Maior quebra de ramos laterais grossos de cafeeiros pela colhedora mecânica
Esqueletamento agrava o problema de quebra de ramos. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
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Esqueletamento agrava o problema de quebra de ramos. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Convênio em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e a Caixa Econômica Federal autorizou a compra de equipamentos para a reestruturação em áreas no Norte Pioneiro, no valor de R$ 819 mil.
Treinamentos incluem maior consciência no uso das máquinas agrícolas, dos agrotóxicos e dos EPIs (Equipamento de Proteção Individual) para evitar acidentes na lavoura. Outros cursos também são oferecidos pela instituição, como cultivo da lavoura, adubação e prevenção de acidentes.
O avanço da mecanização da colheita na cafeicultura brasileira tem sido aspecto de maior destaque no rol de tecnologias e inovações que são aplicadas aos sistemas de produção. Fatores como o encarecimento do emprego de mão de obra braçal nas lavouras, refletindo a política pública de recuperar o poder de compra do salário mínimo, induzem os cafeicultores à busca de alternativas para baratear as etapas do manejo em que é intensa a alocação de mão de obra, especialmente, na colheita.
Na presente nota técnica, relata-se a ocorrência de morte de ramos, de forma abundante, em lavouras de café colhidas com colhedeira automotriz, na região Sul de MG
As lavouras no Brasil têm aumentado o índice de mecanização, fator importante para reduzir custos de produção do café e para tornar a atividade competitiva
Manual, mecanizada, colhedores. Saiba as diferenças entre elas
A derriçadeira costal foi projetada para cafezais em relevos montanhosos de difícil acesso a colheitadeiras convencionais
Colheita de frutos maduros é um fator que determina o potencial de qualidade do café
A máquina derriçadeira possibilitou a criação de turmas profissionais de colhedores motorizados. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
A dificuldade de se pré-secar ou secar o café talvez seja o pior impacto do clima adverso na época de colheita sobre a qualidade do café. Por Carlos Henrique Jorge Brando, da P&A Marketing.
A partir deste mês podem ser atendidos pelo Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista - FEAP, produtores rurais pessoas físicas, com renda bruta agropecuária de até 800 mil que represente, no mínimo, 50% do total de sua renda bruta anual. Cooperativas e associações de produtores rurais com faturamento bruto anual de até R$ 3 milhões, ou ainda, produtores rurais constituídos como pessoa jurídica com faturamento anual bruto de até R$ 2,4 milhões, também podem fazer parte do programa. Até outubro este programa era destinado ao produtor com renda bruta anual de até R$ 600 mil.
Um balanço recém-lançado pelo Senar-Minas (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) sobre o projeto de capacitação gratuito realizado em parceria com a Cooxupé mostra que os produtores rurais da região de atuação da cooperativa estão buscando cada vez mais cursos voltados para operação e manutenção de maquinários como derriçadora e roçadora.
De acordo com o superintendente em Relacionamento com o Cliente da cooperativa, Paulo Sérgio Elias, a Cooparaiso vai financiar o custo da colheita para pagamento somente em setembro. "Nessa época o produtor está descapitalizado, ele já investiu no preparo da lavoura. Isso vai ajudar que nossos cooperados façam uma colheita mais tranquilos", diz.
Enquete lançada ao final de 2012, intitulada 'Quais serão os principais desafios para a cafeicultura nacional em 2013?', colocou a mão de obra uma vez mais como a grande preocupação do cafeicultor brasileiro. Análise das questões que envolvem o tema contam com participação do CNC, da CNA, do SENAR e de Sindicato Rural representante da cafeicultura de montanha, maior afetada pela conjuntura atual.
Os cafeicultores de Arábica precisam parar imediatamente este "caminhão desgovernado", na contramão. Não há raciocínio lógico, ciência ou matemática que justifique tanta insensatez. A atividade está em processo de falência por única e exclusiva culpa e responsabilidade de seus dirigentes, tendo por aval os cafeicultores.
A oferta do café robusta manteve-se limitada em setembro, sustentando a alta nas cotações nos últimos três meses. Já as cotações do arábica voltaram a se reduzir devido ao aumento de oferta na origem e melhoria das condições climáticas no Brasil.