Café e abelhas: novo modelo de efeitos da mudança climática
Segundo estudos, mudanças nas áreas cafeeiras podem ajudar no aumento de colmeias.
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Segundo estudos, mudanças nas áreas cafeeiras podem ajudar no aumento de colmeias.
País comunicou oficialmente surgimento de novo tipo de ferrugem de café.
Crises geram oportunidades e, na posição de maiores exportadores de café do mundo, é tempo de debatermos com seriedade. Por José Marcos Chicaroni, produtor rural.
"O Plano traz ganhos muito importantes para a agropecuária brasileira, como aumento de recursos e redução de juros. Consideramos também de excepcional valor a criação de uma agência nacional de assistência técnica e os avanços para as questões de defesa, seguro e estocagem (...) Entretanto, esperávamos maior apoio para questões como a infraestrutura e as políticas de geração de renda para a cafeicultura, por exemplo."
A AgriPoint, empresa que atua na área de informação localizada em Piracicaba-SP (160 km de São Paulo), especializada em cadeias do agronegócio com foco principal na cadeia leiteira, está contratando um executivo para a área de operações.
No momento em que ler este texto, você, leitor(a), provavelmente já terá recebido uma série de notícias sobre o desfecho das eleições na Grécia. O motivo: o seu resultado poderia ter definido o futuro do país na Zona do Euro. Muito do que foi escrito nas últimas semanas aponta, uma eventual vitória do partido de "extrema esquerda", o Syriza, o que representaria um desastre para o país e, quem sabe, para a Europa. Assim, é como se o futuro do capitalismo ocidental no curto prazo dependesse da decisão de um Estado com cerca de 11 milhões de habitantes.
A troca de comando na Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) e a saída de duas importantes empresas da associação nos convida à reflexão. Personagem central em diversos acontecimentos observados nas últimas décadas, a ABIC entra em uma fase de reacomodação dentro da dinâmica do setor. Se compararmos a realidade atual com aquela encontrada no início da década de 1990, por exemplo, veremos que o Brasil - e o mundo - mudaram muito. Como se adequar, então, aos novos tempos?
A polêmica parece interminável. Mais uma vez, o impasse venceu e a questão do Código Florestal segue sem solução. Se já não bastassem os desacordos de ordem técnica, os arranjos políticos também contribuem para dificultá-la. Talvez esse seja o melhor desfecho no momento: um tema tão delicado, afinal, merece mais debate.
Dando continuidade ao artigo da última quinzena, gostaríamos de aprofundar um pouco mais nosso argumento. Longe de esgotar um debate tão complexo, queremos dar exemplos práticos daquilo que consideramos um possível caminho de reinserção da agropecuária na sociedade brasileira. Outras possibilidades, como a exploração dos serviços ambientais e do turismo, embora não sejam o foco desse texto, também devem ser consideradas.
Foi com grande satisfação que lemos todas as cartas enviadas nas últimas duas semanas. É essa a função da coluna, e de portais como o CaféPoint: estimular o debate. Acreditamos que a troca de percepções entre indivíduos com experiências de vida distintas é um excelente caminho para entendermos melhor qualquer problema complexo. Bem, vamos ao que interessa. Indo direto ao ponto, controle de preços não é solução. Não defendemos essa política por um motivo simples: qualquer cotação estabelecida seria arbitrária.
Mecanismos de proteção à renda do produtor e ampliação de programas considerados um sucesso na safra 2010/2011 foram os principais temas do primeiro encontro entre representantes do Banco do Brasil com o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, no governo Dilma Rousseff. "Queremos ampliar os mecanismos de proteção ao produtor, o seguro rural e a oferta de contratos de opções de preços", disse o vice-presidente de agronegócio do BB, Luís Carlos Guedes.
Pouco mais de 20 mil quilos. Esse foi o volume de defensivos agrícolas apreendidos no Brasil entre janeiro e setembro, segundo estatísticas do Sindicato Nacional das Indústrias de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag). O volume representa um crescimento de 7,6% em comparação ao mesmo período de 2009, quando 18,6 mil quilos de produtos foram apreendidos.
