Jovens e variedades gourmet impulsionam consumo de café na Argentina
Na Argentina, o consumo ronda os 1,5 quilos de café em média por pessoa por ano, enquanto que na Holanda, o país mais "cafeeiro" do mundo, é de 16 quilos.
31 resultados para "argentino"
Na Argentina, o consumo ronda os 1,5 quilos de café em média por pessoa por ano, enquanto que na Holanda, o país mais "cafeeiro" do mundo, é de 16 quilos.
Ainda que o número de usuários de bitcoin na Argentina seja pequeno, o desenvolvimento da moeda virtual cresceu.
A referência a um hipotético "cafezinho argentino", algo totalmente descabido na realidade dos dias atuais, se deve ao estudo conjunto da Embrapa e Unicamp acerca dos efeitos do aquecimento global para a agricultura brasileira, publicado recentemente. Caso as projeções estejam corretas, a cafeicultura deverá migrar rumo ao sul de nosso continente, chegando a locais onde hoje a cultura não existe, como o Rio Grande do Sul, o Uruguai e, como o título sugere, a Argentina.
O mercado de café da Argentina está evoluindo com a incorporação de novos hábitos, públicos mais jovens e a multiplicação de produtos para o público local. As cápsulas e as variedades mix (que se combinam com chocolate, creme, baunilha ou leite) impulsionam a expansão que o setor teve nos últimos tempos.
Artigo lança mão de polêmica em torno de suposta manipulação de dados oficiais da inflação argentina para argumentar que fenômenos típicos de mercado.
Expectativa em Divinolândia-SP é de vender ao menos cinco mil sacas na safra deste ano. Técnicas de manejo garantem qualidade e divulgação apropriada valoriza produto lá fora.
O preço do milho alcançou patamar tão elevado no mercado doméstico que já se aproxima dos valores do produto originado na Argentina. No Nordeste a cotação do milho está na casa de R$ 34 a R$ 35 por saca. O milho argentino posto em fábricas próximas ou a cerca de 100 quilômetros dos portos nordestinos sairia por R$ 35 a R$ 35,60, considerando um preço de US$ 285 por tonelada.
Apesar de o consumo interno se manter inalterável nos últimos trinta anos, o negócio de café da Argentina segue somando novos participantes internacionais. O último a entrar no mercado argentino foi o grupo italiano Lavazza que anunciou a compra de 100% da firma local Coffice.
Em dez dias fará dois anos da abertura da primeira cafeteria da Starbucks na Argentina. Com quase 20 sucursais em Buenos Aires, a marca norte-americana se converteu no maior ícone do avanço das cadeias de cafeterias no mercado argentino. O crescimento da oferta de locais, no entanto, é registrado em um mercado em que o consumo per capita de café se mantém parado há mais de 30 anos em um quilo per capita.
O governo da presidente Cristina Kirchner ressuscitou ontem (28) uma lei de 1971 do então ditador e general argentino Alejandro Lanusse para implantar uma rede de supermercados estatais que ostentarão em grandes placas o nome de "Mercados de Interesse Nacional". A ideia, similar aos "Comersitos" - a rede de pequenos mercados estatais criada pelo presidente venezuelano Hugo Chávez -, é a de implantar em todo o país uma rede de mercados que venda alimentos a preços baixos.
Nos últimos anos, o negócio de café na Argentina não deixou de atrair marcas internacionais, como Nespresso (da multinacional Nestlé) e, recentemente, Starbucks. Agora, chegou a vez da italiana illycaffè, que se propõe a lutar por novos nichos de mercado e negociará com empresários locais para instalar sua cadeia de cafeterias premium através de franquias.
Diante das pressões cada vez maiores do Brasil e da União Europeia, a Argentina deu sinais de que pode flexibilizar a implantação de barreiras contra alimentos importados. As restrições devem entrar em vigência no dia 1º de junho. Em encontro com grandes importadores, o secretário de Comércio Interior e autor da medida, Guillermo Moreno, afirmou aos empresários que analisará "caso a caso" a aplicação de barreiras contra a entrada de produtos estrangeiros com similares nacionais.
