Plantio direto do café, com inovações, viável é
A adaptação tecnológica deve prever o uso de mudas no estágio inicial.
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A adaptação tecnológica deve prever o uso de mudas no estágio inicial.
O manejo do solo é definido como o conjunto de operações necessárias para a exploração agrícola do solo e tem como objetivo propiciar condições favoráveis à semeadura, à emergência uniforme das plântulas e ao desenvolvimento radicular e da parte aérea de todas as espécies que compõem o sistema de produção. Os sistemas de manejo do solo e das culturas afetam a suscetibilidade do solo à erosão e, deste modo, as perdas de solo e nutrientes, principalmente a matéria orgânica do solo.
A melhor época para o plantio do café é entre os meses de novembro e dezembro. Com relação ao clima, o café arábica se adapta muito bem com temperaturas medias anuais entre 18 e 21°C e índices pluviométricos acima dos 1.500 mm.
Cuidados especiais devem ser tomados no uso de corretivos na implantação de lavouras de café para evitar falta ou excesso de correção, igualmente prejudiciais
Adoção do sistema Plantio Direto impacta a redução da formação de gases de efeito estufa (GEEs) pela retenção do CO2 no solo
Fique atento em algumas dicas essenciais para garantir a qualidade na produção dos grãos
Caso sua lavoura esteja com suspeita de contaminação, deve-se fazer a amostragem do solo para confirmar ou não a presença de nematoide e para identificar a espécie
O manejo desse resíduo vegetal deve ser feito de forma adequada, atendendo quatro finalidades principais. Veja quais são. Por José Baz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Celio Landi Pereira - engenheiro agrônomo da FSH.
Felizmente um juiz negou a suspensão do registro e da venda de ingredientes que compõem agroquímicos. Há dias, neste mesmo espaço, comentei sobre como as sociedades europeias e americana admiram e valorizam seus produtores rurais, subvencionando-os fortemente mesmo em situações de crise. No Brasil, as relações campo-cidade são, com frequência, marcadas por suspeitas e [...]
Fala-se, no Brasil, que as coisas começam a funcionar, mesmo, somente depois do carnaval. Na economia, na política, na educação, leva-se tudo em banho-maria até o desfilar da escola de samba. Quando entra a quaresma, aí, sim, vem a pauleira. Tal preceito, porém, vale somente na cidade. Porque no campo o ritmo é diferente. Os agricultores entram no ano novo trabalhando a mil na safra. Outra folia [...]
Espaço Aberto: O Brasil, economia dependente do agronegócio, que determina o superávit de seu balanço de pagamento e que alavanca toda a riqueza das cidades, foi tomado pelo desespero. O verdadeiro fim do mundo vinha agora, porque os produtores rurais, os cerca de 1,3 bilhão existentes, estavam indignados e decidiram numa manifestação parar e não fazer nada, por pelo menos seis meses. Por José Luiz Tejon Megido
As iniciativas desenvolvidas pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no âmbito do Projeto Biomas, as ações sustentáveis voltadas para o setor agropecuário, a proposta de criação de um conceito mundial de Área de Preservação Permanente (APP) nas margens dos rios e uma política de governança climática que garanta a comercialização de créditos de carbono oriundos da atividade rural.
Produtores de café consideram que o aumento real dos salários, a partir do novo salário mínimo, seja repassado para os custos de produção, haja vista o contingente enorme de trabalhadores empregados em todas as etapas do ciclo produtivo, incluindo o pós-colheita - operação fundamental para o salto de qualidade do produto.