Ocorrência de Azevém como erva daninha em cafezais de altitude elevada no Sul de Minas
A presente nota técnica objetiva relatar, pela primeira vez, a ocorrência, de forma significativa, da infestação da erva Azevém em cafezais
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A presente nota técnica objetiva relatar, pela primeira vez, a ocorrência, de forma significativa, da infestação da erva Azevém em cafezais
A cidade de Divinolândia, no interior de São Paulo, abriga pequenos produtores que construíram sua história, encravada nas montanhas de café. Nossa equipe visitou lavouras do município. Conheça a história dos cafeicultores.
Segundo Alberto Chinchilla, mudança climática pode elevar cultivo de boa qualidade a 300 metros a mais acima do que é feito agora
Nota técnica relata observações feitas em campo, em lavoura com e sem sombreamento na região do Sul Fluminense, a cerca de 700 m de altitude
Programa trabalha o conceito de rastreabilidade e por isso aumenta o conhecimento das pessoas sobre os cafés, que passam a conhecer detalhes do produto, tais como fazenda, produtor, variedade e altitude do cultivo
Pesquisadores e especialistas em clima analisaram a região e revelam quais características tornam o local propício para produção do grão. Por Williams P. M. Ferreira, Gabriela Regina Ferreira, Thuane K. M. Barbosa, Marcelo F. Ribeiro, Elpídio I. F. Filho, José L. Rufino.
A mancha aureolada, causada pela bactéria <i>Pseudomonas syringae</i> pv. <i>garcae</i> tem-se tornado uma preocupação em lavouras em formação ou podadas, especialmente as situadas em regiões cafeeiras mais frias, de altitude, em faces expostas a ventos. Pesquisadores do Instituto Biológico (IB) e do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) alertam para a ocorrência da doença em importantes regiões produtoras e para as dificuldades em reconhecê-la.
Pesquisa identifica as principais zonas climáticas onde o café floresce e mostra como essas zonas serão afetadas nos próximos 35 anos.
Conclusões fazem parte de estudo do Programa de Pesquisa em Mudança Climática, Agricultura e Segurança Alimentar e do Centro Internacional de Agricultura Tropical (Ciat)
Cultivo deverá ser feito em altitudes mais elevadas em quase todas as regiões mundiais produtoras para sobreviver aos efeitos projetados da mudança climática até 2025.
O cafeicultor Juan de Jesús Torres é um dos 500.000 cafeicultores colombianos que, junto com a esposa, cultiva um café de excelente qualidade a 1.400 metros acima do nível do mar.
Segundo ele, apesar dos cafés produzidos em áreas de alta altitude sentirem menos os impactos das altas temperaturas, a chuva irregular afetou a florada
O café é do produtor Danilo Barbosa, da variedade Catiguá MG3, cultivado na Fazenda Cachoeira, numa região privilegiada com altitude de 1.063 metros
Planta apresentou bom desempenho produtivo, o alto vigor e resistência a doenças, em condições de altitude elevada
O país tem um grande potencial na produção de cafés especiais de altitude, que está sendo exportado para os Emirados Árabes.
Enquanto o ministério do Meio Ambiente estuda a regulamentação de um ponto da Lei da Mata Atlântica, sancionada no fim do ano passado, que considera "campos de altitude" como áreas de preservação, os estados estão temerosos que a decisão prejudique a produção agropecuária. O parâmetro será definido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente, cujos membros dizem que os campos de altitude no país estão sob "elevado grau de ameaça" por conta da expansão da atividade econômica.
O prolongamento da seca e das altas temperaturas nas principais regiões produtoras de café do Brasil certamente ocasionará perdas na safra a ser colhida em 2008. Contudo, ainda é cedo para se especular o tamanho dessa redução. Esta é a conclusão dos técnicos e dirigentes das principais cooperativas de café do Brasil.
Resultados experimentais em Petrolina (PE), a menos de 400 metros do nível do mar (altitude recomendada para o robusta), e em Jaguarari (BA), a mais de 700 metros do nível do mar (altitude recomendada para o arábica), se mostraram promissores para o cultivo comercial do café nas áreas irrigadas do Nordeste.
A mancha de phoma do cafeeiro é uma doença fúngica que ocorre em vários países do mundo onde se cultiva café em áreas de altitudes mais elevadas. O gênero <i>Phoma</i> compreende mais de 2000 espécies que estão agrupadas em nove seções.
Pesquisadores do Instituto Agronômico (IAC), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), avaliaram como prematura a afirmação que "o café vai sumir do cenário agrícola paulista nos próximos 30 a 40 anos, quando a temperatura deverá estar 3 graus centígrados mais alta".
O terroir chegou ao café. Termo característico da viticultura, o atributo da origem, única e delimitada, anima a cafeicultura nacional. Exigentes consumidores da bebida, especialmente do expresso, agradecem. Qualidade certificada não tem preço. No centro desse virtuoso processo no campo se encontra a Federação dos Cafeicultores do Cerrado, com sede em Monte Carmelo (MG). Ali, ao nordeste do Triângulo Mineiro, se desenvolve um modo de produção peculiar, diferente dos tradicionais cafezais. Os agricultores contam com a vantagem da boa altitude das terras, essencial para a qualidade do café. Mas, além disso, eles cultivam "café com atitude". Não se trata de mero jogo de palavras.
Com dezenas de atrativos, Cafés do Espírito Santo divulga as belezas do estado e fomenta o café como destaque turístico
Com mais de 30.000 visitantes e negócios de R$ 200 milhões, terminou na sexta-feira (20), em Três Pontas, sul de Minas Gerais, a 11ª edição da Expocafé. O Estado responde por metade da produção de café do país e por isso é referência para o mercado internacional.<br><br>A região que mais produz café no país estão localizada a 1,5 mil metros de altitude, num terreno bastante acidentado.
Celso Oliveira, meteorologista da Somar, responde a consulta do usuário Joanito Campos Júnior, produtor, em São Miguel do Anta/MG, que solicita previsões metereológicas para o período de maio/julho.