Costa Coffee planeja conquistar mercado chinês
O diretor gerente da Ásia da rede britânica, Costa Coffee, Esteban Liang, falou sobre os planos de ambição no mercado mais visado do mundo, a China.
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O diretor gerente da Ásia da rede britânica, Costa Coffee, Esteban Liang, falou sobre os planos de ambição no mercado mais visado do mundo, a China.
No dia 2 de agosto, as negociações da Convenção do Clima foram retomadas na cidade de Bonn, na Alemanha. Já sob o comando da nova secretária-geral, a costa-riquenha Christiana Figueres, que sucede o austríaco Yvo de Boer, os países passarão a primeira semana de agosto discutindo os vários temas necessários para dar novo fôlego ao Protocolo de Quioto (obter o compromisso dos países desenvolvidos com metas ambiciosas de redução de emissões para depois de 2012) e buscando compromissos de todas as nações no contexto da Convenção do Clima.
O ano de 2011 foi de reflexão para a subsidiária brasileira da Starbucks. E não só por causa da crise financeira global - a rede também precisava reorganizar a própria casa. Para este ano as metas da gigante americana para o País são bem mais ambiciosas: a ordem é dobrar a operação local, que chegará a 64 unidades até o fim de 2012.
Objetivo da GCP Global é reduzir a diferença entre a renda atual dos cafeicultores e uma renda próspera até 2030
Bruno Varella comenta sobre uma famosa marca de sorvete e seu posicionamento em relação a política e integridade da marca
Intitulado Ecoffee, tem o intuito de reduzir ou, preferencialmente, abolir o uso de agrotóxicos, incluindo herbicidas, fungicidas e inseticidas
Bruno Varella traça expectativas e o que não deve mudar para 2021
Bruno Varella comenta sobre as tecnologias existentes, a dúvida é os consumidores do futuro serão capazes de lidar com o número crescente de informações disponíveis?
Bruno Varella comenta sobre a vitória do candidato chinês para a diretoria-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e as preocupações ao longo dos quatro anos
Bruno Varella questiona sobre o governo Trump e os baixos preços do café
A melhora no monitoramento contribuiria para a diminuição do diálogo e da construção de laços de confiança. A cobrança por meio de indicadores objetivos é o melhor caminho?
A demanda por commodities na China pode estar em declínio, mas em um país de consumidores de chá, o café - mesmo uma xícara cara - é um ponto brilhante raro.
A busca por aromas e sabores diferenciados é uma tendência que atravessa o universo gourmet. Há alguns anos, os conceitos de denominação de origem, conhecidos pela sigla DOC, e de terroir deixaram de ser exclusividade dos produtores de vinho e passaram a estampar rótulos de outros produtos, como o café.
Não há dúvidas de que a reunião de Copenhague será um importante ponto de partida. As amarras políticas que precisam envolver os Estados Unidos, China, Índia, Brasil, União Européia, dentre outros players centrais nessa negociação, começarão a desenhar uma nova ordem mundial que passa, obrigatoriamente, pela regulamentação do clima.
A Abag e a ABIOVE acreditam que o agronegócio brasileiro poderá contribuir significativamente para a redução do aquecimento global. O Brasil está contribuindo de maneira ímpar para a conservação ambiental, mas ainda não está recebendo o devido reconhecimento, que é seu de fato e de direito. O Brasil tem uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo. É líder na tecnologia de biocombustíveis e a maior parte de suas emissões, no que tange as queimadas e os desmatamentos ilegais, estão dissociadas do desenvolvimento econômico.
A negociação de um acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia passou a ter, para o Brasil, prioridade maior que as discussões de liberalização comercial na Organização Mundial de Comércio (OMC), anunciou ontem (30) o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. "Temos de concentrar mais esforços no acordo Mercosul-União Europeia", declarou, lamentando a falta de avanços na OMC, num momento de crise, em que é necessário tomar medidas para evitar aumento do protecionismo.
Aliada à pesquisa científica, a educação garante maiores ganhos para a sociedade como um todo. É difícil entender a lentidão do governo em fazer valer essa lógica. O mínimo que se esperaria de nossa burocracia é uma maior atenção quando fosse decidido o orçamento do ministério da Ciência e Tecnologia, pois trata-se de um projeto considerado estratégico. As respostas para tempos de crise sairão justamente da sala de algum centro dedicado a estudar e entender o mundo a nossa volta.
A melhor política de valorização da cafeicultura nacional é aquela que privilegia a dinamização do setor e a inserção efetiva de seus integrantes em uma realidade que ultrapasse os limites do cafezal. O preço da prosperidade para a cafeicultura é alto; por isso, nada melhor que fazer com que este seja pago por consumidores satisfeitos com a qualidade do produto consumido.
De fato, sustentabilidade é a palavra do momento. Nosso último artigo contou com uma repercussão bastante grande, talvez a maior desde que passamos a escrever para o CaféPoint. Para tamanha participação dos leitores, gostaríamos de expressar nosso agradecimento. Muitas vezes a academia é comparada a um castelo de marfim, intransponível àqueles não acostumados aos seus rituais e forma de trabalho, e esta imagem não combina em nada com aquilo que defendemos. Na verdade, acreditamos que é esta interação entre a "teoria e a realidade" o principal oxigênio para o desenvolvimento de ambas as facetas.
O Código Comum para a Comunidade Cafeeira (4C) entrará em vigor no dia 1° de outubro, quando terá início a comercialização de café em grão cru produzido em conformidade com as normas e regras de sustentabilidade estabelecidas pelo programa. O anúncio foi feito na sexta-feira (21) em Berlim, na Alemanha.
No dia 24/07, na coletiva de imprensa da Organização Mundial do Comércio (OMC), após o fracasso da nova reunião ministerial do G-6 (Estados Unidos, União Européia, Brasil, Índia, Austrália e Japão), o diretor geral, Pascal Lamy, foi taxativo: "Hoje existem apenas perdedores".