O fracasso da onipotência
A reversão do tarifaço expôs os limites do voluntarismo político e mostrou que, no comércio global, a diplomacia consistente supera a aposta arriscada na onipotência presidencial
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A reversão do tarifaço expôs os limites do voluntarismo político e mostrou que, no comércio global, a diplomacia consistente supera a aposta arriscada na onipotência presidencial
Queda no preço das saca de café, que caiu de R$ 500 para R$ 370 na última safra, faz empréstimos para estocagens do Funcafé crescer 150% em relação ao ano passado. Em setembro do ano passado, 56% da safra anual já havia sido vendida. Nesse ano, segundo estimativa da consultoria Safras & Mercado, cerca de 43% foi comercializada.
O fortalecimento do dólar frente ao real, a crise financeira na zona do euro e os interesses de curto prazo dos operadores no mercado futuro de café, continuaram derrubando as cotações dos contratos de café nas bolsas de futuro. No mercado físico brasileiro, com os ganhos do dólar frente ao real, os preços praticamente não cederam.
Visando conscientizar cafeicultores com relação ao mercado cada vez mais competitivo, a pesquisadora da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) Glória Zélia Teixeira Caixeta produziu a Circular Técnica nº 62 <i>Dicas para gerenciamento da cafeicultura e comercialização do café.</i>
Mais de um século após o Convênio de Taubaté, tarifas dos EUA para o Brasil podem repetir efeitos de valorização, mas com impactos incertos na economia global
Engana-se quem pensa que a atual crise mundial dos alimentos é um evento absolutamente imprevisível
Produtores de café estão segurando as vendas do grão da safra 2008/09. A decisão nada tem a ver com o atraso da colheita do café arábica. Reflete uma estratégia um pouco mais arriscada, mas que os cafeicultores preferem "pagar para ver": a cadeia produtiva trabalha com a expectativa de que os preços da commodity deverão subir mais nos próximos meses.
Presidente dos Estados Unidos está avaliando as tarifas após o país desistir de um acordo
Na próxima semana acontece o II Fórum Mundial de Produtores de Café, em Campinas. O presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro comenta sobre a importância do evento
Bruno Varella traça uma análise sobre as limitações ao longo das instituições
Por Carlos Otávio R. Constantino, engenheiro agrônomo e Wander Ramos Gomes, mestre e engenheiro agrônomo da Cooabriel.
Para o agronegócio brasileiro, efeitos combinados de estresse econômico e geopolítico poderão promover acirramento da competitividade nos mercados de commodities. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo e pesquisador científico do Instituto de Economia Agrícola.
Em junho de 2013, multidões nas ruas provocaram um fenômeno poucas vezes visto no Brasil. Pouca gente esperava tamanha mobilização e, talvez por isso, não faltaram os que tentaram traçar cenários sobre o que ocorreria quando o asfalto voltasse a ser ocupado pelos automóveis (até mesmo este que vos escreve se arriscou!). Cerca de quatro meses depois, a dúvida é outra: por que a maioria dos manifestantes não voltou às ruas diante de questões como as controvérsias relacionadas ao julgamento do chamado Mensalão? Por Bruno Varella Miranda
Com a recente queda das cotações do café, representantes do setor se reúnem com o governo federal para buscar alternativas de proteção aos produtores. Segundo o Conselho Nacional do Café - CNC, projetos trabalhados por este grupo junto ao governo federal têm evoluído a favor da cadeia produtiva. Confira
O presidente da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), Américo Sato, disse que, apesar de os preços do café registrarem níveis históricos, a commodity foi uma das que apresentou menor oscilação, o que apontaria para a possibilidade de novas altas.
A forte valorização do real e o aumento da disponibilidade de crédito como consequência do grande fluxo de capitais para o Brasil ameaçam interromper o ciclo de crescimento econômico do país, segundo adverte um editorial do jornal britânico Financial Times publicado nesta sexta-feira (08).
Em 2009 o desafio era refazer a Seattle ´s Best Coffee, a pequena marca que a Starbucks havia adquirido oito anos antes. Hoje a marca é uma opção intermediária de mercado para as pessoas que fogem da Starbucks como o diabo da cruz
Propõe-se uma mudança no conceito de preparo de solo para a implantação do cafeeiro, de modo a eliminar barreiras físicas e químicas que limitam o crescimento do sistema radicular em volume e profundidade. Desta forma é possível a planta explorar a água armazenada em camadas profundas do solo, com menos risco quando ocorrerem as estiagens, além de favorecer a absorção de nutrientes, em razão da exploração de maior volume de solo.
Quase todos estes integrantes das cadeias agroalimentares, vivem das riquezas produzidas pelos agricultores. Como existem cada vez mais agentes intermediários "chupando" o sangue do produtor rural é evidente que ele fique economicamente cada vez mais "anêmico".
A matéria-prima de todo nosso sistema é a água. Praticamente, todos os demais recursos naturais podem ser substituídos, menos a água. Ela é sinônimo de sobrevivência, ou do desaparecimento da vida neste pequeno planeta chamado Terra, tributário de uma estrela de 5ª grandeza, conhecida como Sol. Água é vida, ou morte.
O fato é que a inexistência de critérios uniformes para a conceituação daquilo que viria a ser um café especial prejudica principalmente a veiculação de campanhas de publicidade destinadas a esclarecer o consumidor final.
Em discussão conduzida durante a última semana, foi perguntado a diversos cafeicultores e figuras atuantes no setor quais os principais gargalos e tendências existentes no agronegócio do café.
O evento AgriPoint Gestão Leite 2006 - 1º Encontro sobre Formação Gerencial de Produtores de Leite - realizado em Uberlândia (MG) na semana passada, reuniu cerca de 500 pessoas para debater economia e gestão da atividade leiteira.
Nos últimos dias, o mercado do café robusta tem observado uma significativa elevação na cotação do produto, a mais alta em 6 anos. Analistas presentes em Londres creditaram este quadro aos problemas climáticos ocorridos no Vietnã, responsáveis por uma queda na produção deste país asiático.