Os mercados globais de café devem produzir em 2010/11 um volume excedente menor que o previsto anteriormente, informou o Fortis Bank Nederland. O ajuste reflete a expansão da demanda e uma produção ligeiramente menor no Brasil e na América Central, justificou o banco.
Tema polêmico, a autorização do <i>drawback</i> para o café segue longe de um consenso. Com tamanha diferença entre os pontos de vista, nada melhor do que comentar cada uma das opiniões que chegaram até nós na última quinzena. Dessa forma, pretendemos contribuir para a estruturação de um debate, expressando também aquilo que acreditamos estar em jogo no momento.
Com cerca de 35% de participação nos desembolsos de crédito rural realizados pelos bancos privados no país, o Bradesco pretende elevar 20% o volume de liberações nesta frente na próxima safra. Se confirmada a expectativa, serão R$ 7 bilhões para custeio e investimentos em 2010/11, ante entre R$ 5,8 bilhões e R$ 6 bilhões previstos para esta temporada 2009/10, que já está na reta final. É um incremento semelhante ao projetado pelo estatal Banco do Brasil, líder absoluto nesse mercado.
Em reunião realizada em 5 de abril, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) postergou a decisão sobre um pedido para a autorização de importação de café robusta pelo regime de drawback. O pleito do setor industrial era importar o correspondente a 20% da exportação brasileira anual da variedade, o que corresponde a aproximadamente 600 mil sacas de 60 kg ao ano.
Em entrevista ao CaféPoint, Paulo Henrique Leme (PH), consultor em marketing estratégico no agronegócio pela P&A Marketing Internacional, falou sobre sua participação durante a Conferência Mundial do Café (WCC) na Guatemala, além de comentar sobre a sustentabilidade da produção brasileira de café frente aos demais países produtores. "De nada adianta preservar o social e ambiental se o produtor não estiver ganhando dinheiro para poder se manter na atividade e manter a sustentabilidade ambiental e social", afirma PH.
Diretora-executiva de cafés da Nestlé Brasil, Valéria Pardal, detalha as ações de sustentabilidade da companhia e as novas tendências de consumo de cafés
Referência mundial em pós-colheita de cafés especiais, Flávio Borém leva ciência ao cultivo do grão
No país das jabuticabas, ninguém presta atenção nas carambolas. Eis um caso perverso da burra unanimidade. A jabuticaba (árvore e fruto), cantadíssima em verso e prosa, alcançou notoriedade pelo exotismo, singularidade e exclusividade das terras tupiniquins. A carambola, embora reúna todas as características para ser ainda mais esquisita (fruto ovóide que em seção transversal tem formato de estrela), permanece relegada. Curiosamente, o contrário dessa evidência acontece quando consideramos o sentido figurado de "carambola": tramóia, trapaça, trambique... Nisso o Brasil é imbatível, pois somos, verdadeiramente, o país das interruptas carambolas públicas e privadas.
Nos 11 anos de trabalho, mudamos 3 vezes nosso layout. Agora, chegamos à quarta mudança, a mais significativa de todas, pois envolve uma mudança conceitual que está apenas se iniciando. Um desafio significativo é, dentre tantos conteúdos, conseguir dar destaque ao que realmente consideramos relevante.
O que era para ter sido o último artigo da série acabou fornecendo material suficiente para a continuação da polêmica. Que o <i>drawback</i> é um dos temas mais explosivos relacionados à cafeicultura, isso já sabíamos. Conforme não é novidade para ninguém, consideramos que há razões para acreditarmos que o <i>drawback</i> beneficiaria o país como um todo. Os motivos se amparam sobretudo em argumentos qualitativos, cuja repetição seria enfadonha. Não cabe a nós, entretanto, dar a palavra final sobre o tema. Na verdade, ninguém deveria ter essa prerrogativa, especialmente na ausência de um debate sólido, capaz de contrapor vantagens e desvantagens da decisão.
Luiz Carlos Bastianello afirmou que, neste ano, a cooperativa sentiu um declínio na produção de café em relação ao ano passado
Ocorrência de nematoides é crescente, inclusive em áreas com alta tecnologia como o Cerrado Mineiro