Entrada para Dias de Campo é paga com um quilo de alimentos para o RS
3o e último encontro da Procafé acontece em 22 e 23 de maio e aguarda 3 mil pessoas em Varginha (MG)
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3o e último encontro da Procafé acontece em 22 e 23 de maio e aguarda 3 mil pessoas em Varginha (MG)
Ação gerou US$ 1,1 milhão em negócios e rendeu mais US$ 2,2 milhões, com perspectiva para mais US$ 2,2 milhões ao longo dos próximos 12 meses
Pesquisadores desenvolveram tecnologia que obtém a cafeína sem o uso de solventes
O Grupo 3corações, empresa no segmento de café do Brasil, anunciou no último dia 17 a compra da operação de café torrado e moído da Mitsui Alimentos
Uma avaliação da qualidade de diversos alimentos produzidos no Brasil foi apresentada pelo Ministério da Agricultura no começo desse ano. A maioria das amostras avaliadas estava dentro dos padrões de qualidade. Isto significa que está havendo um monitoramento sistemático de nossa produção e que os alimentos consumidos pelos brasileiros, e os exportados, são saudáveis. Por José Otávio Menten
Empresas estão percebendo o potencial do nicho, oferecendo alimentos orgânicos em suas gôndolas.
Fenômeno climático deve ter consequências globais, alertaram os cientistas.
Os preços globais dos alimentos devem cair este ano, ficando menos voláteis, após fortes aumentos em 2011, devido à melhor oferta de grãos, o que deve ajudar a aliviar os temores de inflação, disse uma autoridade sênior da agência para alimentos das Nações Unidas (FAO) nesta segunda-feira, dia 12.
Unidade de Café da cooperativa paranaense está em funcionamento desde 1962, mas se mantém sob direção da Cocari.
Dados apresentados nesta quinta-feira pelo Banco Mundial apontam que novos aumentos nos preços globais dos alimentos podem colocar milhões de pessoas em situação de pobreza extrema. De acordo com o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, os preços dos alimentos já estão 36% mais altos que há um ano e um novo aumento de 10% colocaria mais 10 milhões de pessoas em situação de pobreza extrema (renda menor que US$ 1,25 por dia).
Café de torra escura chega para complementar o mix de opções da marca.
Os preços globais dos alimentos registraram alta em setembro e são vistos perto dos níveis atingidos durante a crise alimentar de 2008, disse a Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), ao reduzir as previsões para produção global de cereais e grãos.
Importante programa do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Mais Alimentos já liberou - desde que foi criado, em 2008 - financiamentos no valor de R$ 9,2 bilhões, atendendo a mais de 194 mil agricultores. Graças aos recursos, eles puderam adquirir, entre outros equipamentos, mais de 48 mil tratores, 4,3 mil caminhões, 537 colheitadeiras (inclusive de café e de cana-de-açúcar) e mais de dez mil ordenhadeiras de leite.
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, afirmou nesta terça-feira (17), em Brasília, que a carga tributária que incide sobre os alimentos no Brasil é muito alta. "A carga tributária dos alimentos é de 19%. Não se tributa alimentos; se desonera para que a população possa pagar mais barato pela comida", afirmou ao participar do seminário "Reforma Tributária: essencial para o desenvolvimento sustentável do Brasil".
Na última sexta-feira (7), o secretário de Comércio da Argentina, Guillermo Moreno, avisou aos supermercadistas argentinos que, a partir de 1º de junho, estará proibida a importação de alimentos processados que também sejam feitos localmente. Se a medida realmente entrar em vigor, uma alta fonte do governo brasileiro já avisou que vai retaliar a Argentina em alimentos similares aos que forem atingidos. No 1º trimestre do ano, o país vizinho importou US$ 81 milhões em alimentos processados brasileiros e vendeu US$ 190 milhões para o Brasil.
O Brasil doou nesta quinta-feira 4.600 toneladas de alimentos à Guatemala para atender milhares de pequenos cafeicultores pobres afetados pela praga da ferrugem nos plantios de café, informou uma fonte oficial.
Os preços globais de alimentos ficaram perto da máxima de três anos em julho e os estoques atingiram níveis mínimos, acumulando a pressão sobre os mais pobres, afirmou o Banco Mundial nesta segunda-feira. O índice do Banco Mundial que mede o preço dos alimentos subiu 33% em julho em relação ao mesmo mês do ano passado e ficou perto dos maiores níveis atingidos em 2008, com aumentos significativos nos preços do milho e do açúcar.
Os preços de alimentos atingiram a maior alta em dois anos e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) alerta que o aumento tem tudo para continuar em 2011. No relatório anual publicado ontem (17), a entidade afirma que o mundo deve se preparar para um cenário de alta de preços de alimentos e inflação que já afeta de forma negativa a balança comercial de cerca de 70 países.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai estabelecer os limites máximos de micotoxinas em 16 categorias de alimentos. Para isso, colocou em Consulta Pública na última terça-feira (22), proposta de regulamento para o tema. Dentre os alimentos que deverão seguir a nova regulamentação estão o café, o milho, o trigo e até mesmo o chocolate.
O crescimento da população mundial e a expectativa de que em 2050 o Brasil será o grande celeiro do mundo trazem importantes desafios para o crescimento do agronegócio de todo o país. Em entrevista exclusiva ao Diário do Comércio, o ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e atual presidente-executivo da Abramilho, Alysson Paulinelli, comenta os principais gargalos que devem ser superados para que a produção brasileira de alimentos cresça cerca de [...]
A presidente Dilma Rousseff falou nesta segunda-feira (15/07), no programa semanal 'Café com a Presidenta', sobre os planos Safra da Agricultura Familiar e do Semiárido. Dilma voltou a explicar que o governo concederá crédito de R$ 21 bilhões para a safra 2013/2014, como havia sido anunciado no lançamento do plano. O aporte virá do Pronaf. "Com a agricultura familiar, nós ampliamos a produção sustentável de alimentos para todos os brasileiros".
O preço médio dos alimentos no mundo subiu 6% no mês de julho em relação a junho, depois de três meses de baixa. O sinal amarelo foi aceso ontem (09) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cujo relatório aponta como vilões o preço dos cereais e do açúcar.
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e multinacionais afirmam que os preços de commodities vão continuar elevados durante toda a década, exigindo de países importadores novas estratégias para enfrentar o desafio de alimentar sua população e do G-20 a implementação de decisões para frear a volatilidade nos mercados. "Viveremos uma década de preços altos", disse o brasileiro José Graziano, diretor da FAO.
A forte seca no Sul do Brasil deve provocar intensa alta nos preços agrícolas neste mês, segundo avaliação da Franklin Templeton Investimentos. A expectativa da instituição é de a queda nos alimentos no atacado vista em dezembro se converta em aumento de cerca de 1% neste mês.