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23 resultados para "apresentaremos"

02/07/2012

Elinor Ostrom e o melhor dos humanos

O artigo dessa quinzena chega com certo atraso. Nas próximas linhas, gostaríamos de homenagear Elinor Ostrom, que morreu há alguns dias. Ostrom foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel de Economia, em 2009, tendo o seu trabalho também reconhecido pelos cientistas políticos - Prêmio Johan Skytte - e pela Acadêmia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Tantas medalhas, entretanto, só chegaram após décadas de dedicação, entre outras questões, ao estudo da administração dos recursos comuns. A seguir, falaremos um pouco sobre este problema, discutindo as conclusões de Ostrom.

26/11/2009

A questão climática e o Brasil

Nesse final de ano, todos os olhares da comunidade internacional estão voltados para Copenhagen. A capital dinamarquesa será a sede de uma importante conferência, em dezembro, com o objetivo de discutir o futuro da coordenação multilateral na questão do clima. Em resumo, o que as partes discutirão será o futuro pós-Protocolo de Kyoto, buscando aliar as necessidades de crescimento econômico das distintas sociedades ao redor do globo com o imperativo da redução na emissão de gases poluentes. Nos limitaremos a fazer um apanhado geral daquilo que vem sendo abordado de mais interessante, a fim de auxiliar no esclarecimento desse importante assunto.

26/01/2010

Nem preto nem branco: cinza

Em artigo publicado recentemente na Folha de São Paulo, Marcelo Vieira e Luiz Suplicy Hafers argumentam que estamos assistindo ao fim de um ciclo. Mais especificamente, ponderam os autores que a cafeicultura, o principal motor da economia brasileira durante décadas, vem sucumbindo frente a mudanças estruturais aqui ocorridas, que encarecem a mão-de-obra e tornam difícil a competição no mercado internacional. O resultado: endividamento crescente do setor.

12/11/2007

Quanto ganha um cafeicultor?

Primeiramente, emerge o problema da "sazonalidade X comercialização". Há muito levantado por estudiosos do tema, este segue sem solução aparente, não tanto pela ausência de sugestões para a gestão deste tópico, e sim pela tímida inserção dos produtores em mecanismos que poderiam garantir um seguro aos mesmos. Cabe saber se isto se deve ao desconhecimento dos mesmos acerca dessa possibilidade ou a uma desconfiança dos mesmos a recursos alternativos.