronegócio em Minas Gerais, para conhecer áreas importantes no comércio agropecuário e os assuntos referentes aos processos que resguardam a qualidade do produto nacional. A ação é promovida pelos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE).
Após a divulgação da pesquisa feita pelo Ibope sobre os assentamentos rurais consolidados da reforma agrária, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, se pronunciou, rebatendo os resultados. "Nunca os assentados tiveram tanto volume de crédito e de forma tão adequada à implantação dos assentamentos", falou. Segundo o presidente do Incra, Holf Rackbart, "os assentamentos produzem muito. Essa pesquisa, no meu entender, tem o objetivo de desqualificar a reforma agrária e, na minha opinião, não reflete uma amostra da realidade dos assentamentos da agricultura familiar no Brasil", afirmou.
As exportações do agronegócio mineiro, no mês de agosto, movimentaram US$ 523 milhões e cresceram 7,7%, em relação ao mesmo período do ano passado. Já o volume embarcado no mês, de 618 mil toneladas, apresentou um salto de 41% em relação a agosto de 2008. Os números fazem parte de um levantamento da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), com base nos dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O plano do governo para estimular a mecanização das propriedades familiares, batizado "Mais Alimentos", cumpriu em seu primeiro ano 18% da meta de vendas de tratores e 42% do objetivo traçado para a elevação da produção até 2010. Em balanço apresentado na quinta-feira ao presidente Lula, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, disse que o programa federal ajudou a indústria nacional a vender 11 mil tratores "populares" e adicionou 7,8 milhões de toneladas de mandioca, milho, feijão, café, arroz, trigo e leite.
Responsáveis por uma demanda de US$ 30 bilhões ao ano, os 12 principais países árabes absorveram 4% de todas as bebidas e os alimentos vendidos no mundo em 2007. Mesmo com uma participação de 16% na demanda global dessas nações, o Brasil busca reposicionar sua "marca" nestes mercados de alta renda per capita e forte expansão demográfica na última década. O mundo árabe entrou de vez no radar dos exportadores brasileiros.
O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, anunciou hoje que o faturamento das cooperativas foi de R$ 83 bilhões em 2008, o que corresponde a um crescimento de 15% sobre o resultado de 2007, de R$ 72 bilhões. As exportações do setor no ano passado somaram US$ 4,01 bilhões, alta de 21,49% em relação aos US$ 3,3 bilhões de 2007.
As exportações do agronegócio mineiro em 2008 somaram US$ 5,8 bilhões e bateram recorde. O valor é 17,7% maior que o de 2007, que foi de US$ 4,9 bilhões. Os números foram organizados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).