Florada: "O que aconteceu até agora é irreversível", diz técnico da Procafé
O mercado internacional parece estar entendendo a gravidade da seca durante o período.
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O mercado internacional parece estar entendendo a gravidade da seca durante o período.
Em meio à forte crise hídrica que o país vem atravessando em 2021, surgem questões quanto a diminuição do consumo de água sem perder a produtividade e qualidade
Presidente da Junta Nacional de Café (JNC) do Peru, afirma que esse ano a produção terá queda, fechando em 3,68 milhões de sacas de 60 quilos
Em entrevista, o diretor da FAEMG e presidente das Comissões Nacional e Estadual de Café, Breno Mesquita, critica morosidade na implementação de políticas de geração de renda para a cafeicultura e classifica a situação como "insustentável". Confira matéria com participações de leitores profissionais do setor.
A balança comercial do agronegócio brasileiro registrou superávit de US$ 34,7 bilhões no primeiro semestre, crescimento de 20,5% ante o mesmo período de 2010, quando o total foi de US$ 28,8 bilhões, informa o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As exportações totalizaram US$ 43,1 bilhões, aumento de 23,4% no período, e as importações cresceram 36,8%, para US$ 8,3 bilhões.
Para o diretor do Departamento de Café do Ministério da Agricultura, Robério Silva, o aumento da participação nos blends internacionais e preços favoráveis aquecem o comércio do produto.
É crescente a preocupação com os potenciais "efeitos colaterais" do aparecimento de sistemas de inteligência artificial
Produtores mostram resiliência frente às intempéries e mantém posição de liderança com 44% da produção nacional no ano
Fomos conhecer as histórias de pequenos produtores brasileiros que foram qualidade e governança e estão prestes a conquistar três selos de indicação geográfica para café: Conilon Capixaba, Montanhas do Espírito Santo e Caparaó
A cafeicultura, em especial a do conilon, vem atravessando um bom momento, marcado, sobretudo pelas elevações dos preços do produto e do notável avanço tecnológico que vem propiciando acréscimo significativo na produtividade. No entanto, é notável o aumento no custo de produção, impactado principalmente pelas sucessivas altas nos preços dos adubos e do preço da mão-de-obra.
Cafeicultor de São Pedro da União (MG) escreve sobre o stress hídrico das lavouras e os futuros desafios que os produtores de café enfrentarão
Exportação do café canéfora cresceu 4,7% na comparação com maio de 2019
No caso do café verde, no ano passado, o Peru foi o quarto fornecedor do país asiático, depois de Colômbia, Brasil e Vietnã.
O país deve chegar a 4,5 milhões de sacas, frente a 3,9 milhões de sacas na safra anterior.
As cotações encerram a quarta-feira (27) em queda após atingir valores recordes na terça-feira. Em Nova York o primeiro vencimento dezembro/10, teve desvalorização de 145 pontos, fechando a 200,30 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 347,22, com valorização de R$ 2,12/saca, segundo o indicador Cepea/Esalq. Em relação ao conilon, o indicador Cepea/Esalq registrou alta de R$ 1,06/saca, sendo cotado a R$ 179,46/saca. No acumulado de um mês a valorização é de R$ 9,00/saca (+ 5,28%).
O Brasil pode crescer 5% ou até mais em 2010, acima da média internacional, sem qualquer pressão inflacionária. Essa é a previsão da área de pesquisa econômica do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Segundo Ernani Torres Filho, superintendente da área de pesquisa do BNDES, o país crescerá de 2,5% a 2,9% somente pelo "carry-over" (efeito estatístico do crescimento de um ano para o outro).
Terminou na tarde desta terça-feira a 8ª edição do Congresso Brasileiro de Agribusiness, promovido pela Associação Brasileira de Agribusiness - ABAG, concluindo as novas diretrizes para o 9º Congresso em 2010, em torno da necessidade de se criar políticas públicas. Nesta edição, a sustentabilidade e a crise mundial foram os temas que nortearam os debates.
Devido ao prolongamento da crise e ao mau gerenciamento, os recursos se esgotaram, os cafeicultores ficaram endividados ou sem possibilidades para novos investimentos - e ainda desestimulados, pedem auxílio. Nunca devemos fazer críticas sem propostas, por isso a APAC elaborou uma série de propostas para valorizar o café, evitar oscilações e especulações.
A tendência é que realmente o mundo vai beber mais café nos próximos anos. A cada ano a China inclui no seu mercado de trabalho cerca de 35,0 milhões de pessoas. Isso equivale a população da argentina. No Brasil, pode ser que a promoção de tratos culturais seja limitada em função dos produtores estarem com os seus preços de venda (nos dias de hoje) próximo do preço de custo (isto com relação ao café arábica que representa 75% da produção brasileira). Acredito ainda que as perspectivas para o mercado de café, no médio prazo, sejam favoráveis.
Nos países desenvolvidos, a maior concorrência sofrida pelo café traz dificuldades, mas também garante uma série de oportunidades para aqueles agentes mais ligados nas tendências. Nestes mercados, saber captar as preferências dos consumidores é fundamental, cativando-os.