Boletim Carvalhaes: café fecha semana em alta com clima adverso no Brasil e no Vietnã
Cafezais brasileiros sofrem com temperaturas altas e tempo seco, enquanto no Vietnã lavouras são impactadas pelo tufão Bualoi
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Cafezais brasileiros sofrem com temperaturas altas e tempo seco, enquanto no Vietnã lavouras são impactadas pelo tufão Bualoi
No Brasil, o aperto na oferta se acentuou no segundo semestre do ano-safra
De acordo com consultor, "Ninguém sabe como o Brasil e o mercado global enfrentará os desafios de abastecimento".
Para aproveitar o solo, cafeicultores capixabas estão cultivando mamão em suas propriedades.
Queda na safra 2014/15 é decorrente de excesso de chuvas em 2013.
Com o mercado global bem abastecido após a expansão dos investimentos na produção motivada pelos preços elevados do início desta década, os cafeicultores brasileiros provavelmente terão que conviver com cotações ainda mais baixas que as atuais no curto e médio prazos, segundo o Valor Econômico.
A Organização Internacional do Café (OIC) manteve inalterada a previsão de produção global de 133 milhões de sacas na safra 2010/11, em relação à projeção de setembro, conforme relatório divulgado ontem (03). No documento, a OIC observa, no entanto, que a safra 2010/11 pode ser prejudicada pelo "inesperado" clima adverso em algumas das principais regiões produtoras, "provocando preocupações com relação à oferta de curto prazo". Conforme a OIC, fortes chuvas podem ter impacto negativo sobre a colheita no Vietnã, Índia, Colômbia, assim como na América Central.
A produção de café do Vietnã deverá cair para cerca de 17,5 milhões de sacas de 60 quilos em 2010/11 devido ao clima adverso, disse o presidente da Associação de Café e Cacau do país (Vicofa), Luong Van Tu. Isso se compara à produção de cerca de 18 milhões de sacas em 2009/10 e também está abaixo da previsão feita pela Organização Internacional de Café para 2010/11, de 18,73 milhões de sacas.
Expectativas de negociações entre Brasil e EUA, somadas a clima adverso e estoques baixos, mantêm o mercado em alerta
Oscilação nos preços e clima adverso no Brasil contrastam com cenário de chuvas acima da média em Colômbia, Vietnã e Indonésia, que projetam safras maiores apesar de atrasos nos embarques
Segundo a Organização Internacional de Café (OIC), a produção mundial de café pode cair para 128,6 milhões de sacas de 60 quilos cada no ano-safra atual, ante 133,1 milhões de sacas em 2010/11, devido ao clima adverso em vários países exportadores.
As estimativas da produção mundial de café em 2009/10 podem ser revisadas para baixo em razão de problemas climáticos e da menor aplicação de fertilizantes, informou o Fortis Bank Nederland nesta segunda-feira (01).
Com o clima adverso que vem afetando as colheitas de robusta dos dois maiores produtores mundiais de café, Vietnã e Brasil, não há período melhor para outros produtores do mundo.
Conjugação de clima adverso no Brasil, chuva no arábica e seca no conilon, dólar fraco e por fim, rallys em outras commodities agrícolas, levaram a forte alta.
Em fase final de colheita, o rendimento deve chegar em 47,2 milhões de sacas de 60 kg.
Apesar do começo de ano com bons níveis de colheita, ainda persistem as preocupações com relação aos efeitos adversos do El Niño.
Além de gerar atraso na colheita, as adversidades climáticas também prejudicam a qualidade do produto, apontou Conselho Nacional do Café.
Como os produtores brasileiros de arábica irão reagir se as perdas causadas pela seca persistirem em 2015 e a probabilidade de recorrência em 2016 aumentar? Por Carlos Brando, da P&A Marketing.
Bolsas de NY e Londres continuam a operar dentro de um curto canal indicando claramente, postura defensiva, afirma consultor.
Mesmo em cenário de seca e queda nos estoques internacionais, mercado caiu 500 pontos na bolsa de NY, na última sexta-feira
De acordo com consultor, bolsa de Nova Iorque rompeu o nível de 180.00 cts/lb.
O site internacional Barchart destaca que o clima adverso no Brasil é um importante fator de alta para o café
Os diferenciais de preço para o café brasileiro ficaram firmes novamente no mercado físico europeu nesta semana, com as preocupações de que o tempo adverso afete a colheita no maior país produtor mundial da commodity, disseram traders na última sexta-feira (13).
Estudo feito por pesquisadores da Unidade de Pesquisa Café e Coração, do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), mostrou que os consumidores regulares de café têm melhor atividade antioxidante no organismo e melhor desempenho em exercícios físicos. Além disso, o produto pode prevenir doenças.