Molhamento das folhas por orvalho ou chuva fina melhora absorção de micronutrientes pulverizados
Por José Braz Matiello, Iran Ferreira, A. Carolina Paiva e Petherson Neves - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
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Por José Braz Matiello, Iran Ferreira, A. Carolina Paiva e Petherson Neves - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé.
O manejo do solo é definido como o conjunto de operações necessárias para a exploração agrícola do solo e tem como objetivo propiciar condições favoráveis à semeadura, à emergência uniforme das plântulas e ao desenvolvimento radicular e da parte aérea de todas as espécies que compõem o sistema de produção. Os sistemas de manejo do solo e das culturas afetam a suscetibilidade do solo à erosão e, deste modo, as perdas de solo e nutrientes, principalmente a matéria orgânica do solo.
No plantio do cafeeiro, são importantes os nutrientes que trazem maior influência na formação do sistema radicular e na estrutura da planta
Confira informações gerais sobre esses quatro importantes nutrientes e quais são os sintomas de excesso na lavoura de café
Nas lavouras que vem se recuperando dos períodos de estiagem e das geadas, foi observada forte deficiência de micronutrientes nas novas brotações
Equipe de Comunicação da Rehagro comenta sobre como aplicar de forma correta no solo
Esqueletamento/desponte é o tipo de poda mais utilizado atualmente na cafeicultura brasileira
O Mn atua principalmente como parte do sistema enzimático nas plantas, ativando várias reações metabólicas importantes
As raízes dos cafeeiros são muito importantes para absorção da água do solo e dos nutrientes essenciais ao desenvolvimento e produção das plantas
Produtor e mercado devem ficar atentos a essa anormalidade climática
Ainda é cedo para quantificar as perdas, porém o produtor e o mercado devem ficar atentos a essa anormalidade climática
Processo reduz mão de obra e gera menor custo para a cafeicultura de montanha. Por Anderson William Dominghetti, doutorando em Fitotecnia da Ufla e Daniel de Souza Reis Junior, graduando Agronomia da Ufla
Especialista em cafeicultura irrigada, André Luís Teixeira Fernandes aborda em artigo exclusivo a importância do sistema de irrigação por gotejamento. "Quando o produtor de café adota um sistema de irrigação por gotejamento, que é um dos mais tecnológicos existentes, espera ter maior segurança no seu negócio." Confira
Tentando enxergar o invisível. Por Marco Antonio Jacob.
Essas doenças causam grandes perdas na produção, devido à desfolha intensa que ocasionam às plantas. Por José Roberto M. Filho, graduando em Agronomia - Dag/Ufla.
A produção mundial e a brasileira de café robusta, em nosso caso o conillon, tem crescido bastante, função das virtudes dessa espécie de café, ligadas à sua alta produtividade e a custos de produção mais baixos. Porem, como diz a expressão popular, nem tudo são flores. Existem as dificuldades no manejo das plantações, algumas bem diferenciadas daquelas encontradas na cafeicultura de café arábica.
Dado a grave anomalia climática atual (Janeiro/Fevereiro/Março de 2014), que ocorre em quase a totalidade das regiões produtores de café arábica no Brasil, é necessário esclarecer tanto seus efeitos na próxima colheita, que se inicia em meados de abril, como também seus efeitos na safra 2015/16.
Mudas clonais de cafeeiros conillon, produzidas através do enraizamento de estacas de ramos ortotrópicos, tem ocasionado problemas de morte em plantas jovens, por efeito de sistema radicular mais superficial e menos desenvolvido.
A aplicação de macronutrientes por via foliar só se justifica quando o solo está muito seco ou a absorção radicular é diminuída por alguma razão. Mesmo nestes casos, tal aplicação é muito questionável. É importante ter em mente que o modo mais eficiente e economicamente viável de nutrir a planta com minerais é por meio radicular, com exceção de alguns casos específicos.
Para que um projeto de irrigação do cafeeiro atinja seus objetivos, é necessário que, além de um projeto adequado (dimensionamento e implantação), haja também um manejo eficiente da irrigação.
A grande maioria dos solos tropicais apresenta elevada capacidade de retenção de fósforo e baixos teores desse nutriente em formas disponíveis. Assim, são necessárias aplicações de elevadas doses de fertilizantes fosfatados para o plantio e para a produção, mas são extraídas pelas plantas quantidades relativamente pequenas de fósforo, indicando que grande parte dos fosfatos adicionados estaria indisponível para o cafeeiro. Dentro desse contexto, a forma de aplicação do adubo fosfatado assume papel importante no sistema de produção do café.
O silício (Si) não é considerado um nutriente para as plantas, pois não satisfaz os critérios de essencialidade. Entretanto, são inegáveis os efeitos benéficos proporcionados pelo Si, especialmente para as gramíneas (arroz, cana-de-açúcar, milho, etc.), consideradas plantas acumuladoras de Si. São poucos os trabalhos em que se testou a adubação com silício para café. Uma melhor arquitetura, reduzindo o auto-sombreamento, e uma menor transpiração seriam benéficas ao cafeeiro. Entretanto, o cafeeiro não é uma planta acumuladora de Si, como o são as gramíneas, e esses efeitos ainda não foram comprovados cientificamente, ou seja, não há, ainda, um número de trabalhos suficiente para se formatar uma conclusão inequívoca.
Por vias distintas e após mais de 60 anos de divórcio, o hábito de consumir café e o tráfego pelas ferrovias, presenciam um movimento de reglamurização. A febre que tomou conta dos países europeus, assim que a bebida foi introduzida em meados do século XVIII, retorna agora com ares de requinte e perfeição, implementada por estabelecimentos preocupados com a qualidade e esmero do serviço, conquistando por meio dessa postura, crescente aceitação e preferência dos consumidores, especialmente naqueles cujo carro chefe é o café expresso.
Primeiramente, devemos lembrar que o Mo é um micronutriente, ou seja, apesar de ser absorvido em pequenas quantidades, é essencial para as plantas. A função do Mo na nutrição das plantas está relacionada com alterações de valência como componente metálico nas enzimas, sendo diretamente envolvido em reações redox. O Mo é componente de duas enzimas principais: nitrogenase e redutase do nitrato. Isso revela a importância do Mo para o ciclo do nitrogênio.