Devido aos baixos ganhos, cafeicultores pensam em abandonar a atividade
Segundo a OIC, os produtores não são bem remunerados e incentivados a plantar café.
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Segundo a OIC, os produtores não são bem remunerados e incentivados a plantar café.
O governo autorizou há dois meses plantar este tipo de café na região do Pacífico, mas sem abandonar a variante dominante, arábica.
O cenário coloca em risco o abastecimento futuro de café, em meio à demanda crescente.
Programa informou sobre o pós-ciclo e o Gerente do Sistema FAEMG/SENAR/INAES em Viçosa, Marcos Reis, explicou que o objetivo com o pós-ciclo é não abandonar o produtor
Em Minas Gerais, a produção de pimenta está presente em 57 municípios, dentro da realidade da agricultura familiar. O cultivo integrado café-pimenta proporciona uma renda a mais. Cada variedade tem um preço diferenciado, segundo produtora da região de Monte Carmelo. Para implantar um hectare de pimenta, o custo passa de R$ 5 mil, sem contar a mão de obra para colheita. Se não for familiar, a mão de obra pode comprometer até 50% da receita.
Dissertação de mestrado defendida na Universidade Federal de Lavras (Ufla) contribui para abandonar a idéia de que o cafeeiro não responde à aplicação de altas doses de fósforo (P) no solo em sua fase de produção, sobretudo, em solos de baixa fertilidade. As conclusões de Thiago Henrique Pereira Reis reafirmam a visão de uma nova corrente que busca repensar o sistema produtivo do cafeeiro, visando torná-lo mais eficiente, competitivo e sustentável.
Como parte do programa Pescadores de Oportunidades, realizado pela Federação de Cafeicultores da Colômbia com 77 habitantes de Rionegro, Santander, a Procafecol, empresa encarregada de administrar e dirigir as rendas das lojas Juan Valdez, apresentou em Bogotá o "Café de la Reconciliación".
A multinacional suíça Nestlé recorrerá a produtores mexicanos de café para cobrir a necessidade de grãos naquela que será a maior planta de café solúvel do mundo, informou o vice-presidente da empresa no México, Antonio Núñez.
O Quênia obteve uma receita de 16 bilhões de xelins (US$ 191,00 milhões) com seu café produzido na colheita recém concluída, o que denota um aumento de 50% com relação ao ano anterior, apesar de a produção ter caído para 40.000 toneladas, informou o Coffee Board do país.
É com dificuldade e certa apreensão que escrevemos esta carta em 2010. Temos acompanhado o mercado desde 2004, com estudos macroeconômicos e ferramentas de avaliação futura das disponibilidades, e desde 2008 ficava claro que o mercado entraria numa nova onda de risco elevado. Até maio deste ano, poucas pessoas se mostravam preocupadas com a questão. Mas, com os preços atuais que deverão flutuar em patamares elevados, temos muito a refletir para poder construir um modelo novo de mercado e não quebrar essa importantíssima cadeia de produção, que também é a mais antiga e internacionalizada do planeta.
A candidata presidencial da Colômbia pelo Partido Conservador, Noemí Sanín, se comprometeu nesta semana com os cafeicultores do país a recuperar esse importante segmento da economia colombiana, além de desenvolver uma verdadeira política de desenvolvimento para o setor. Noemí declarou que não acredita que "haja uma política nem mediana para o café", disse.
Dados do Instituto de Café da Costa Rica (Icafé) revelam que, enquanto o país produziu 1,86 milhão de sacas de 60 quilos de café em 2007/08, durante 2008/09 a colheita caiu para 1,57 milhão de sacas, o que denota uma queda de 18%. A baixa na produção também influenciou as exportações, de acordo com estatísticas da Promotora de Comércio Exterior (Procomer).
Uma das bebidas mais antigas do mundo, o café se mantém atual e cada vez mais presente no dia a dia de milhões de pessoas. Aqui no Brasil, onde é consumido por 97% da população, o café é tão importante que tem uma data só sua e que é comemorada desde 2005, quando passou a fazer parte do Calendário Brasileiro de Eventos: 24 de Maio, Dia Nacional do Café.
Entre tradição e oportunidade, o café brasileiro redescobre a América Latina como um mercado em crescimento, com proximidade e potencial de valor - estratégico para diversificar riscos e fortalecer sua presença regional.
Em celebração ao Dia Mundial do Café, reportagem especial traz linha do tempo que mostra a importância histórica da cafeicultura no Brasil
CNC aponta que essa é uma forma de proteger não somente a planta, mas também a rentabilidade do cafeicultor
Apresentação foi feita para o Conselho Nacional do Café (CNC) durante encontro em 8 de outubro. Ao todo foram visitadas 1.385 propriedades em MG, SP e PR
Cemig reforça alerta para produtores rurais, operadores de equipamentos e fazendeiros sobre riscos de manuseio de máquinas agrícolas
Analista avalia os preços do café no início de 2021 e alerta para cuidados na hora de comercializar os grãos
Depois de 50 anos de gastos desenfreados e irresponsáveis, chegamos ao "fundo do poço". Agora que os recursos governamentais estão exauridos só nos resta o caminho realista de abandonar as medidas populistas/demagógicas e fazer algo radicalmente diferente, como por exemplo: reduzir drasticamente a frondosa e improdutiva burocracia estatal, eliminar os órgãos reconhecidamente inoperantes e prescindíveis, abolir privilégios ilegítimos disfarçados de "direitos adquiridos", endurecer no combate à corrupção, reduzir a quantidade de parlamentares, militares e burocratas improdutivos.
Cafeicultores da região de Chanchamayo do Peru estão trocando velhas práticas de cultivo por novas técnicas visando a produção de cafés especiais. Sócios da Cooperativa Cafeeira La Florida, optaram por abandonar a produção convencional para entrar no mercado dos cafés especiais, que está destinado principalmente à exportação.
Este é o momento ideal para se mudar a perspectiva geral utilizada atualmente na adubação: doses maiores do que as necessárias, pequeno enfoque no equilíbrio entre nutrientes, fontes caríssimas com reduzida relação benefício:custo, excesso de modismo, relutância em se utilizar o básico e simples. Ou o cafeicultor torna-se empresário e utiliza as tecnologias economicamente viáveis, ou será obrigado a abandonar a cafeicultura.
Programa aconteceu na última quarta-feira (27) e contou com sete cafeicultores de regiões produtoras diferentes
Bruno Varella expõe sua opinião em relação aos acontecimentos no mês de agosto, com a discussão do Presidente Jair Bolsonaro com Emmanuel Macron e as queimadas na Amazônia