Cofco prevê risco de escassez de café para o próximo ano
A produção global na safra 2017/2018 será 4,4 milhões de sacas abaixo da demanda
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A produção global na safra 2017/2018 será 4,4 milhões de sacas abaixo da demanda
Produtores vêm reportando que clima atrapalhou andamento da colheita. Previsão é de que ocorram pancadas de chuva em municípios do Sul de Minas e na Mogiana.
De acordo com o Escritório Carvalhaes, lotes mais raros de CD também encontram interessados.
Os preços do café caíram com força ontem na Bolsa de Nova York, pressionados por um clima mais favorável nas áreas produtoras do Brasil, maior produtor da commodity. A chuva em excesso prejudicava a colheita há algumas semanas, atrasando a chegada do produto ao mercado.
O tempo chuvoso nas principais regiões produtoras de café do Brasil vem prejudicando a colheita, atrasando a entrada da safra e comprometendo a qualidade, afirmou o relatório do Conselho Nacional do Café (CNC).
Pesquisas desenvolvidas pela Universidade Federal de Lavras (Ufla) - instituição participante do Consórcio Pesquisa Café cujo programa de pesquisa é coordenado pela Embrapa Café - trazem contribuições importantes para a validação de nova metodologia de avaliação e testagem da germinação de sementes de café ação em tempo reduzido. "Os estudos testaram a metodologia para diversas cultivares e diferentes níveis de qualidade. A partir dos resultados apresentados, a equipe de pesquisadores envolvida nessa nova metodologia dará início ao processo de validação do novo teste de germinação de sementes de café e posterior publicação nas Regras de Análises de Sementes", adianta a pesquisadora da Embrapa Café Sttela Dellyzete Veiga Franco da Rosa.
A atual divergência de preços entre os mercados de café arábica e robusta deve ser revertida e não se sustentará na próxima temporada, afirmou o Rabobank em relatório nesta quinta-feira, citando a grande quantidade de posições especulativas transitórias em ambos mercados e mudanças no lado da oferta.
A Etiópia, maior produtor de café da África, ameaçou proibir os exportadores e produtores de manterem seus grãos armazenados ou se ausentarem nos contratos de comércio na bolsa de commodities doméstica.
A safra de café do Vietnã poderá ser reduzida em 2010-2011 após o clima seco durante a estação de cultivo ter reduzido o tamanho dos grãos no maior produtor de café robusta do mundo, disseram executivos da indústria. "A porcentagem de grãos pequenos nesse ano é maior que no ano passado", disse o presidente da Thai Hoa Buon Ma Thuot Co, unidade da Thai Hoa Production & Trading Corp, terceira maior exportadora de café do país, Hoang Van Long. "Trata-se de cerca de 55% a 60% dessa colheita, comparado com 40% a 45% na colheita anterior".
As cotações do café arábica oscilaram bastante na última quinzena de outubro. O período acumulou ganhos tanto nos mercados futuros como no físico. Más condições climáticas nos principais países produtores têm sustentado as cotações em patamares elevados. Com isso, indicador do arábica acumulou R$ 28,59/sc de alta na última quinzena do mês, enquanto o indicador do conilon registrou R$ 9,72/sc de alta.
O preço do café negociado na Bolsa de Nova York subiu com força na última sexta-feira (29). Participantes do mercado estão preocupados com o atraso da colheita na Índia, por causa do excesso de chuvas em áreas produtoras, e puxaram para cima as cotações. O contrato de café para entrega em dezembro fechou com valorização de 3,48%, cotado a 203,45 centavos de dólar por libra-peso.
Diante adversidades do tempo e situações de mercado, os produtores têm que buscar alternativas para garantir qualidade de produção e rentabilidade em seu negócio. Para se manter na atividade, alguns investiram em despolpadores e descascadores, outros em irrigação, certificações e programas que auxiliam a comercialização, outros ainda reduziram suas áreas produtivas dando mais atenção a elas, etc. Com intuito de trocar experiências e levar conhecimento a cadeia produtiva do café, o CaféPoint quer saber sua opinião: Qual tem sido sua maior dificuldade na atividade cafeeira? Acesse e participe!
A colheita da safra de café conillon 2010 no Espírito Santo está em cerca de 60% a 70% da produção esperada. Para o arábica, a colheita é estimada na faixa de 30% a 35%. A avaliação parte de Marcus Magalhães, da Maros Corretora. Na média, a colheita no Espírito Santo está em torno de 50%.
O segmento de alimentos orgânicos enviará no começo da semana que vem uma carta ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, pedindo a prorrogação por um ano do cumprimento das instruções normativas (IN) que regulamentam o setor no país. Produtores, certificadoras e indústria argumentam que não terão tempo para adaptar-se às regras. O prazo expira no fim de dezembro.
Um dos maiores exportadores mundiais de café, a Indonésia, está lutando para acompanhar o consumo global de café. As chuvas em maior quantidade que a média na primeira metade de 2013 vem prejudicando a produção nas plantações de todo o país, atrasando a colheita e a secagem dos grãos.
Nas lavouras, o produtor está fazendo a segunda aplicação de nutrientes. Tanto o arábica, em MG, quanto o conilon, no ES, recebem os defensivos, mas chuva vem atrasando os trabalhos em muitas fazendas.
As exportações de café de Uganda provavelmente caíram 27% com relação ao ano anterior em maio, à medida que a prolongada estação de chuvas está atrasando a secagem dos grãos, disse a Autoridade de Desenvolvimento de Café do país.
A produção de café na Índia, terceiro maior produtor da Ásia, poderá cair pela primeira vez em cinco anos, à medida que o clima seco na principal região produtora do país está atrasando a floração da colheita.
Oscilação nos preços e clima adverso no Brasil contrastam com cenário de chuvas acima da média em Colômbia, Vietnã e Indonésia, que projetam safras maiores apesar de atrasos nos embarques
A colheita de café do Brasil atingiu 11% do total até 18 de maio, versus 13% da média histórica de cinco anos para esta época, segundo a consultoria
A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) aponta excesso de chuvas no Sul de Minas, Cerrado Mineiro e São Paulo
Sua preocupação é a de muitos produtores. Tudo começou no ano passado por conta da Niña. As primeiras chuvas atrasaram, fazendo que com a florada acontecesse mais tarde que o normal. Posteriormente, o outono foi mais chuvoso que o normal, atrasando a colheita. E para piorar um pouco mais, tivemos chuvas freqüentes na primeira quinzena de agosto, paralisando as atividades por mais alguns dias.
Preocupação com a segunda onda de covid-19 nos EUA e na Europa, onde se retomou algum tipo de lockdown, afugenta investidores
Queda é por conta das inundações que ocorrerão em partes produtoras do estado