Curso de capacitação em agrotóxicos abre vagas em Unidade de Referência
Baixa qualificação de mão de obra na área resulta em déficit de R$ 2 bilhões anuais à agricultura e é entrave para a sustentabilidade do agronegócio.
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Baixa qualificação de mão de obra na área resulta em déficit de R$ 2 bilhões anuais à agricultura e é entrave para a sustentabilidade do agronegócio.
"O mercado trabalhava com a expectativa de que o Brasil teria uma redução de exportações neste período, o que não ocorreu devido aos bons níveis de estoques existentes", afirmou o presidente Nelson Carvalhaes.
Lavouras representam R$ 309, 2 bilhões, aponta Ministério da Agricultura.
Uma das mais conceituadas indústrias de café do mundo, a alemã Tchibo informou que será o primeiro comprador internacional de cafés arábica com o selo Certifica Minas Café, criado pelo Governo de Minas. A empresa diz, em nota, que está realizando as primeiras aquisições do produto das lavouras certificadas do Estado, e declara seu apoio à "iniciativa do governo mineiro, representada por um sistema de certificação próprio para propriedades sustentáveis de produção de café".
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Valor dos repasses em seis meses atingiu R$ 314,2 milhões. Para a Seapa - Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os números mostram o interesse crescente dos produtores mineiros em investir nas boas práticas agrícolas recomendadas para o desenvolvimento de uma agricultura sustentável.
Valor total de julho a setembro é 24,5% maior que o registrado no mesmo período em 2011. Já os agricultores familiares do estado totalizaram R$ 320,6 milhões em aplicações de crédito, um aumento de 2% em relação ao volume de recursos repassados nos 3 primeiros meses da safra anterior. Café mantém a liderança entre os produtos beneficiados por aplicações de crédito, com 27,6% do total contratado.
A cafeicultura deve continuar vivendo um ciclo de preços altos, mesmo que pontuado por flutuações negativas, que serão menos sentidas pelos produtores de grãos finos. A avaliação é do pesquisador do Instituto de Economia Agrícola (IEA), de São Paulo, Celso Luis Vegro, especialista no mercado de café.
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Para orientar o cafeicultor na condução de seu negócio, uma das maiores autoridades em cafés especiais, o professor da UFLA, Flavio M. Borém, destacou alguns pontos fundamentais de gestão, principalmente em momentos de crise: "produtores que optaram pela qualidade da bebida não podem perder o foco(...) devem buscar o mercado correto para o café especial e, assim, ser remunerado justamente por ele."
Maior produtividade, melhor qualidade dos frutos, bom preço e menor custo de colheita. É o que promete a técnica do estresse hídrico do café, que aumenta a produtividade em até 15% com um aproveitamento de grãos cereja de até 90% durante a colheita apenas reduzindo custos. Segundo Antônio Fernando Guerra, pesquisador da Embrapa Cerrados, palestrante da Fenicafé 2013, essa técnica é basicamente constituída da suspensão da irrigação em um período definido.
9º Concurso de Cafés do Governo de Minas recebeu 1.428 amostras de cafés. Para o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Nascimento, os resultados do concurso refletem o estágio alcançado pela atividade no Estado. "Respondemos atualmente por 26 milhões de sacas/ano, volume equivalente a 51,8% da safra brasileira e 18% da produção mundial. E nossos cafés têm qualidade crescente, reconhecida no mundo inteiro", ressalta.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) pretende contratar instituições financeiras para custear despesas com certificação de propriedades de café e financiar contratos de opções e operações em mercados futuros, em vendas referenciadas em café. Os recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para os dois financiamentos totalizam R$ 100 milhões. As propostas deverão ser encaminhadas até o dia 13 de julho.
A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) destaca, no dia em que se comemora o "Dia Nacional do Café" (24), a expressiva participação do produto das lavouras mineiras no atendimento à demanda crescente do Brasil e do exterior. De acordo com o secretário Elmiro Nascimento, no ano passado, o consumo "per capita" de café torrado, no país, foi da ordem de 4,8 quilos, ou 81 litros da bebida. Este é o maior nível registrado em 45 anos.