Na última sexta-feira (7), o secretário de Comércio da Argentina, Guillermo Moreno, avisou aos supermercadistas argentinos que, a partir de 1º de junho, estará proibida a importação de alimentos processados que também sejam feitos localmente. Se a medida realmente entrar em vigor, uma alta fonte do governo brasileiro já avisou que vai retaliar a Argentina em alimentos similares aos que forem atingidos. No 1º trimestre do ano, o país vizinho importou US$ 81 milhões em alimentos processados brasileiros e vendeu US$ 190 milhões para o Brasil.
Na Argentina, a existência de café colombiano está atrelada a uma aura de excelência, diferentemente do café brasileiro, que apesar de consumido, não chega a estimular a imaginação dos consumidores. Parece claro que isso não decorre da ausência de condições para a produção de qualidade em nosso território. Talvez esteja faltando construir uma boa imagem para o café brasileiro.
A cadeia de cafeterias dos Estados Unidos, Starbucks, prepara sua entrada na Argentina, como parte de sua estratégia de expansão que vem sendo desenvolvida. A chegada no mercado argentino deverá se concretizar no primeiro semestre de 2008, após o negócio estar mais consolidado no Brasil.
Gustavo Paiva explora a cultura de cafés especias em Buenos Aires, capital da Argentina
O brasileiro José Dauster Sette, que estava na secretaria da Associação Brasileira dos Exportadores de Café (Abecafé), foi confirmado pela Organização Internacional do Café (OIC) como o novo chefe de Operações da instituição. A indicação foi feita pelo Conselho Deliberativo de Política Cafeeira (CDPC) e pelo Ministério da Agricultura. Até então o cargo era ocupado por um argentino.
Celso Vegro analisa o comportamento do mercado com o efeito coronavírus
Presidente do Centro de Comércio de Café de Minas Gerais (CCCMG), Archimedes Coli Neto, acredita que mercado pode reagir em caso de problemas climáticos
Central de Café propõe ensinar novas formas de escolher e preparar o melhor café.
Em junho de 2013, multidões nas ruas provocaram um fenômeno poucas vezes visto no Brasil. Pouca gente esperava tamanha mobilização e, talvez por isso, não faltaram os que tentaram traçar cenários sobre o que ocorreria quando o asfalto voltasse a ser ocupado pelos automóveis (até mesmo este que vos escreve se arriscou!). Cerca de quatro meses depois, a dúvida é outra: por que a maioria dos manifestantes não voltou às ruas diante de questões como as controvérsias relacionadas ao julgamento do chamado Mensalão? Por Bruno Varella Miranda
Devido às margens de lucro muito expressivas da Nestlé, por meio da marca Nespresso, nos últimos anos, os rivais da empresa suíça resolveram questionar a patente da marca. E, desde 2010, já vendem cápsulas genéricas na Europa. Essa disputa chega agora ao mercado brasileiro.
Quem vive no Brasil certamente já percebeu, comentou ou foi alertado sobre a presença crescente de produtos importados no mercado nacional. Trata-se de um tema discutido abertamente: os artigos chineses, especialmente, constituem motivo de temor entre os que discorrem sobre o tema. Logo, o Brasil é um país aberto ao comércio internacional, certo? Errado. Ao menos entre os jornalistas e especialistas espalhados ao redor do mundo, o país é visto como um dos mais protecionistas entre as "economias de mercado". Os dados compilados pelo Global Trade Alert, por exemplo, mostram realidade distinta. Segundo o sítio, o Brasil está entre os países que mais implementaram medidas protecionistas nas últimas doze semanas, atrás da Argentina e da China. A pergunta que emerge é: quais os efeitos disso para o país?
E qual seria a lógica para se fazer um <i>Blend</i>? Ensei Neto, especialista em qualidade de cafés especiais, escreve sobre os caminhos distintos para se criar um <i>blend</i>, sempre tendo em mente que o fundamento é um só: EQUILÍBRIO!