Anvisa autoriza aumento de limite máximo de resíduos (LMR) do café
Decisão aconteceu pela Diretoria Colegiada da Anvisa e agradou o setor produtivo uma vez que os defensivos são utilizados para combate à doenças e pragas
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Decisão aconteceu pela Diretoria Colegiada da Anvisa e agradou o setor produtivo uma vez que os defensivos são utilizados para combate à doenças e pragas
Praga atinge regiões produtoras e, por não ser causada por processos de industrialização, a Associação Brasileira da Indústria de Café pede que a broca não seja considerada entre os fragmentos de matérias estranhas ao produto.
Na contramão do que seria de interesse dos consumidores, a ANVISA prefere utilizar os resultados do Pará com o objetivo de fazê-los acreditar que correm riscos iminentes de consumir alimentos produzidos com agrotóxicos.
Os estudos sobre resíduos de agrotóxicos em alimentos, elaborados pelas empresas para registrar esse tipo de produto no Brasil, terão que seguir metodologias semelhantes às adotadas internacionalmente. A norma está fixada em resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada no Diário Oficial da União.
O tema do uso de agrotóxicos no Brasil ganhou destaque na imprensa e a impressão que temos é que um contingente cada vez maior de pessoas é contrário ao seu uso nos alimentos. Números e motes de grande fixação na memória das pessoas têm sido usados, mas a verdade é que o debate não tem sido feito com bases técnicas e minimamente científicas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou ontem, 05, ter interditado cerca de 1 milhão de litros de agroquímicos com irregularidades e adulterações na fábrica da Syngenta em Paulínia/SP. A Anvisa informou que a Syngenta está sujeita a multa de até R$ 1,5 milhão, além do cancelamento dos informes de avaliação toxicológica dos produtos em que foram identificadas as irregularidades.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apreendeu 2,3 milhões de litros de agrotóxicos adulterados. A operação contou com agentes da Polícia Federal e ocorreu nesta semana na Nufarm Indústria Química e Famacêutica, em Maracanaú (CE). As multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou o banimento de uso, em todo país, do ingrediente ativo endossulfam, agrotóxico utilizado no cultivo de algodão, cacau, café, cana de açúcar e soja. A indicação, publicada na Consulta Pública 61, nesta sexta-feira (4), prevê, ainda, a suspensão da importação e do registro de novos agrotóxicos a base dessa substância.
Quatro marcas de farinha de trigo também foram analisadas pela Associação.
Em reunião com a Anvisa, presidente do Conselho Nacional do Café discutiu saídas que propiciem um cenário de segurança ao cafeicultor.
Conselho Nacional do Café (CNC) e a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) publicaram Nota de Repúdio ao texto, que consideram que "denigre a cafeicultura brasileira perante o mundo".
O diretor da FAEMG e presidente das Comissões de Cafeicultura da FAEMG e da CNA avalia os impactos desta praga na cafeicultura mineira e nacional.
Produtos foram liberados pelas agências reguladoras, informa CNA. Ingredientes ativos que compõem os defensivos são Ciantraniliprole e Chlorantraniliprole e Abamectina.
Em 2007, apenas 2% dos grãos que entraram na cooperativa estavam danificados.
Organizado pela Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio, o evento pretende debater sobre a realidade dos produtores e novos protocolos para combate a praga.
Comissão Nacional do Café da CNA planeja ações para melhoria da cafeicultura em 2016, dentre elas, elaborar um estudo técnico para agilizar o reajuste do preço.
O aldicarbe, agrotóxico utilizado no Brasil sob a marca Temik 150, estava sendo utilizado de forma irregular como raticida doméstico (chumbinho) e está oficialmente banido do mercado brasileiro, informou nesta segunda-feira (5) a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Laboratórios de todo o Brasil, que realizam análises de vigilância sanitária de controle da qualidade do café consumido no país, terão, a partir de agora, uma nova fonte de consulta, orientação e apoio técnico, o "Atlas de Microscopia de café torrado e moído (<i>Coffea sp</i>)".
Preocupada com os prejuízos incalculáveis que a eventual retirada do mercado de 180 agroquímicos pode causar ao produtor rural e ao consumidor brasileiros, reduzindo a produtividade das lavouras e fazendo explodir a inflação dos alimentos, a CNA enviou ofício à Justiça, para mostrar, do ponto de vista técnico, a importância destes produtos, alguns em uso há quase 70 anos.
Com o intuito de promover a segurança alimentar e melhorar a qualidade do produtos agropecuários através da redução do uso de agroquímicos, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) priorizam cada vez mais o incentivo do uso e registro de [...]
31/07/2013 - por meio da Resolução da ANVISA RDC nº 28, de 9 de agosto de 2010 - é oficialmente o último dia para comercialização e uso legal no Brasil de produtos à base de endosulfan, ingrediente que se destacou na cultura cafeeira nacional pelo controle da broca, importante praga nas lavouras do país. Banimento é devido a seu teor tóxico. O CaféPoint selecionou 3 matérias relacionadas ao tema.
Alguns grãos chegam para contagem com um percentual de 10% a 30% dos frutos atacados.
Pesquisador Júlio César de Souza confirma em análises feita em visita ao Setor de Cafeicultura da Universidade Federal de Lavras (UFLA) os desafios que virão para o combate à broca-do-café após a proibição do Endosulfan em julho de 2013. "Os inseticidas substitutos que atuam contra essa praga não apresentam a mesma eficiência".
O pesticida endosulfan será banido do país a partir de 31 de julho de 2013. A proibição tem causado muita preocupação aos cafeicultores e ao mercado de cafés especiais já que, até o momento, existem poucas opções químicas com efeito similar. Presente artigo, enviado com exclusividade ao CaféPoint pelo engenheiro agrônomo Eduardo Trevisan Gonçalves, alerta sobre este desafio atual. Confira