Chuva pode reduzir em janeiro e comprometer safra 2018/2019
A próxima safra de café, que será colhida no ano que vem, é considerada de bienalidade positiva.
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A próxima safra de café, que será colhida no ano que vem, é considerada de bienalidade positiva.
Neste mês, receberão o pagamento agricultores de Alagoas, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe
Uma frente fria avança pelo oceano ao longo deste final de semana, organizando melhor as chuvas sobre o cinturão produtor de café. Este sistema chega até o litoral do Rio de Janeiro, afastando-se em seguida para o alto mar, a partir da segunda-feira. Mesmo assim, chove em boa parte da zona da Mata produtora de café. Mais ao sul, mesmo com a passagem da frente fria ainda devemos ter chuvas em forma de pancadas no Paraná e em São Paulo.
Depois de um período de chuva mais concentrada sobre a zona da Mata e Bahia, agora novas áreas de instabilidade trazem chuva também para a parte sul do cinturão produtor de café, além do sul e cerrado de Minas Gerais. Confira as previsões do tempo para Sudeste, Sul e Nordeste.
O cafeicultor Pedro Henrique Sarmento Cansação, de São Luiz do Quitunde/AL, enviou uma mensagem para o Fórum Controle de Custos do CaféPoint. Participe contando a sua experiência e contribua com a questão levantada pelo leitor!
A previsão não é animadora. Desde meados de maio não chove forte sobre o sul da Bahia. Isto aconteceu por um motivo. O Oceano Atlântico Norte, na região do Caribe, está bem mais quente que o normal. E isto fez com que todos os sistemas meteorológicos tropicais ficassem mais ao norte que o normal. E isto inclui a onda de leste, responsável por chuva nesta época do ano no sul da Bahia. Desde maio, vem chovendo entre Alagoas e Maranhão ao invés da faixa normal que vai do sul da Bahia ao Rio Grande do Norte. E nada indica retorno das ondas de leste, ainda mais que estamos chegando ao fim do período de atuação deste sistema.
As duas maiores concorrentes do mercado de moagem e torrefação buscam adquirir empresas de médio porte; novo alvo é a sergipana Maratá, vice-líder do mercado nordestino. A consolidação do mercado brasileiro de café torrado e moído ainda está longe de acabar. Nos últimos anos, a americana Sara Lee e o grupo brasileiro-israelense 3Corações incorporaram inúmeras marcas e empresas tradicionais, a exemplo da paranaense Damasco, comprada em novembro pela americana e a mineira Fino Grão, arrematada em março pela 3Corações.
A colheita do café está movimentando o comércio das cidades do sul de Minas Gerais. Milhares de pessoas são contratadas, de várias partes do país, para trabalhar nas lavouras. No município de Cabo Verde, por exemplo, cinco mil apanhadores chegaram para a safra. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cabo Verde, Reginaldo Roberto da Silva, imagina que os trabalhadores gastem em torno de 30% de seu salário no comércio local.
Há diversos anos que não sofremos mais com as geadas nos nossos cafezais que foram muito intensas nas décadas de sessenta e setenta com prejuízos considerados moderados, severos e severíssimos. Estamos acompanhando a climatologia e conclui-se que a partir de agora teremos grandes riscos de ocorrência de geadas nas regiões cafeeiras com um período de resfriamento da terra e, com durabilidade para os próximos 20 anos e, logicamente nosso cinturão cafeeiro situa-se em grande parte da região sudeste com vulnerabilidade às geadas.
O Grupo Gestor Estadual (GGE) do Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) está presente em 23 regiões do País. Até o final de dezembro deste ano, a meta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com o apoio dos governos estaduais, é instituir o GGE em mais dois estados: Alagoas e Sergipe. Para 2013, a previsão é de instalação do espaço no Acre e no Amapá.
Realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), evento contará com palestrantes de renome para discutirem temas relacionados ao setor
Transmissão aconteceu no dia 4 de maio e contou com a apresentação de dados apurados pela consultoria em relação a colheita da safra 2023/2024
Após dois anos de ausência, evento retornou com recorde de participantes e contou com grandes nomes em sua programação
Boletim Agrometeorológico escrito por pesquisadores da Epamig e da Embrapa. Cafeicultor deve estar atento a possibilidade de infestação da broca
Pesquisadores destacam que mesmo com crise hídrica e clima seco em algumas regiões, nova safra não será afetada drasticamente
A ocorrência de pouca chuva e temperatura mais elevada nos últimos meses estimularam a antecipação da colheita
Em janeiro, as lavouras do Centro Norte registraram volumes de chuvas acima da média. Já a Região Sul tem experimentado eventos de seca prolongada
Especialistas apresentaram suas opiniões na 3ª edição do Fórum e relatam que o clima seco pesará mais do que os efeitos da geada
Evento acontece no dia 21 de setembro e tem como objetivo apresentar quais são os efeitos do comportamento climático na safra atual
Após os estragos nos cafezais na semana passada, produtores devem se preparar para novas geadas em Minas Gerais
O Garantia-Safra tem como objetivo garantir a segurança alimentar de agricultores familiares que residam em regiões sistematicamente sujeitos à perda de safra
Diante do atual cenário climático futuro, o valor da saca de café voltou a subir e existe uma tendência dos preços serem melhores nos próximos meses
A análise e o prognóstico climático aqui apresentados foram elaborados com base na estatística e no histórico da ocorrência de fenômenos climáticos globais, principalmente, daqueles atuantes na América do Sul
Versão atualizada foi divulgada pelo IBGE. Derivados de Jabuticaba de Sabará (MG) e cacau de Tomé-Açu (PA) também contam com a IP. A banana de Corupá (SC) recebeu selo de Denominação de Origem