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22 resultados para "acirramento"

09/10/2007

Fortalecimento do mercado = acirramento da competição

A fim de termos plena noção da lógica por trás da organização do comércio internacional de café, é fundamental lembrarmos que este produto é produzido exclusivamente em países em desenvolvimento, tendo seu processamento e consumo concentrado principalmente naqueles Estados com maior renda per capita. Se por um lado é inexistente a atuação de lobbies de produtores nos Congressos dos países desenvolvidos, por outro há consideráveis interesses envolvidos quando o assunto passa pelo suprimento de matéria prima às empresas dedicadas ao processamento de café. Com isso, é natural a guinada na orientação norte-americana frente ao café pós-queda do Muro de Berlim.

15/10/2010

Arábica: indicador segue em alta e fecha a R$ 324,01

Mesmo com incertezas em relação a oferta de café para a próxima safra, as cotações do arábica encerram a quinta-feira (14) em alta na Bolsa de Nova York (ICE Futures U.S.), na BM&FBovespa e no mercado físico. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica acompanhou a movimentação dos mercados futuros e foi cotada a R$ 324,01, com valorização de R$ 1,60, segundo o indicador Cepea/Esalq. No acumulado do mês a valorização é de R$ 5,95/saca.

27/06/2011

Américo Takamitsu Sato é o novo presidente da ABIC

A proposta da ABIC é criar estratégias e ferramentas que permitam que as empresas de todos os portes, principalmente as pequenas e médias, possam fazer os ajustes necessários, administrativos, financeiros, mercadológicos ou tecnológicos, para identificar novas oportunidades de negócios e nichos de atuação. É com essa incumbência que o empresário Américo Takamitsu Sato assumiu na terça-feira (21) a presidência do Conselho Gestor da entidade, sucedendo a Almir José da Silva Filho.

03/04/2008

Café: o confronto entre dois mundos

A profunda divergência entre produtores e todo o restante do agronegócio (torrefadores/solubilizadores e exportadores) em torno do drawback café continua sem uma solução em vista. Estudos foram elaborados, debates promovidos e o tema permanece sem adequado tratamento. Impregnou-se no meio rural a idéia de que trazer café verde do exterior para processá-lo internamente visando à reexportação, geraria concorrência com a oferta doméstica contribuindo para a queda de suas cotações. Nada mais falso. É sabido que cada 10.000 sacas de café verde desviadas da exportação para o processamento industrial com foco na exportação, tem condições de gerar 88 novos postos de trabalho. Ora, para um país que se gaba de exportar 26 a 28 milhões de sacas de café verde in natura, poderia, igualmente, vangloriar-se do feito em incrementar em 1 milhão de sacas nas exportações de solúvel e torrado e moído com geração de 10 mil novos empregos a partir da adoção do drawback.

27/12/2007

Questões políticas e econômicas da regulamentação

De acordo com um grupo de pesquisadores holandeses, a regulamentação pode sim ser a solução para a instabilidade das cotações nos mercados internacionais de commodities. Para sustentar este argumento, são apresentados diversos outros, direcionados tanto aos críticos do estabelecimento de acordos nesses moldes, como àqueles que se apressam em apontar as falhas do passado neste campo. Argumenta-se que a conta da regulamentação deve ser paga pelos consumidores dos países do Primeiro Mundo. Manter as cotações mais altas deve passar pelo repasse dos custos a europeus, norte-americanos e japoneses, cuja melhor condição social deveria financiar a cafeicultura dos países em desenvolvimento.

21/08/2007

Venezuela muito além do petróleo

O café foi introduzido na Venezuela em meados do século XVIII, sendo as primeiras mudas levadas por missionários espanhóis que as obtiveram no Brasil. Rapidamente seu cultivo foi iniciado em diversas regiões do país, e não mais de um século foi necessário para o estabelecimento da produção em larga escala no país. Estamos falando de um país concentrado na produção de café Arábica de boa qualidade, algo que será cada vez mais valorizado nas próximas décadas.