Opinião: Café fermentado, concursos de qualidade e preferência do consumidor
Carlos Brando faz uma reflexão sobre a tendência dos cafés fermentados mundo afora e como eles devem ou não ser julgados em concursos de qualidade
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Carlos Brando faz uma reflexão sobre a tendência dos cafés fermentados mundo afora e como eles devem ou não ser julgados em concursos de qualidade
Consumidores estão cada vez mais atentos e preocupados com questões voltadas ao cuidado com a natureza e biodiversidade
Especialistas analisaram o consumo do café em meio a pandemia
Diretor-executivo da ABIC explica mercado cafeeiro atual
A varejista foi uma das pioneiras em oferecer ao público máquinas de café e a coloca como uma parceira estratégica dos produtores e vendedores de cafés especiais
Em enquete realizada no CaféPoint, leitores e especialistas no setor apontaram pontos valorizados pelo consumidor de café. Entre sustentabilidade, qualidade, diversidade, orgânico, entre outros, a satisfação é o principal ponto responsável pela valorização do café, em que o consumidor busca o produto outras vezes para viver experiências.
O programa está disponível, gratuitamente, aos usuários de Android e Iphone.
Através de selo com Indicação de Procedência e QR code na embalagem do café torrado, será possível rastrear todas as informações sobre o lote de café, história, premiações e certificações.
Apesar de sermos o país que mais produz café e o segundo que mais o consome, pela primeira vez, nesta década, estamos engatinhando em direção à cultura gourmet. Este movimento acontece só agora, pois, assim como o vinho, o café também apresenta propriedades sensoriais e inúmeras possibilidades de degustação. Mas, diferente daquele, o café ainda não está completamente incorporado como tal.
Até pouco mais de dois anos certificação FairTrade não era para o consumidor brasileiro. Por Ulisses Ferreira, especialista em cafeicultura sustentável e consultor de associações e certificações agrícolas.
Embora os norte-americanos gastem cada vez mais em suas visitas às cafeterias e supermercados, o consumo de café no país está em queda. Por Bruno Varella Miranda.
Empresa concluiu exportação de 700 quilos de café gourmet para o Japão.
A Equipe CaféPoint esteve no Encafé 2010, em Natal/RN. Natália Fernandes conversou com Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Abic, a respeito do novo tempo para o café no Brasil e sobre as consequências da IN 16 no mercado de café. Segundo Herszkowicz, o novo tempo para o café no Brasil é o tempo em que a qualidade do café oferecido no dia-a-dia para os brasileiros tem que dar, e vai dar um salto na direção da melhor qualidade.
O Brasil está no caminho para se tornar o maior consumidor de café do mundo em alguns anos, devido à combinação de um aumento da produção, campanhas de marketing e melhora da renda, disse o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho.
"Algo deu muito errado para a Starbucks na Austrália. Mas o que teria sido? A resposta é surpreendente. A companhia de Seattle era pouco sofisticada para os exigentes consumidores locais." Confira o novo artigo exclusivo do Bureau de Inteligência Competitiva do Café ao CaféPoint. Por Luiz Gonzaga de Castro Junior e Eduardo Cesar Silva
O GECOM - Grupo de Estudos em Marketing e Comportamento do Consumidor, da UFLA, coordenado por nosso colunista Paulo Henrique Leme, desenvolveu uma pesquisa sobre os valores pessoais dos consumidores de cafés especiais, iniciada em 2012 e publicada aqui no CaféPoint. O grupo agora divulga seus primeiros resultados. Por Lílian Viana
Responsável do projeto alerta que cliente precisa estar consciente de que desenvolver um blend de café gourmet é um processo trabalhoso. "Os resultados obtidos nem sempre correspondem ao esperado inicialmente. A começar pelo grão de café que em cada safra tem aspectos únicos influenciados pelo clima, ciclos de chuva e sol, maturação, entre outros fatores, que impactam no sabor final."
O conselho do Carrefour aprovou um plano controverso proposto pela empresa de investimento brasileira Gama para combinar os ativos do grupo varejista francês com os do Grupo Pão de Açúcar (Companhia Brasileira de Distribuição, ou CBD). A fusão criaria a maior empresa de varejo do Brasil e tem gerado hostilidade com o também francês Casino, que divide o controle do Pão de Açúcar com a família Diniz. "O conselho de diretores considerou que essa proposta criará valor para o Carrefour e o CBD, bem como para seus acionistas, e acredita, nessas condições, que os méritos do projeto vão favorecer um consenso", informou o Carrefour em um comunicado.
A oferta crescente de bens ecologicamente corretos esconde "lavagem verde", na qual sustentabilidade é mero marketing. O consumidor brasileiro ainda enfrenta dificuldades na hora de optar por produto sustentável em seu dia a dia. Uma das maiores dificuldades hoje é conseguir diferenciar quem é realmente sustentável. A saída para "consumo consciente" é pesquisar a atuação das empresas e a atribuição de selos, afirma especialista.
A Nespresso, marca do grupo Nestlé, apostará no crescimento das butiques de café para promover produtos de alta qualidade e aumentar o consumo de café, que a companha suíça considera ainda baixo no México, frente a outros países da América Latina.
A crescente cultura de beber café do Quênia e a demanda por restaurantes finos está impulsionando a competição no mercado e levando os investidores a buscar expansão. Nesse contexto, a operadora de café-restaurantes e padarias Artcaffé e a cafeteria C Dorman Limited, anunciaram uma joint venture de longo prazo que ajudará as empresas a garantirem seu lugar nesse segmento de classe média.
A cafeicultura de arábica atravessa um momento delicado, com cotações em queda. Ao mesmo tempo, o setor observa um incrível aumento na procura pelos grãos de robusta. A alteração na demanda das 2 principais espécies comerciais de café precisa ser analisada, não apenas sob a perspectiva dos preços, mas também com relação ao potencial de utilização nos blends. Por Luiz Gonzaga Jr e Eduardo C. Silva
Uma cafeteria móvel que leva a empresas, escritórios e universidades o café gourmet preparado na hora faz sucesso em Itu, onde foi lançada, e começa a se expandir pelo interior de São Paulo. Tendência começa a tornar-se realidade em países tradicionais de consumo de café, como os EUA.
A variedade geisha ganha popularidade entre apreciadores de café norte-americanos, que chegam a pagar US$7,00 a xícara em renomadas cafeterias. Para especialistas, os consumidores estão reconhecendo a qualidade e interessados em buscar diferentes tipos de grãos. "Está fazendo as pessoas prestarem atenção. Não é uma coisa de 99 centavos que sai de uma torneira".