Os contratos futuros de café arábica na Bolsa de NY (ICE Futures US) seguem firmes na tendência altista. O mercado, no entanto, pede uma correção, com indicadores gráficos já um pouco sobrecomprados. No momento os futuros do grão em NY apresentam uma condição de firmeza técnica, mas a oferta do grão no mercado internacional não é suficiente para segurar as cotações futuras.
Os contratos futuros de café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) tiveram recuperação ontem (08), mas sem sugerir direção, diante da alta volatilidade das cotações. A perspectiva de chegada de uma frente fria às regiões produtoras brasileiras assusta os vendidos. Produtores estão atentos à colheita, que pode ser interrompida por causa da previsão de chuvas nos cafezais do Sudeste.
Os contratos futuros de café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) mantiveram movimento de queda, pela segunda sessão consecutiva. Mas os contratos ainda acumulam valorização este mês, de cerca de 7%, diante do quadro de baixa oferta no curto prazo.
Este intercapítulo apresenta um roteiro para seu planejamento e sua estratégia e acrescenta alguns conhecimentos novos. Serão mencionados alguns conceitos e técnicas que você conhecerá mais adiante, com relação ao jogo da negociação, sua condução e encerramento. Faça deste roteiro um acompanhante permanente de suas negociações. Tire cópias xerox, afixe uma delas na parede de seu escritório, em versão reduzida. Leve outra em sua pasta de trabalho, para consultas exaustivas ou apenas eventuais. À medida que for se tornando um grande planejador e estrategista, você passará a incorporá-lo como uma segunda natureza.
Para não perder uma história de tradição no setor cafeeiro no Paraná, a alternativa está na revisão do modo de produção. A afirmação é do economista da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab), Paulo Sérgio Franzini, que aponta a atuação da Associação de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná (Acenpp) como referência. "Os produtores estão se estruturando, produzindo um café diferenciado, buscando certificação. É uma iniciativa importante e fundamental e que não está vinculada ao governo do Estado", analisa.
O grande vencedor do 6º Concurso Nacional Abic de Qualidade do Café foi a Fazenda Santa Amália, de Machado, no Sul de Minas. Após a divulgação do resultado do concurso, no dia 21, durante o 17º Encontro Nacional das Indústrias dos Cafés (Encafé), em Salvador, na Bahia, o produto inscrito pelo cafeicultor Luiz Carlos Garcia foi arrematado em leilão pelo valor de R$ 3 mil a saca de 60 quilos. A cotação média de uma saca do café no país está em torno de R$ 260.
O 5º Congresso Brasileiro de Melhoramento de Plantas, que acontece de 10 a 13 de agosto, no SESC de Guarapari, Espírito Santo, teve número recorde de trabalhos inscritos para apresentação oral e pôster: 975 trabalhos. Conforme Romário Gava Ferrão, presidente da comissão organizadora, "se compararmos às outras versões do congresso, realizadas nos anos anteriores, tivemos mais que o dobro de trabalhos inscritos em 2009".
Segundo o governo japonês, foi detectado na importação de lote de 280 sacas de café arábica um limite residual do agroquímico flutriafol da ordem de 0,09 ppm, enquanto o limite máximo permitido no país é de 0,01 ppm. No Brasil, a tolerância é de 0,05 ppm e, como se nota, o resíduo encontrado no café excede inclusive o limite máximo tolerado em nosso país. O flutriafol é empregado no café para o controle de ferrugem, com aplicação foliar e no solo.
Durante abertura do 10º Simpósio Nacional do Agronegócio Café, autoridades da cafeicultura nacional trocam opiniões sobre a conjuntura econômica atual e seus reflexos na renda do cafeicultor. Para o engenheiro agrônomo do Instituto Agronômico (IAC), Roberto Antônio Thomaziello um dos principais problemas do setor é a produtividade. "Quem estiver abaixo de 30 sacas por hectare não consegue fechar as contas", diz. A média nacional é de 17 sacas.
O produtor paranaense que insistiu na cafeicultura desde a última grande geada de 2000 - suportando um longo período de preços baixos e custo de produção elevado - agora respira mais aliviado. Isso porque o café está valorizado no mercado internacional, com um cenário de elevação do consumo e redução nos estoques mundiais.